domingo, 3 de novembro de 2013

Os problemas de Ponta Negra

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Ano: I nº 8 - Natal/RN, 1º de novembro de 2013.

Sessão Popular debate Políticas Públicas para Ponta Negra


 

Audiência será realizada na Vila de Ponta Negra com participação de moradores do bairro objetivando aproximar Legislativo da população.

Na próxima terça-feira (5) a Câmara Municipal de Natal realiza uma Sessão Popular, em conformidade com seu regimento interno, para debater sobre “a efetivação das políticas públicas na Vila de Ponta Negra, Alagamar e Conjunto Ponta Negra”. Esta sessão, diferentemente das convencionais, será realizada fora do plenário da Casa com a participação direta dos moradores do bairro. A proposição, de iniciativa do Vereador George Câmara (PCdoB), acontece às 19 horas no Centro Pastoral da Vila de Ponta Negra.
As políticas públicas referem-se ao conjunto de ações desencadeadas pelo Estado, nas três esferas - federal, estadual e municipal – objetivando atender aos anseios dos mais variados setores da sociedade civil. Cabe aos gestores, estabelecerem metas e encaminharem soluções para resolver problemas sociais nas mais diversas áreas, como educação, saúde, assistência social, habitação, lazer, transporte, segurança e meio ambiente.
Para o Vereador George, a Sessão Popular é uma oportunidade de reunir a sociedade civil e a Prefeitura para discutir propostas e critérios para a expansão das políticas públicas locais. De acordo com o parlamentar é necessário pensar em projetos que dialoguem com a realidade do bairro. “Pensando nisto, convocamos representantes de várias Secretarias Municipais de Natal com a perspectiva de ouvir destes técnicos, alternativas e possibilidades estruturantes para Alagamar, Vila e Conjunto de Ponta Negra que contemplem os mais diversos eixos que envolvem as políticas públicas”, disse.
Durante a sessão popular, técnicos de diversas Secretarias do Município apresentarão projetos de nas áreas específicas de atuação aos moradores do bairro. Participam da audiência, representantes das Secretarias Municipais de Educação (SME), Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB), Serviços Urbanos (SEMSUR), Segurança Pública e Defesa Social (SEMDES), Obras Públicas e Infraestrutura (SEMOPI), Trabalho e Assistência Social (SEMTAS) e do Comando Geral da PM/RN.
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Petrobrás: do Brasil ou S.A.?*


Aniversário de 60 anos da Petrobrás, 03 de outubro de 2013. Uma história inquestionável de sucesso, a confirmar a engenhosidade do ser humano.

E mais: a comprovar a extraordinária capacidade do povo brasileiro, na política e na técnica. Desde a luta para sustentar a tese da existência de petróleo em território nacional, às mobilizações patrióticas da campanha “O Petróleo é Nosso!” Os “malucos” tais como Monteiro Lobato dialogando com os “teimosos” do porte de Euzébio Rocha. Lado a lado com as forças mais avançadas da sociedade brasileira. Contra os vendilhões da pátria e a mídia de então. Nas palavras de Barbosa Lima Sobrinho, foram os partidários de Tiradentes contra os de Joaquim Silvério dos Reis.
Vencidas essas etapas ao custo de muitas prisões, mortes, perseguições e até o suicídio do Presidente Getúlio Vargas, novas batalhas e o novo desafio de enfrentar não apenas os entreguistas, a serviço do capital estrangeiro. Agora, travar a luta com a própria natureza e buscar petróleo onde muitos jamais imaginavam sequer a sua existência. Assim em águas profundas, assim na camada do pré-sal. Outra vez a dupla tarefa: comprovar a existência e demonstrar a capacidade de explorar essa riqueza, em condições tão adversas.
Em duas décadas, muito mais do que duas grandes descobertas: a demonstração do que acontece quando se coloca o Estado a serviço da nação e do seu povo. Mesmo que a duras penas. Enfrentando, nessa caminhada, inimigos que outrora se curvaram à coroa portuguesa e/ou ao império inglês. E que hoje afirmam: “esqueçam o que escrevi”. Gente que ainda considera o Brasil como um quintal daqueles que espionam até mesmo o Palácio do Planalto. E a Petrobrás. Do tipo que cultua a subserviência e prefere dirigir a palavra, preferencialmente, em inglês ou, como no passado, em francês.
Como foi possível remar contra a maré e edificar essa obra chamada Petrobrás, orgulho do povo brasileiro? Sem dúvida, combinando a boa política com a boa técnica. Ao sangue das pessoas que tombaram na luta contra os dominadores, somam-se a inteligência e o espírito desbravador de uma valorosa categoria de trabalhadores. Colegas de ontem e de hoje que forjaram a ferro e fogo e que continuam a fazê-lo com tamanha capacidade técnica, colocando a Petrobrás como campeã mundial em setor tão complexo, diante de concorrentes tão fortes.
Esforço coletivo que tornou essa empresa um poderoso instrumento de nosso país e de nosso povo. Instrumento de nossa ciência, de nossa tecnologia, de nossa afirmação em plano mundial frente à concorrência. Portanto, um verdadeiro objeto de afirmação de nossa soberania. E de nossa brasilidade.
Sua trajetória, porém, a fez passar de objeto a sujeito. Sujeito de nossa história. Posto que alcançou não como uma empresa, uma “S.A.” Por mais que seja uma empresa de sucesso inquestionável. Seus acionistas que o digam. Sujeito porque se confunde com o nosso conceito de nação.
Ao se colocar, sob a orientação de um governo progressista e comprometido com o futuro do povo brasileiro, a serviço do desenvolvimento, da geração de riquezas e valorização do trabalho, no combate às desigualdades regionais, a Petrobrás sai da condição de objeto para o patamar de sujeito. Muito mais do que uma empresa, uma vez que seu maior acionista é o povo brasileiro.
Financiar os investimentos no pré-sal ao preço de abandonar as demais regiões do país torna a Petrobrás uma simples S.A., um mero objeto. Porém fazê-lo sem abdicar do papel que lhe reservou a história, como peça chave para o desenvolvimento do nosso país, a torna fiel ao que merece o povo brasileiro: a Petrobrás é Brasil!
 *George Câmara, petroleiro, advogado e vereador em Natal pelo PCdoB.
Publicado no Portal Vermelho em 8 de outubro de 2013.
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George vota a favor da venda compartilhada de Passagens
Proposta coloca Prefeitura como fiscal e divide responsabilidade pela comercialização entre SITOPARN e SETURN.
Os Vereadores de Natal aprovaram em sessão na última terça-feira (9) uma emenda ao projeto da bilhetagem única enviado pela Prefeitura à Câmara e que estabeleceu um mesmo cartão de transporte para ônibus e alternativos que circulam na cidade. A emenda aprovada institui o compartilhamento da venda das passagens entre o Sindicato dos Transportes Opcionais (SITOPARN) e o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município do Natal (SETURN). O Vereador George Câmara (PCdoB) votou favorável à proposta.
Desta forma, a comercialização dos bilhetes de passagens na bilhetagem eletrônica ficará a cargo das Concessionárias (Permissionárias) ou Entidade representativa das empresas de ônibus e dos Opcionais (Alternativos) de Natal, assegurando, porém, a integração no uso das carteiras junto à todo o Sistema de Transporte Público da capital. A Prefeitura será a responsável por fiscalizar e regular o serviço.
O vereador George Câmara (PCdoB) julgou como vitoriosa a decisão. Para ele, a derrubada do controle majoritário na comercialização das passagens fortalece a democracia e dará mais transparência ao serviço oferecido. “Com esta aprovação, teremos como analisar melhor a planilha de custos do serviço prestado. Ao comparar alguns dados entre Alternativos e Ônibus, poderemos ver se há inverdades nas contabilidades divulgadas. De toda forma, temos ainda que acompanhar e cobrar da Prefeitura, uma fiscalização atuante da venda das passagens. No final das contas, só quem tem a ganhar é o usuário do Sistema de Transporte Público”, explicou o parlamentar.

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