sábado, 5 de novembro de 2011

Movimentação no Porto de Cabedelo cresce 161,40% e bate recorde histórico

Sexta-feira, 04 de novembro de 2011 - 12h48

O Porto de Cabedelo bateu recorde histórico de movimentação de cargas no mês de outubro. Foram movimentadas 236.913 toneladas, o que representa um incremento de 161,40% em relação ao mesmo período do ano passado, que registrou 90.631 toneladas. Foi a maior movimentação de cargas desde a fundação do porto, em 1935.

O acumulado de janeiro até outubro deste ano atingiu 1.535.696 toneladas, ultrapassando a movimentação de todo o ano de 2010, que foi de 1.371.418 toneladas, registrando um crescimento de quase 12%.

Os números foram comemorados pelo presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wilbur Holmes Jácome. Segundo ele, o resultado, entre outros fatores, se deve ao incentivo às tarifas de armazenagem das empresas exportadoras, o que tem contribuído para atrair mais operações portuárias. “Nós teremos a maior movimentação anual de todos os tempos”, previu, acrescentando que a perspectiva é de aumento contínuo. O recorde anterior havia sido registrado no mês de agosto, quando foram movimentadas 201 mil toneladas de cargas.

Importação – Wilbur Jácome comentou que está havendo um incremento de carga da indústria de cimento, com a importação de coque verde de petróleo entre outros insumos, o que tem contribuído, não somente com o crescimento da atividade portuária, mas também com o aquecimento da economia do Estado, no que diz respeito ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
O presidente da Companhia Docas da Paraíba também enfatizou o aumento considerável na importação de combustíveis, por meio de cabotagem ou longo curso de importação, principalmente o álcool. Somente no mês de outubro, foram importadas mais de 6 mil toneladas dos Estados Unidos e da África.
Segundo ele, o Moinho Tambaú é outra empresa que tem contribuído para o incremento da atividade portuária, uma vez que mantém regularidade na importação de trigo, com uma média de 20 mil toneladas por mês.
Exportação – No quesito exportação, Wilbur Jácome destacou a ilmenita extraída em Mataraca, no litoral norte do Estado. Somente este ano, já foram exportadas mais de 50 mil toneladas do mineral. O granito também contribui com a balança comercial da Paraíba, com a exportação de mais de 20 mil toneladas até o mês de outubro deste ano.
O presidente da Companhia Docas da Paraíba manifestou sua satisfação com o nível de operação portuária e fez questão de agradecer aos trabalhadores autônomos, operadores de guindastes, de empilhadeiras, portuários e agências marítimas. E ressaltou: “Quando o porto tiver maior estrutura, iremos aumentar o potencial comercial, pois a Paraíba poderá prospectar novos negócios”.
Busca de recursos – Ele ainda enfatizou o esforço do governador Ricardo Coutinho na busca de recursos da ordem de R$ 520 milhões para execução do projeto de infraestrutura portuária, que prevê o reforço da cortina do cais, a construção do terminal de múltiplo uso com dois novos berços de atracação e a continuação da manutenção da dragagem, que resultará numa profundidade de 11 metros.(

Fonte: SECOM/PB.
Nota: Enquanto isso, o portinho de Natal não exporta uma cumbuca de cimento...
 
 
Porto de Cabedelo - J.Pessoa/PB. Foto: SECOM/PB.  
 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Publicado em 03/11/2011 - 09h26 - Por: Petrobras
 
Gás e Energia - Relacionamento com Público Interno 
Primeiro Parque Eólico da Petrobras entra em operação comercial no Rio Grande do Norte
As usinas compõem o Parque Eólico de Mangue Seco e vão operar no abastecimento de energia elétrica de até 350.000 habitantes

As usinas Potiguar, Cabugi, Juriti e Mangue Seco, que compõem o Parque Eólico de Mangue Seco, já estão operando comercialmente no Rio Grande do Norte. Com investimento de R$ 424 milhões, o primeiro Parque Eólico da Petrobras entrou em operação comercial oito meses antes do compromisso assumido com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).
A usina de Potiguar está em operação comercial desde 26 de agosto de 2011 e as usinas de Cabuji e Mangue Seco, desde 24 de setembro de 2011 e 6 de outubro de 2011, respectivamente. Os contratos de venda de energia para as usinas foram ofertados no primeiro leilão de energia eólica, realizado em dezembro de 2009 e são válidos por 20 anos. O certame de 2009 previa que a energia gerada pelas usinas seria disponibilizada para o Sistema Interligado Nacional em 1º de julho de 2012, mas a Petrobras antecipou o cronograma e todo o parque eólico está em  operação comercial  desde hoje (1º de novembro), com a entrada em operação da última usina, a Juriti. 
Localizadas no entorno da Refinaria Potiguar Clara Camarão, às margens da Rodovia RN 221, em Guamaré, as usinas são constituídas por 52 aerogeradores de 2 megawatts (MW) cada. Estas características fazem com que o Parque Eólico de Mangue Seco possua a maior capacidade instalada no país com este tipo de aerogerador (104 MW), suficientes para suprir energia elétrica a uma população de 350.000 habitantes.
Cada aerogerador, com um peso de cerca de 300 toneladas, é composto por uma torre de concreto e aço de 108 metros de altura e um conjunto de três pás de fibra de vidro, com 42 metros de comprimento. O sistema de transmissão de cada unidade é constituído de uma rede de distribuição interna de 34,5 quilovolts (kV), uma subestação elevadora de 34,5/138 kV e de uma linha de transmissão de 138 kV.
A usina Cabugi foi construída em parceria com a Eletrobrás; a usina Mangue Seco, em parceria com a Alubar Energia; e as usinas Potiguar e Juriti, em parceria com a Wobben WindPower. A implantação do Parque Eólico de Mangue Seco está alinhada com a estratégia da Petrobras de se consolidar como uma empresa de energia, apresentando elevado conteúdo de responsabilidade ambiental, gerando energia elétrica com fonte limpa e renovável.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Duvidar e questionar sempre, diz Carlos Chagas.

DUVIDAR E QUESTIONAR SEMPRE



Pronunciamento do jornalista Carlos Chagas ao receber o título de Professor Emérito da Universidade de Brasília em 31.10.2011.



Pela bondade de meus colegas professores, retorno à UNB, agora aposentado depois de 25 anos lecionando Ética, mas sempre aqui me refugiando nas horas de dúvida e de questionamento, santuário para os anos de contestação e de resistência.Aqui encontrei e continuarei encontrando forças para a rejeição das verdades absolutas, dos dogmas e das teorias definitivas.A razão é simples: aqui duvidamos, questionamos, contestamos e resistimos. Somos o que toda universidade deveria ser: uma fonte de discordâncias, um centro de não aceitação do mundo à nossa volta.Não estamos, com isso, renegando o passado, que sempre será o nosso maior tesouro, não na medida em que apontará o que devemos fazer, mas precisamente pelo contrário: o passado dirá sempre o que devemos evitar, no plano das idéias e das ações. Nós, professores, devemos essa dádiva aos alunos que aqui ingressam atrás de respostas, mas daqui saem repletos de mais perguntas. Houve tempo em que nossas carteiras escolares literalmente transformaram-se em barricadas. Hoje, formam estruturas para a permanente busca do desconhecido que se desata à frente. Devemos, nós da Comunicação Social, ter o sentido do conjunto, sobrepondo-se à particularização sempre maior e mais perigosa. Torna-se necessário superar o risco de sabermos cada vez mais sobre o menos, e cada vez menos sobre o mais. Conhecer muita mais a floresta do que as árvores.Uma palavra sobre a profissão. Enfrentamos de tempos em tempos batalhas em defesa do diploma, e até perdemos a última, em 2009, quando o Supremo Tribunal Federal extinguiu sua obrigatoriedade. Dizem alguns ingênuos e muitos malandros que o dom de escrever nasce com o indivíduo, tornando-se desnecessário o diploma para o exercício do jornalismo.Ora, o dom de escrever faz o escritor, essa criatura reverenciada por todos nós. O escritor pode publicar sua criação nos jornais e revistas, assim como apresentá-la no rádio, na televisão e agora nessas maquininhas eletrônicas diabólicas que nos assolam 24 horas por dia. Mas estará atuando como escritor, não como jornalista.O jornalista não é nem melhor nem pior do que o escritor. É apenas diferente, quando exercita a profissão.O “seu” Manoel, dono do açougue ali da esquina, é um craque na arte de cortar carne. Tira cada filet e cada costela que aguçam nosso apetite. Por conta disso deve trocar o avental pelo jaleco, entrar no Hospital Distrital e operar alguém de apendicite? O camelô da estação rodoviária é um astro da palavra. Convence todo mundo. Vende tudo o que apregoa em sua banca. Tem o dom da palavra. Por isso, deve entrar no Supremo Tribunal Federal e defender alguma causa?Ser jornalista é estar dotado de conhecimentos adquiridos ordenada e sistematicamente, e nenhum lugar parece melhor do que a universidade, para isso. Precisa, o jornalista, conhecer detalhes de redação, edição, diagramação, seleção, circulação e demais matérias inerentes à sua ação diária, estendidas aos correspondentes da mídia eletrônica. Precisa, porem, mais ainda, dominar a História, a Política, a Economia, a Geografia, a Filosofia e quanto segmentos a mais do conhecimento humano?Já imaginaram a ausência do diploma na Medicina? Quanto curandeiros ocupariam o lugar dos médicos? E no Direito, sem o diploma, como estariam os tribunais? O mundo progride e a progressão exige aperfeiçoamento. Quem lhes fala é um velho jornalista com diploma de advogado. Lamento até hoje o que tive de aprender na prática das redações e na agonia das improvisações. No tempo em que comecei a trabalhar como repórter inexistia a obrigatoriedade do diploma. Talvez nem o diploma. Exceção dos que por boa fé insurgem-se contra o diploma, que são os ingênuos, há que referir os malandros. Aqueles que por interesse rejeitam uma categoria altiva e organizada, forjada nos bancos universitários, acima e além de ideologias, doutrinas, partidos e inclinações sociais, pessoais ou políticas. Os estudantes de Comunicação Social deixam a universidade amalgamados pela dignidade. Em condições de exigir melhores salários, melhores condições de trabalho e, mais importante ainda, de respeito à notícia. De culto à verdade, condição facilmente adquirida quando se recebe o diploma. Tremem de medo dos jovens diplomados aqueles que fazem da notícia um trampolim para enriquecer, ganhar poder ou posicionar-se politicamente. Preferem ter em suas empresas jornalistas acomodados que não ousam defender a notícia honesta e verdadeira quando ela se choca com os interesses, a vontade e as idiossincrasias do patrão, seja público, seja privado. Para este, torna-se mais fácil abrigar nas redações jornalistas amorfos, insossos e inodoros.

Não pode ser nosso propósito analisar as diversas facetas desse complicado poliedro que é a Comunicação Social. Mesmo assim, vale observar a postura adotada por muitos de nós, impulsionada pela empáfia e a presunção, de julgarem-se partícipes da notícia, não apenas seus observadores. Nariz em pé e impostação de voz, rotulam-se formadores de opinião, quando na verdade somos apenas informadores da sociedade. Será conhecendo tudo o que se passa nela de bom e de mau, de certo e de errado, de ódio e de amor, que a sociedade, informada, terá condições de formar-se. Estimulada por mil outros fatores, dos quais somos apenas um.Pertenço, ironicamente com muito orgulho, à escola da humildade, tantas vezes atropelada pelo ego de companheiros. Não falo da humildade dos hipócritas ou dos subservientes, mas daquela que nasce do reconhecimento de sabermos que nada sabemos e que repudiamos a prevalência dos que se apregoam donos da verdade. Uma falsa humildade expressa na erudição de uns poucos nada mais significa do que a credulidade de muitos.Uma idéia, depois de pensada, não pertence apenas a quem pensou. Pertence à humanidade, que deu ao pensador as condições para pensar. Assim também as descobertas.Indagam os céticos quem deu a nós, jornalistas, o direito de decidir o que é notícia e o que vai para os jornais, as telinhas e os microfones. A partir dessa questão complicada, vicejam as propostas de censura e controle do conteúdo da informação jornalística. Respondo com uma pequena história, até para confirmar que por 25 anos fui tido por meus colegas professores e por montes de alunos como um contador de histórias. Nos anos sessenta ganhou a mídia mundial um escritor russo, Alexandre Solghenitzin, que nem tão brilhante assim era, mas criticava o regime soviético em seus romances. Imediatamente descoberto pela CIA, tanto fizeram do lado de cá que ele acabou proscrito do lado de lá. Cassaram-lhe a carteira do sindicato dos escritores. Pior ficou sua situação quando, sabe-se lá porque desígnios, foi-lhe dado o Prêmio Nobel de Literatura.Expulso da União Soviética, imaginaram passear com ele pelos Estados Unidos e pelo mundo como a prova viva da falência do sistema socialista. Negando-se a parecer como a girafa do Jardim Zoológico, Solghenitzin recusou polpudos empregos de garoto-propaganda do capitalismo e aceitou modesto convite para professor de literatura russa numa pequena universidade do meio-oeste. Recusou-se a conceder qualquer entrevista e lá ficou por cinco anos. Passado esse tempo, convocou jornais e jornalistas, anunciando estar agora preparado para falar de seu país natal, depois de conhecer em parte a vida em seu país de adoção.Lá compareceram os luminares da imprensa americana, inclusive Walter Cronkite, o Papa dos comentaristas políticos.Sem poupar o regime soviético, o singular escritor começou a falar da sociedade americana, batendo firme em suas contradições. Quando chegou a vez das imprensa, foi cruel. “Quem lhes deu o direito de saber e de decidir o que é notícia? De apresentar e de omitir informações do público, como se fossem deuses?”Uma pergunta dos diabos. Foi quando, interrompendo o entrevistado, Cronkite levantou-se num gesto teatral, com a mão no peito e exclamou: “Estou tendo uma ataque cardíaco!”Estabeleceu-se a confusão e o russo, com o microfone na mão, começou a exortar a platéia: “chamem um médico! Chamem um médico!”Nessa hora, o americano ficou bom e declarou apenas: “está respondida a sua pergunta...”Quando se tem uma dor no peito, a solução é chamar um médico. Quando se prepara um jornal, quem melhores condições para selecionar as notícias e saber o que deve ser impresso, é o jornalista. Aquele que se preparou para a função.Concluo com mais uma história, um episódio que tantas vezes transmiti a meus alunos. Nos primeiros aos do século passado um ilustríssimo lente de Física na Sorbonne, o professor Lipmann, costumava dar a aula inaugural aos calouros dirigindo-se a eles de forma pejorativa. Dizia ter pena deles. Dó. Comiseração. Por que haviam decidido estudar Física quando a Física estava pronta, acabada, arrumada e empacotada? Nada havia mais a pesquisar ou descobrir.Pobre professor Lipmann, que para sorte dele morreu antes de saber da existência de Albert Einstein, da Física Quântica, dos buracos-negros, da incerteza do universo e quanta coisa mais, descoberta e por descobrir? Despeço-me como antípoda do professor Lipmann. Não tenho pena dos meus alunos, nem dos mais jovens que agora cursam a Faculdade de Comunicação. Tenho é uma profunda inveja deles, que chegarão a patamares que a natureza não me permitirá chegar – espero que ainda demore muito.Não deixo lição alguma, por conta desse imerecido título de Professor Emérito. Ficam apenas exortações:Devemos rebelar-nos contra os que pretendem resumir a vida a um sistema, qualquer que seja esse sistema.Precisamos insurgir-nos diante de ideologias, doutrinas, correntes ou religiões que apregoam dispor de resposta para todas as perguntas. Havemos de cultuar o na seio irresistível da liberdade tanto quanto o senso grave da ordem.É essencial sacudirmos a poeira da intolerância dos que apresentam o ser humano como merco conjunto químico dotado de inteligência, Mas importa relegar ao lixo da História a afirmação oposta, de que precisamos nos conformar com a injustiça, o obscurantismo, a fome e a miséria nesta vida para recebermos a compensação numa outra, incerta e indemonstrável. É preciso que nos levantemos contra a ditadura das teorias, tanto quando da teoria das ditaduras. Acima de tudo, devemos crer no poder da razão, porque da razão nasce a liberdade, da liberdade a justiça, da justiça, o bem-comum, e do bem-comum, o amor. O amor, a derradeira oferta do indivíduo à sociedade. E de um velho professor a quantos fizeram o sacrifício de ouvi-lo.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Enquanto isso, no RN não muda nada. Só com apadrinhamento.

Inscrições para conselheiro estadual de cultura seguem até
sexta (04)

Quarta-feira, 02 de novembro de 2011 - 12h50

Na próxima sexta-feira (4), termina o prazo para o cadastramento dos candidatos ao cargo de Conselheiro Estadual de Cultura. As inscrições são destinadas aos representantes de setores artístico-culturais da sociedade civil e podem ser realizadas de forma virtual, pelo portal do Governo do Estado.
Para se inscrever, o candidato deve comprovar atuação na área cultural e residência na região onde acontecerá a assembleia eleitoral. A ficha de inscrição está disponível na página da Secult (http://www.paraiba.pb.gov.br/cultura/conselho-estadual-de-cultura), onde também é possível acessar o decreto do Conselho e o edital de convocação.
No dia 8 de novembro, as eleições acontecerão simultaneamente nas regiões do Sertão e do Curimataú/Seridó, nas cidades de Sousa e Cuité. No dia 9, os moradores do Cariri e do Brejo participarão das eleições nos municípios de Taperoá e Guarabira. As assembleias para eleição dos conselheiros serão finalizadas no dia 10 de novembro, nas regiões do Litoral e do Agreste/ Borborema, com votações nas cidades de João Pessoa e Campina Grande.
De acordo com o edital, poderão votar nas assembleias eleitorais aqueles moradores que apresentarem comprovante de residência na região da votação, documento com foto e reconhecida atuação nos setores artístico-culturais.

Por que participar – A participação da sociedade civil nos processos de decisão no âmbito do poder público tem sido a principal política cultural desenvolvida por Estados e municípios nos últimos oito anos. A participação dos artistas, produtores e agentes culturais nos Conselhos tem qualificado a atuação dos órgãos, priorizando o fazer cultural.

Novo formato – As eleições para a escolha de representantes da sociedade civil foram estabelecidas a partir da publicação do Decreto nº 32.408, assinado pelo governador Ricardo Coutinho durante o 12º Festival de Artes de Areia. Com a reformulação, o Conselho Estadual de Cultura passou a ter caráter paritário, conforme as metas e princípios estabelecidos pelo Sistema Nacional de Cultura.

Fonte: SECOM/PB.

Nota dez para o governo democrático da Paraíba. a) Luiz Cortez.