terça-feira, 22 de maio de 2012

Tribuna publica matéria sem novidade.

A fonte é o blog de Anna Ruth, na Tribuna do Norte de hoje, transcrevendo o jornalão Valor Econômico, sobre fato profusamente divulgado na imprensa potiguar sobre a antiga Mina São Francisco, que pertenceu a um dos homens mais ricos do Brasil. O que chama a atenção é a nossa imprensa publicar que nos anos 20, já se extraía ouro em Currais Novos, quando o que se sabia e se divulgava era que a Mina Brejuí foi a pioneira na extração de minério  (xelita) naquele muncípio, de propriedade do desembargador Tomaz Salustino Gomes de Melo, nos anos quarenta.
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Tribuna do Norte.

22 de maio de 2012 às 10:12
A cidade de Currais Novos é hoje destaque na mídia nacional. Reportagem do jornal Valor Econômico, produzida pela correspondente em Sidney Vanessa Dezem , mostra que a região do Seridó receberá um investimento de R$ 400 milhões para uma mina em Currais Novos.
Veja a matéria na íntegra:
A região de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, é tradicional para a história de produção do ouro no Brasil. Ali, o garimpo começou na década de 20, produção depois evoluída para novas tecnologias, com o interesse de grandes empresários na região. Agora, quem pisa nas reservas nordestinas é um grupo australiano, em busca do metal precioso. A Crusader, empresa com capital aberto em Sydney, vai investir R$ 400 milhões na construção de uma unidade de beneficiamento de ouro e prevê uma capacidade de produção de 5 toneladas do metal (150 mil onças) por ano por dez anos. O projeto Borborema fará com que a companhia se torne uma das principais produtoras brasileiras de ouro.
“Nós arriscamos e agora acreditamos que essa área tem potencial para ser uma das maiores do país”, afirmou ao Valor, o presidente executivo global da Crusader, Robert Smakman. Em 2010, a australiana adquiriu o projeto de uma pequena empresa que o havia comprado do empresário Eike Batista.
A região foi explorada desde a década de 90, mas com o recuo dos preços do ouro e a exigência de novos investimentos, à medida que o ouro de mais fácil extração ia acabando, decidiu vender o negócio. A pequena empresa que comprou o Borborema, por sua vez, não tinha capital suficiente para dar continuidade à exploração. “Eles achavam que Eike tinha tirado todo o ouro dali. Nós tínhamos uma opinião diferente”, conta Smakman.
A aquisição na época foi concluída por US$ 2,4 milhões e desde então, a australiana iniciou os estudos na região. Foram gastos US$ 15 milhões até hoje e, em setembro do ano passado, a empresa concluiu a fase preliminar dos estudos de viabilidade e no início deste ano, assinou um protocolo de intenções com o governo do Estado do Rio Grande do Norte para a produção.
Com o preço do ouro no patamar dos cerca de US$ 1.500 a onça-troy (31 gramas), estima-se faturamento anual de cerca de US$ 230 milhões com o projeto.
Os custos de extração e exploração do metal no projeto, no entanto, são grandes. Segundo Smakman, o custo de produção de uma onça de ouro soma cerca de US$ 700 e o teor aurífero da jazida na região não é elevado: de 1,2 grama de ouro por tonelada de minério extraída e beneficiada. “A produção é difícil, mas as empresas australianas estão acostumadas com isso e detemos tecnologia”, explica o executivo australiano.
Além disso, a construção da unidade de beneficiamento vai enfrentar diversos desafios, informa ele. Problemas com os recursos naturais e os de infraestrutura locais para a operação estão entre os mais complicados. Na região, de solo muito seco, falta água, insumo que precisa ser abundante para o processo de produção do ouro, principalmente nas operações de beneficiamento do minério. Dentre as soluções consideradas estão a utilização de reservatórios subterrâneos e a reutilização da água da cidade de Currais Novos. Para o escoamento da produção, será necessário também o desvio de uma rodovia da região.
Para obter os R$ 400 milhões para a construção da unidade, a Crusader pretende levantar recursos no mercado, o que deve incluir empréstimos em bancos. “Consideramos ainda a opção de abrirmos capital da empresa no Brasil”, afirma Smakman. A companhia, que tem outros três projetos no país – envolvendo minério de ferro, tungstênio, estanho e urânio – ainda não tem receita e conseguiu levantar seu capital no mercado financeiro australiano a partir de uma oferta inicial de ações local e com posteriores vendas dos papéis.
Smakman prevê que em 2013 será possível construir a unidade de beneficiamento e em 2014 iniciar a produção. Geólogo, fundador da companhia em 2004, o executivo nasceu em Perth, forte região mineradora da Austrália. Apesar de a empresa estar na Austrália, todo o corpo administrativo está no Brasil, com 90 funcionários. “No Brasil faltam empresas com capital para explorar recursos minerais. Na Austrália, há 5 mil empresas como nós, menores e com apetite ao risco, explorando, enquanto no Brasil há cerca de 50. Há muitas oportunidades para exploração de projetos que foram ignorados e para novas áreas de exploração”, conta Smakman.

Lembrando Djalma Maranhão.



No final da manhã de hoje, 22, encontrei-me com o xará Luiz Gonzaga de Carvalho, aposentado da Assembléia Legislativa, que em abril de 1964, soldado d0 Exército, servindo no R.O., em Santos Reis, participou do grupo de militares designados para prender o Prefeito de Natal, na rua Ulisses Caldas, e conduzi-lo para o QG, ao lado da Catedral. Comandava o grupo um oficial cearense, tenente Borges, cumprindo ordens do coronel Leitão. Feita a prisão de Djalma, ele foi conduzido para o 16º R.I., no Tirol, onde não teve uma recepção educada do capitão Lacerda que tentou dar-lhe um sôco. Djalma se abaixou e deu  uma certeira bofetada no pé do ouvido de Lacerda, que caiu pronto, se cagando todo no chão. O resto é outra história. Procurem Luiz Manchinha para ouvir outras histórias. a) Luiz Cortez, jornalista.




Reproduzido de O Santo Ofício

DJALMA MARANHÃO, O QUIXOTE POTIGUAR
Por Antenor Laurentino Ramos

Conheci Djalma Maranhão em Nova Cruz, quando eu era ainda estudante secundarista. Estava no ardor da mocidade. O grande político fora fazer uma palestra juntamente com Aldo Tinoco, o pai. Salatiel, George, Marcílio de Dr. Otacílio, Claudionor Soares, Raimundo Menezes e eu fôramos convidados por Eliezer Menezes, líder operário comunista da cidade. A reunião teria lugar no Cinema Éden, de Paulo Bezerra Souto, simpatizante também esquerdista também, da época.

Tempos depois, iria reencontrá-lo no seu exílio em Montevidéu. Já o conhecia de vista no Jornal de natal de sua propriedade. Via-o sempre, em conversa animada com meu irmão Afonso e Luis Maranhão Filho. Eu trabalhava, nesse tempo, no Diário de Natal. Como revisor.

Na viagem ao Uruguai, comemorávamos a conclusão de nosso curso, os Bacharéis de Direito de 1971, o Planex. Fazia parte dessa excursão 13 alunos, 6 homens e 7 mulheres. Entre eles relembro Lúcio Teixeira dos Santos, Andrier Abreu, Molina, Mizael Barreto, Elias Maciel, Cléa Bacurau, Lúcia Barbosa, Méssia Feitosa, Jandira, Nadja Lopes Cardoso, Salete do Ó Pacheco…

Foi uma longa e estafante viagem via terrestre. Saíramos de Natal, pernoitando no Rio, para retomarmos nossa viagem rumo às terras gaúchas. Chegamos mesmo a assistir em Porto Alegre a um jogo no Estádio Beira-Rio, Internacional versus Atlético Mineiro.

Na capital do Uruguai ficamos hospedados no Hotel Campeotti, Calle General Artigas. Após um demorado repouso, saíramos para o primeiro encontro com a bela cidade. Era uma das que nos tempos de estudante do Ginásio Natal desejava conhecer e o responsável por esse desejo o era meu saudoso professor de geografia.

Djalma já nos procurara à noite com Dona Dária, sua esposa. Trazíamos uma carta de seu filho, Marcus, nosso contemporâneo de Faculdade. Não chegamos a vê-lo nesse primeiro contato, Mizael e eu. Fôramos convidados por um amigo que fizéramos em Montevidéu a um passeio noturno pelo lugar com direito a vinho e cerveja.

No dia seguinte, lá estava Djalma de novo. Oferecera-se para ser nosso guia turístico e não largamos mais. Relembro o nosso primeiro contato, os colegas nos apresentaram a ele e a Dona Dária. Foi quando eu disse: “- Djalma, a gente já se viu em Nova Cruz. Eu era bem jovem. Depois, acostumei-me a vê-lo conversar com o meu irmão”. “- Quem é seu irmão?” “- Afonso Laurentino Ramos”. “- Não acredito, disse-me ele.

Desde ontem que eu pergunto a esses meninos se conhecem Afonso e deparo-me agora com o seu irmão!” “- Como vai ele? Namora ainda Lourdinha Alves, Diúda, irmã de Aluizio?” E notava em seu semblante, a alegria de saber notícias do Afonso! Maior surpresa, para mim, foi quando me perguntou: “- E Antonio Laurentino, seu pai?” “- E você conhece meu pai?” “- Ora, responde-me rindo: mas que a Afonso! Tomei muita cachaça e uísque com teu pai na praia da Redinha”. Sentia-me orgulhoso e emocionado por sabê-lo íntimo de meu pai e de meu querido irmão. Foi assim que vi Djalma Maranhão pela última vez.

Só falava em Natal; sentia-se nele a saudade do solo querido. Contou-nos muitas de suas peripécias após a prisão em Natal, a caminho do exílio. Que figura interessante e carismática, o Djalma! Um ano depois, voltava a Natal, não mais para retomar as suas atividades políticas que era a razão de ser de toda a sua história. Chegava morto e aplaudido pelo povo, com gritos de alegria e de lágrimas, ele que fora o maior prefeito de Natal de todos os tempos, o verdadeiro prefeito do povo!

Djalma era um político raro nos dias de hoje, uma espécie em extinção. Sentia Natal e o seu povo; confundia-se com ele, e a sua popularidade não era uma popularidade fabricada pela mídia, era natural, fruto da sua empatia com a gente potiguar. Tinha aquele que os franceses chamam de rapport, uma ligação afetiva que se estabelecia num primeiro momento com as massas.

Djalma merecia ser mais bem lembrado em Natal. O muito que se fizer em sua homenagem, é pouco pelo que para nós representou como líder e administrador. Revolucionou mesmo a administração da cidade. Foi, com Aluizio Alves, o exemplo maior, infelizmente não continuado, de excelência administrativa aliada a um idealismo sem par. Considero-me um privilegiado em ter com ele privado da sua convivência, do seu sonho de ser o redentor de sua terra. Grande Djalma, figura marcante, Dom Quixote mesmo, condestável de seu tempo em Natal! Salve!
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Reproduzido de "O SANTO OFÍCIO", de Franklin Jorge



segunda-feira, 21 de maio de 2012


O URUBU E COLIBRI
                                                                                                                                                             


      Públio José – jornalista
(publiojose@gmail.com)

OBS: Qualquer semelhança com a realidade política, jurídica e parlamentar brasileira, não é mera coincidência.


                            Conta a fábula que o colibri morria de inveja do urubu. Acostumado a voar em baixas altitudes, via o urubu ganhar o espaço em longo bater de asas, desafiar grandes distâncias, planar sereno sobre montes, montanhas, conviver na companhia de brancas nuvens. “Como é majestoso o vôo do urubu”, pensava, diante da insignificância do contexto em que vivia. Parado, ficava a imaginar a beleza dos cenários, a diversidade geográfica, a imensidão dos espaços observados do alto. Olhava para si e se via pequeno, frágil, impotente pela diminuta estrutura corporal que carregava. “Como alcançar grandes altitudes, conhecer novos horizontes, almejar ter uma visão larga do mundo sendo tão pequeno?”, se indagava. Perguntas, perguntas e mais perguntas. E quase nenhuma resposta para apascentar a sua angústia interior. De fato, de concreto mesmo, só a tristeza pela distância que o separava do urubu.
                        Acalentava um grande desejo de, um dia, conhecer de perto tão fascinante personagem. “Ah, pensava, quantas histórias bonitas o urubu terá para me contar, quantas pessoas interessantes ele deverá ter conhecido como fruto de suas exuberantes expedições aéreas”. Enquanto cuidava da casa, do seu exasperante dia-a-dia, o colibri remoia uma vontade enorme de travar conhecimento com o urubu, de vê-lo de perto diante dos olhos. Mexe daqui, indaga dali, tenta dacolá, terminou conseguindo marcar uma audiência com o importante viajor dos altos ares. O urubu recebeu-o entediado. “O que quererá comigo ave tão insignificante? Porventura pensa que posso ficar aqui perdendo tempo com as bobagens que, com certeza, me trará? Esse povo miúdo abusa da nossa educação, da nossa boa vontade. Afinal, receber colibri para tratar de quê? Colibri, bahhhh!”
                        Indiferente ao clima abusado que iria encontrar, o colibri antegozava a grande conquista. E se preparava para o dia do grande encontro. Que durou poucos minutos. Após manifestar a sua admiração por tão grande deferência, o colibri não deu nem tempo ao urubu de raciocinar. Sapecou-lhe um convite para almoçar em sua casa. Sem ter outra resposta em mente, o urubu aceitou. Agendaram o futuro compromisso para dali a quinze dias. O urubu bateu suas grandes asas e se foi. O colibri ficou embasbacado. Deu-se umas beliscadas para ter certeza de que não estivera sonhando e voltou para casa – saltitante. Passada a euforia inicial, uma coisa lhe chamou a atenção: o mau cheiro que exalava do urubu. “Seria dele próprio ou fruto de uma coincidência? Ah, certamente algum animal morto por perto fizera aquela descortesia”. Pediria desculpas ao visitante no dia do almoço – conformou-se.
                        O preparo da refeição lhe deixou afogueado. Pesquisou as mais finas iguarias, os repastos mais saborosos. Com rigor planejou sua agenda para que nada atrapalhasse tão esperado momento. Mas malditas das malditas desgraças!!!! Ao acordar naquele dia encontrou o corpo de um burro morto, putrefato, em frente à sua casa. O fedor era insuportável, nauseabundo. Tentou de todas as maneiras resolver a questão. Chamou o serviço municipal de limpeza, ensaiou um mutirão com outros habitantes do bairro. Não houve jeito. A hora se aproximava e o cadáver do burro permanecia lá, inamovível, impregnando a região com um odor terrível. O urubu chegou e – interessante – nem reclamou do forte mau cheiro, enquanto o colibri se desculpava e se esmerava nos salamaleques. Para piorar a situação, nada agradava ao ilustre convidado. O urubu rejeitava as iguarias e os manjares postos à sua frente.
                        Aflito, o colibri pediu licença ao urubu e internou-se na cozinha para tentar um novo prato. Perdeu tempo na nova empreitada. Quando deu por si imperava na casa um grande silêncio. “Onde estará o visitante?”, afligiu-se mais ainda. Procura, procura e nada. “Vergonha, vexame! Com certeza ele foi embora”. O colibri não se perdoava a afronta feita ao urubu – e lastimava a amizade perdida. Desalentado, deu uma chegadinha no terraço da casa. Qual não foi sua surpresa ao flagrar o urubu inclinado sobre o burro morto, refestelando-se com a carniça fedorenta, engolindo, com sofreguidão, nacos e mais nacos do corpo do finado animal. Estupefato – e impotente – o colibri a tudo assistia. Terminada a refeição o urubu bateu suas longas asas e alçou vôo. Do colibri nem se despediu. Como herança deixou apenas uma forte fedentina no ar. E foi curtir a podre refeição na imensidão azul celeste.  
  
Pneumonias

       Todas as vezes que surge uma nova terapia de qualquer natureza que
seja e que se propõe a ser uma panaceia, isto é, a cura definitiva de
inúmeras patologias ao mesmo tempo, sempre fico com uma pulga atrás da
orelha. Por mais “lógico” que pareça, a evolução da ciência não se
baseia numa lógica observacional pura – as teorias necessitam de ser
postas em provas para que sejam confirmadas, ou não.
       Digo isso pois com o surgimento dos antibióticos alguns séculos
atrás, imaginou-se que dentro de alguns anos as doenças
infecto-contagiosas deixariam de existir. Acreditou-se nisso e, no
entanto, somente aqueles que ficaram vivos para ver constataram que
não foi isso que aconteceu. Só existe um método capaz de erradicar
doenças infecciosas: as vacinas. Não contávamos, décadas atrás, com a
astúcia das bactérias em criarem mecanismos de resistência contra os
antibióticos chegando a extremos que não temos o que fazer contra
elas!
       As pneumonias são um bom exemplo disso. Velhas conhecidas da
alopatia, tratam-se de patologias mediadas por uma bactéria, sendo a
mais comum delas o “pneumococo” na faixa etária adulta. Em todos nós,
seres humanos, bactérias vivem sem geralmente provocarem problema
algum na chamada microbiota– na verdade muitas vezes auxiliando em
nossa defesa. Misteriosamente, uma importante parcela da população
convive com o pneumococo em sua microbiota sem, no entanto,
desenvolverem doenças por muitos anos. Sabemos hoje que não basta um
“germe” para que uma doença se desenvolva, sendo também necessário o
terreno fértil para que ele “germine”.
       Como não temos o poder de atuar no “terreno”, isto é, na psique das
pessoas evitando que elas desenvolvam as doenças, atuamos nos
“germes”. Num adulto normal, as pneumonias costumam se manifestar com
febre, tosse cheia com secreção amarelada ou esverdeada, dor quando se
respira profundamente e um Rx e exame de sangue sugestivos, embora
esses exames não sejam necessários para que se dê o diagnóstico da
doença. Isso é o quadro típico num adulto normal. Crianças, idosos e
portadores de doenças como AIDS e câncer podem apresentar um quadro
completamente diferente e até mesmo jovens saudáveis podem
apresentar-se de maneira atípica. Só uma boa avaliação médica pode nos
dar o diagnóstico.
       O tratamento das pneumonias e com antibióticos e com medicações para
a febre. Ressalto, no entanto, que é fundamental que se faça todo o
tratamento prescrito pelo médico mesmo que você já se “sinta bem”. Não
gostamos de passar remédio e quando o assunto é antibiótico, menos
ainda. A interrupção do tratamento pela metade pode ajudar a criar
populações de bactérias resistentes aos antibióticos que temos até que
não tenhamos com que tratá-las.  À medida que se iniciarem as chuvas,
mais e mais doenças respiratórias surgirão. Na dúvida, procure seu
médico e se for confirmada a pneumonia, tome a medicação até o final.
O que “ofende” é não seguir o que está na receita.

paulo Tarcísio Neto
Medicina UFRN
Paulo_tarcisio@hotmail.com