terça-feira, 10 de setembro de 2013

Natalense e vascaíno, Solino morreu no dia 5. Morte do repórter não foi registrada na imprensa de Natal.

Acho que você o conheceu. Foi meu colega no Externato Salesiano São José entre 1952-1955. Morava na Deodoro vizinho a seu Lucena, pai de Jardelino, dono do Tabuleiro da Baiana. Inteligente, educado, elegante no trato com todos. Abs. Chiq.


Morre o jornalista José Ubiratan Solino

A ABI lamenta, com o mais profundo pesar, o falecimento do jornalista José Ubiratan Solino, ocorrido na sexta-feira, 5 de março, no Hospital do Andaraí, às 7h5, onde estava internado desde o dia 26 de fevereiro. Seu sepultamento foi sábado, no Cemitério do Catumbi, às 10h.
José Ubiratan era sócio efetivo da ABI desde 1972. Natural do Rio Grande Norte, tinha 67 anos e era um vascaíno muito querido pelos colegas. “Ele fazia muita festa quando ia ao Maracanã, era muito extrovertido, expansivo com os colegas e um jornalista muito capacitado”, diz Adail de Paula, do conselho fiscal da ABI.
Solino trabalhou no Jornal do Commércio, O Globo, foi editor da Última Hora, colaborador da Revista do Turismo e assessor de imprensa. Foi editor eventual do Jornal da ABI. No volume 3 da edição especial do centenário da ABI, levantou e publicou as matérias: “Rian: a caricaturista que tirou Rui Barbosa do sério”, “Nestor Moreira, um coice de mula na democracia”, “Vladimir Herzog – 1975: A impunidade que não acabou”, “Tim Lopes, um repórter chamado coragem”. A matéria ensejou ao jornalista Roberto Sander, sócio da ABI e editor do livro “O crime que abalou a República – Especulando sobre a morte de um repórter em uma delegacia de Copacabana e outras histórias do Brasil da era Vargas”, que será lançado em breve. Foi também assessor de imprensa da Casa das Beiras, instituição que reúne portugueses e seus descendentes, na Tijuca (Zona Norte do Rio).
Ultimamente contribuía com a equipe do Jornal do CASACA! além do programa “Casaca no rádio”. “A nossa homenagem a um grande vascaíno. Os nossos sentimentos à família, a solidariedade aos amigos e a sensação imediata de vazio e saudade”, equipe Casaca.

Na secretária eletrônica de sua residência ele gravou a mensagem: ”Enquanto existir um coração infantil o Vasco será eterno”. 

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