sábado, 14 de setembro de 2013

Mortes "de repente" mata mais no Brasil.


Palavras do Dr. Geniberto de Paiva Campos, potiguar, conterrâneo amigo de todos, médico cardiologista em Brasília, titular do Biocardios - Instituto do Coração. Alumnus do Imortal Professor Ernani Rosado (Turma 1966 - UFRN). Abs. Cortez.

Morte súbita é responsável por um terço dos óbitos

A doença das coronárias e a doença de chagas são responsáveis por um terço dos óbitos no Brasil. E desse total, 10% são de mortes súbitas. A afirmação foi feita pelo médico cardiologista Geniberto Paiva Campos, do Procar - Cardiologia e Cirurgia Cárdio Vascular de Brasília - ao programa "Falando Francamente", da Rádio Nacional da Amazônia.
A morte súbita pode ocorrer em pessoas sadias, e acontece num período de 24 horas, sem apresentar causa aparente, quando o indivíduo está geralmente bem, desfalece e, em seguida, morre. Essa situação é conhecida como Síndrome da Morte Súbita e pode ter várias causas. Para o cardiologista, a principal delas é a doença do coração, ou doença das coronárias, que atinge pessoas em todo o mundo.
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"O infarto do miocárdio pode provocar a morte súbita, a doença de chagas também pode provocar. E tem a morte súbita, que a gente chama de morte elétrica, em que o indivíduo aparentemente está bem e de repente ocorre uma alteração no ritmo do coração, levando-o à morte", disse o médico Geniberto, ao relacionar três condições que, basicamente, respondem pela morte súbita.
Segundo o cardiologista, ninguém deve fazer exercícios físicos sem consultar um médico, para fazer uma avaliação do sistema cárdio-respiratório e saber as condições pulmonar, respiratória e vascular. Geniberto Campos adiantou que às vezes algumas doenças mais complexas podem alterar a condição do indivíduo no dia-a-dia e na prática esportiva e, por isso, é bom fazer um exame clínico para saber se o coração está funcionando bem.
"Deve ser feito no mínimo um eletrocardiograma e, depois, pode-se fazer outros tipos de exames, como os testes hergonométrico e espirométrico para avaliar as condições respiratórias e um ecocardiograma". Para o cardiologista, esses exames ajudam bastante o médico e o atleta de alta performance ou o de fim-de-semana. Ele recomenda que pelo menos uma vez por ano as pessoas submetam-se a uma avaliação física, principalmente as que têm mais de 40 anos, idade em que os exames passam a ser obrigatórios.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Visitem o saite dhnet.org.br e vejam as matérias sobre a Campanha de Angicos.

Método Paulo Freire – 30 anos da campanha de alfabetização de adultos de Angicos/RN
1962-1992 – Série de Reportagens do jornalista Luiz Gonzaga Cortez – Prêmio jornalista Raimundo Ubirajara de Macedo – 1993.
A primeira matéria da série de reportagens foi publicada no Caderno “DN Educação”, do Diário de Natal, Ano I, número 002, em 16 de setembro de 1992, sob o título “ Igreja recusa apoiar método Paulo Freire
metodo_paulo_freire.htm
Método Paulo Freire – 30 anos da campanha de alfabetização de adultos de Angicos/RN
1962-1992 – Série de Reportagens do jornalista Luiz Gonzaga Cortez – Prêmio jornalista Raimundo Ubirajara de Macedo – 1993.
A primeira matéria da série de reportagens foi publicada no Caderno “DN Educação”, do Diário de Natal, Ano I, número 002, em 16 de setembro de 1992, sob o título “ Igreja recusa apoiar método Paulo Freire”.
mov_estudantil_rn_1.htm


SEGUNDA-FEIRA, 25 DE JULHO DE 2011

Campanha de alfabetização de adultos será lembrada.

Os 50 anos da campanha de alfabetização de adultos será lembrado em 2012 em Natal, por um grupo de admiradores do professor Paulo Freire, idealizador do método revolucionário de alfabetização que foi implantado em Angicos, terra do governador Aluizio Alves. Em 1992, publicamos uma série de reportagens no Diário de Natal, através do caderno Educação, editado pela jornalista Ana Maria Cocentino Ramos. Vamos transcrever as reportagens.


25/07/2011


Método Paulo Freire – 30 anos da campanha de alfabetização de adultos de Angicos/Rn.

1962-1992 – Série de Reportagens do jornalista Luiz Gonzaga Cortez – Prêmio jornalista Raimundo Ubirajara de Macedo – 1993.

A primeira matéria da série de reportagens foi publicada no Caderno “DN Educação”, do Diário de Natal, Ano I, número 002, em 16 de setembro de 1992, sob o título “ Igreja recusa apoiar método Paulo Freire”.



Há trinta anos, desenvolveu-se no centro geodésico do Estado do Rio Grande do Norte, em Angicos, a campanha de alfabetização em massa de adolescentes e adultos, de 14 a 70 anos de idade, da América Latina. Foi a aplicação do chamado “Método Paulo Freire” de Alfabetização de Adolescentes e Adultos que, em 40 horas/aulas, alfabetizou centenas de criaturas que tinham “fome da cabeça”, graças ao inédito sistema pedagógico que alfabetizava e conscientizava políticamente.

O método era diferente, até então, dos já aplicados pela educação tradicional. Não havia livros nem cartilhas, mas uma série de palavras geradoras. Não havia professor. O coordenador era quem ensinava. Classe? Não existia. Os alunos eram reunidos em “círculos de cultura”. E os locais? Eram colégios, salões ou locais suntuosos ou não? A resposta também é não.

As “turmas”de adolescentes e adultos, os círculos de cultura, reuniam-se em qualquer local – debaixo de uma mangueira, na cela de uma cadeia pública, no armazém da fazenda, no alpendre de uma casa do sítio do pequeno lavrador, numa escola abandonada, sem luz elétrica, água encanada e as tradicionais instalações escolares.

As aulas eram ministradas à noite, depois do término da labuta diária dos alunos, de ambos os sexos, com os mínimos meios que dispusessem. As primeiras turmas contavam com rapazes, moças, velhos, homens e mulheres calejados pelo trabalho pesado na agricultura, na marcenaria e construção civil etc. Eram jovens e velhos operários e camponeses de uma terra calcinada e abandonada pelos poderes públicos.

Planejada em 1962 e iniciada em 18 de janeiro de 1963, os participantes da “Experiência de Angicos”, executada pelo Serviço Cooperativo de Educação, da Secretaria de Educação e Cultura do Estado do RN – SECERN, através do Setor de Alfabetização de Adultos, viveram momentos fantásticos e inusitados em Angicos – viram mudo falar, viram crianças de 5 anos se alfabetizar sem ser alunas e o povo pensar que o Presidente da República ainda era Getúlio Vargas

Campanha de alfabetização de adultos, no governo Aluizio Alves, comemora 50 anos. Tevê exibe programa às 17 horas de hoje.

QUINTA-FEIRA, 12 DE SETEMBRO DE 2013

PAULO FREIRE - 50 ANOS DEPOIS


SALTO PARA O FUTURO CELEBRA OS 50 ANOS DE ANGICOS: 
UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DE ALFABETIZAÇÃO IDEALIZADA POR PAULO FREIRE
Edição especial ao vivo comemora o cinquentenário das "40 horas de Angicos", que alfabetizou 300 adultos no interior do Rio Grande do Norte
Dia dois de abril 1963. O então presidente João Goulart presidiu em Angicos, município do sertão do Rio Grande do Norte, a cerimônia de entrega de certificados a 300 alunos que foram alfabetizados em apenas 40 horas/aula. Idealizado por Paulo Freire, o projeto contou com a participação de educadores locais que pesquisaram as chamadas "palavras geradoras", selecionadas a partir do universo dos moradores da região. E é esta experiência pioneira de alfabetização de adultos que o Salto para o Futuro apresenta no Especial "Paulo Freire: 50 Anos de Angicos", na próxima sexta-feira, dia 13 de setembro, às 17 horas.
Professor da Universidade de Brasília e consultor do especial, Genuíno Bordignon, acredita que "Angicos foi um marco de uma pedagogia de educação para a cidadania ativa, pensada para uma mudança radical da sociedade brasileira, transformando massa amorfa em povo participante. Para Paulo Freire, alfabetizar era muito mais do que um processo de codificação e decodificação de palavras. Acima de tudo, era promover a conscientização, a compreensão do mundo e o conhecimento da realidade social com base na discussão sobre os diversos temas surgidos a partir das palavras geradoras e das novas palavras formadas pelos alunos".
Debate será transmitido ao vivo e contará com a participação do público
O debate ao vivo vai apresentar três vídeos sobre a vida, a obra e o legado de Paulo Freire para a educação, além de contar como aconteceu a experiência de Angicos. O programa terá ainda a presença dos convidados: Francisco das Chagas Fernandes, secretário executivo adjunto do Ministério da Educação; o professor e advogado Marcos Guerra, um dos coordenadores do círculo de cultura nas 40 Horas de Angicos; e Maria Eliete Santiago, professora da Universidade Federal de Pernambuco.
O Salto para o Futuro edição especial "Paulo Freire: 50 Anos de Angicos" será transmitido ao vivo e terá a participação do público, que pode interagir por meio de diversos canais. Por telefone, basta ligar durante o programa para 0800-282-6757. No Twitter e no facebook é só enviar a pergunta ou comentário usando a hashtag #saltoparaofuturo. Também no facebook, o internauta pode deixar sua mensagem no endereçofacebook.com/tvescola. Os participantes também têm a opção de gravar um vídeo com perguntas ou comentários, postá-lo no Youtube e enviar o link para o e-mail salto@mec.gov.br.
No site do Salto para o Futuro tvbrasil.org.br/salto, o internauta encontra a publicação eletrônica sobre o tema. Os professores e gestores também podem visitar o fórum de discussão e trocar ideias com outros educadores.
Serviço:
Programa Salto para o Futuro – TV Escola
Edição Especial: Paulo Freire: 50 Anos de Angicos
Debate ao Vivo: sexta-feira, 13 de setembro de 2013, às 17 horas (Reprise às 21h).
Internet: tvbrasil.org.br/salto

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Corrupção em arquidiocese da Alemanha.

Antes uma palavrinha: Esses senhores/herren/seigneurs/milord, ou outros anacrônicos,  vivem como no século de Lutero. Quando o famigerado enviado papal, cardeal dominicano Tommaso Cajetan quis subjugá-lo, submetê-lo, em nome da "santa-sé" e assim evitar a chamada Reforma, Martinho bradou: arrêtez-lá, l'infâme! La vie au Vatican, à Rome historique que tous vous ne respectez pas, est totâlement contre les principes de Jésus Christ que vous aussi ne les ont respectés jamais! E presenteou-o com a primeira tradução vernacular já feita, até então, da Bíblia. O cardeal estava em terras alemãs, fulo de raiva e sedento "du sang", pressentiu de imediato que seria melhor retornar a Roma e relatar o fato ao santo padre. Leão X, considerado simo-sodomita mais tarde morto em circunstâncias tipo João Paulo I, provavelmente envenenado, lança uma bula excomungando-o. Exsurge Domine é o início do fortalecimento do luteranismo, a vitória das 95 teses "Contra Ecclæsiam", contra a venda de indulgências e outras irracionalidades papais. 

Capa da 1ª edição da bula.Exsurge Domine é o nome da bula pontifícia emitida pelo papa Leão X em 15 de junho de 1520 em resposta às 95 teses de Martinho Lutero e aos seus escritos sucessivos. Dessas 95, o papa reconhecia como válidas 54 teses, mas pedia que Lutero se retratasse por 41 delas, assim como por outros erros especificados, oferecendo um prazo de 70 dias a partir da sua publicação.Ainda que a bula não criticasse diretamente todos os pontos tocados pelo então monge alemão, proibia que em todos os países católicos fosse publicada, vendida e lida qualquer literatura que contivesse os erros e as heresias contidas nas 95 teses, solicitando às autoridades seculares que se encarregassem de respeitar e fazer respeitar a bula em seus territórios.
O prazo final de 10 de dezembro de 1520 foi o dia em que Lutero queimou a sua cópia da bula juntamente com os volumes do Código de Direito Canônico.

 


Vaticano investiga acusações contra bispo alemão por compra de mansão

  • Oficialmente, trata-se de uma ‘visita fraternal’ à diocese de Limburgo
  • Bispo Franz-Peter Tebartz-van Elst já foi acusado de mentir, ser narcisista e esbanjar o dinheiro da Igreja
PARIS — O Vaticano começou nesta segunda-feira uma investigação pouco comum sobre uma arquidiocese católica alemã, depois que um bispo foi acusado de gastar excessivamente na compra de uma mansão. Oficialmente, trata-se de uma “visita fraternal” à diocese de Limburgo pelo cardeal Giovanni Lajolo, ex-núncio do Vaticano em Berlim. Em resposta, o bispo Franz-Peter Tebartz-van Elst disse em comunicado que esperava receber o representante da Santa Sé.
A visita marca a nova determinação do Vaticano para se envolver rapidamente quando há casos que sugerem que uma má gestão dos recursos da Igreja. Tebartz-van Elst já foi acusado de mentir, ser narcisista e esbanjar o dinheiro nas suas extravagâncias.
A diocese emitiu uma carta enviada pelo bispo Marc Ouellet, prefeito da Congregação para os Bispos na Santa Sé, dizendo que a controvérsia “coloca sob pressão a unidade do bispo com seus fiéis” e “ameaça a integridade de seu ofício e de sua pessoa”. Ouellet afirmou ainda que o próprio bispo tinha pedido uma “visita apostólica”, uma investigação muitas vezes imposta por Roma depois de um escândalo, mas disse que o Vaticano tinha total confiança na sua gestão e realizaria a “visita fraterna”, um processo menos formal. A carta não menciona uma data para um relatório final. 
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Um adendo
 Abraspas:
Papa Leão X (Nascido Giovanni di Lorenzo de' Medici11 de dezembro de 1475– 1 de dezembro de 1521) foi papa de 1513 até sua morte. Ele foi o último não-sacerdote a ser eleito Papa. Ele é conhecido principalmente por ser o papa do inicio da Reforma Protestante, iniciada por Martinho Lutero por suas 95 tesese por ter sido o último papa a ter visto a Europa Ocidental totalmentecatólica. Ele nasceu com o nome de Giovanni di Lorenzo de Medici. Ele era o segundo filho de Clarice Orsini e Lorenzo de Medici, o governante mais famoso da República de Florença. Seu primo, Giulio di Giuliano de Medici, viria a sucedê-lo como Papa Clemente VII (1523-34).

Vida inicial

Desde idade Giovanni e sua família demonstraram interesse por uma carreira eclesiástica. Seu pai pressionou o Papa Inocêncio VIII, que foi obrigado à nomeá-lo cardeal-diácono de Santa Maria em Domnica em março de 1489, quando tinha apenas sete anos, embora ele não tenha sido autorizado a usar as insígnias e demais deliberações do colégio dos cardeais até três anos depois. Giovanni recebeu uma cuidadosa educação na corte de Lorenzo, foi colega de humanistas como Angelo PolizianoPico della MirandolaMarsilio Ficino e Bernardo Dovizio Bibbiena. De 1489-1491, estudou teologia e Direito Canônico em Pisa sob instrução de Filippo Decio.
Em 23 de março de 1492, com apenas 16 anos, foi formalmente admitido no Colégio dos cardeais e assumiu a sua residência em Roma. A morte de Lorenzo no ano seguinte em 8 de abril, fez Giovanni mudar-se para Florença. Ele participou do conclave de 1492 que se seguiu à morte de Inocêncio VIII, e se opôs terminantemente à eleição do cardeal Rodrigo Borgia, que foi eleito como o Papa Alexandre VI. Posteriormente ele morou com seu irmão mais velho, Piero di Lorenzo de Médici em Florença, durante a agitação provocada por Girolamo Savonarola e a invasão do Carlos VIII de França, permanecendo lá até a revolta dos florentinos e a expulsão dos Medici, em novembro de 1494. Enquanto Piero encontrou refúgio em Veneza e Urbino, Giovanni viajou para Alemanha, Holanda e França.
Em maio de 1500, retornou a Roma, onde foi recebido com cordialidade por Alexandre VI, e onde viveu por vários anos estudando arte e literatura. Em1503 ele apoiou Júlio II como papa, e no mesmo ano após a morte de Piero de Medici, Giovanni tornou-se líder de sua família. Em 1 de outubro de 1511, foi nomeado legado papal de Bologna e da Romagna, e quando a república florentina declarou-se a favor dos pisanos cismáticos, Júlio II mandou-o contra sua cidade natal como líder do exército papal. Esta e outras tentativas para recuperar o controle político de Florença foram frustradas, até que uma revolução pacífica permitiu o retorno dos Medici. O irmão mais novo de Giovanni, Giuliano foi colocado na liderança da república, mas Giovanni tinha grande influência no governo.

Vida como Papa

Giovanni foi eleito Papa em 9 de março de 1513, o primeiro a ser eleito na Capela Sistina, com apenas 37 anos, no que foi proclamado dois dias depois. Em 15 de março foi ordenado sacerdote e em 17 de março, ele foi consagrado bispo de Roma pelo cardeal Raffaele Riario, bispo de Ostia e Velletri, e decano do Sacro Colégio dos Cardeais. Ele foi coroado em 19 de março pelo Cardeal Alessandro Farnese, Protodiácono de S. Eustachio.

Quinto Concílio de Latrão

Durante dois ou três anos de intrigas políticas e guerra incessante, o Quinto Concílio Latrão pode realizar muito pouco. O objetivo principal do concilio era a reforma da disciplina e moral da igreja, que só poderia ser obtida adequadamente com consenso dos reinos cristãos, e tanto Leão e o concílio, não conseguiram obter esse acordo.
Suas conquistas mais importantes foram o registro na sua décima primeira sessão (9 de dezembro de 1516), com a confirmação da concordata entre Leão X e Francisco I, que estava destinada a regular as relações entre a Igreja francesa e a Santa Sé. Leão fechou o concilio em 16 de março de 1517. Ele conseguiu encerrar o cisma pisano.

Guerra de Urbino

O ano que marcou o encerramento do Concílio de Latrão também foi marcado pela guerra de Leão contra o Duque de Urbino Francisco Maria I Della Rovere. Leão tinha intenção de que seu irmão Giuliano e, seu sobrinho Lorenzo, tivessem uma brilhante carreira secular. Ele havia chamado ospatrícios romanos, que ele havia colocado no encargo de Florença, para criar um reino no centro da Itália, formado por ParmaPiacenzaFerrara e Urbino.
A morte de Giuliano em março de 1516, no entanto, transferiu o favoritismo do papa para Lorenzo. A guerra durou de fevereiro a setembro 1517 e terminou com a expulsão do Duque e a vitória de Lorenzo.

Planos para uma Cruzada

sultão Selim I conseguiu diversos avanços territoriais e começava a ameaçar invadir a Europa ocidental. Consequentemente, Leão sentiu a necessidade de paralisar o avanço do Império Otomano e elaborou planos para uma cruzada. Uma trégua devia ser proclamada em toda a cristandade, ficando o Papa como o árbitro de disputas, o Sacro Imperador Romano-Germânico e o Rei de França a liderar o exército e InglaterraEspanha ePortugal deviam fornecer a frota; e as forças combinadas deveriam ser dirigidas contra Constantinopla. A diplomacia papal para manter a paz falhou, e por conseguinte os planos para uma cruzada, e grande parte do dinheiro arrecadado foi gasto noutros fins.
Em 1519 a Hungria concluiu uma trégua de três anos com Selim I, mas o próximo sultão, Solimão, o Magnífico, recomeçou a guerra em Junho de 1521 e a 28 de Agosto capturou a cidadela de Belgrade. O Papa demonstrou-se muito assustado, e enviou cerca de 30.000 ducados para ajudar os cristãos húngaros.

Cismas e heresias

Leão foi perturbado por todo o seu pontificado por heresias e cismas, especialmente a Rebelião desencadeada por Martinho Lutero.

O cisma protestante[editar]

Em resposta a preocupações sobre a má conduta de alguns funcionários da igreja, em 1517 Martinho Lutero postou suas noventa e cinco teses na porta da igreja em Wittenberg. Leão não conseguiu compreender totalmente a importância do movimento, e em fevereiro de 1518 dirigiu-se ao vigário-geral dos Agostinianos para controlar os seus monges.
Em 30 de Maio, Lutero enviou uma explicação de suas teses ao papa, em 7 de agosto, ele foi intimado a comparecer em Roma. Um acordo foi efetuado, no entanto, segundo o qual a petição foi cancelada, e Lutero foi para Augsburgem outubro de 1518 para explicar-se ao legado papal, Cardeal Caetano, mas nem os argumentos do cardeal, nem a bula papal de 9 de Novembro fez Lutero retrair-se. Um ano de negociações infrutíferas se seguiram, durante os quais a controvérsia espalhou-se por todos os Estados alemães.
A bula papal adicional Exsurge Domine de 15 de junho de 1520 condenou quarenta e uma proposições extraídas dos ensinos de Lutero, e foi levado para a Alemanha por Eck, na sua qualidade de núncio apostólico. Leão formalmente excomungou Lutero pela bula de 3 de janeiro de 1521.
Foi também sob o pontificado de Leão que o movimento protestante foi criado na Escandinávia. O papa tinha em 1516, enviado o núncio papal Arcimboldi para a Dinamarca. O Rei Christian II, que desejava consolidar seu poder, expulsou Arcimboldi em 1520 e convocou teólogos luteranos paraCopenhague. Christian aprovou um plano pelo qual uma igreja estatal devia ser estabelecida na Dinamarca, todos os apelos para a Santa Sé deviam ser abolidos, e o rei devia possuir a jurisdição final em causas eclesiásticas. Leão enviou um novo núncio para Copenhague (1521), Francesco Minorite de Potentia, que resolveu parcialmente o problema.

Papel nas Guerras Italianas e anos finais

Leão apoiou o rei Luís XII de França e ratificou uma aliança com Veneza, fazendo um esforço para recuperar o Ducado de Milão, após tentativas infrutíferas para manter a paz, se juntou a Liga dos Mechlin em 5 de abril de 1513 com o imperador Maximiliano IFernando II de Aragão e Henrique VIII de Inglaterra. Os franceses e os venezianos tiveram sucesso primeiramente, mas foram derrotados em junho, na Batalha de Novara. Os venezianos continuaram a luta até outubro. Em 9 de Dezembro, foi ratificada a paz com Luís XII.
Uma nova crise ocorreu entre o Papa e o novo rei da França, Francisco I, que desejava recuperar Milão e o Reino de Nápoles. Leão então formou uma nova liga com o imperador e o rei da Espanha, e obteve apoio inglês. Francisco invadiu a Itália em agosto e em 14 de Setembro ganhou a Batalha de Marignano. Em outubro, Leão retirou as suas tropas de Parma e Piacenza, concentrando-as na defesa de Roma e Florença.
A morte do imperador Maximiliano em 1519 afetou seriamente a situação. Leão vacilava em apoiar os candidatos para a sua sucessão, inicialmente ele favoreceu Francisco I. Ele finalmente aceitou Carlos V da Espanha como o sucessor inevitável, e a eleição de Carlos (28 de junho de 1519) ocasionou a deserção de Leão de sua aliança francesa.
Leão demonstrou-se ansioso para unir Ferrara, Parma e Piacenza para osEstados da Igreja. Uma tentativa final de 1519 para anexar Ferrara falhou, e o Papa reconheceu a necessidade de ajuda externa. Em maio de 1521 um tratado de aliança foi assinado em Roma entre ele e o imperador. Milão eGenova seriam tomadas da França e reanexadas ao Império Romano-Germânico, e Parma e Piacenza seriam anexadas aos Estados da Igreja após a expulsão dos franceses. A despesa de alistar 10.000 suíços foi distribuída equitativamente entre o papa e o imperador. Carlos tomou Florença e colocou-a sob proteção da família Médici. Leão concordou em coroá-lo imperador em Nápoles, para ajudar em uma guerra contra Veneza. Estava previsto que a Inglaterra e os suíços poderiam participar. Henrique VIII anunciou sua adesão, em agosto. Francisco I já tinha começado a guerra contra Carlos em Navarra. E, na Itália, também, os franceses fizeram o primeiro movimento hostil em 23 de junho de 1521. Leão pediu que Francisco cedesse Parma e Piacenza. Em nvembro 1521 as tropas papais capturariam as províncias, assim como Milão do franceses.
Durante seu pontificado Leão reformou drasticamente o Colégio dos Cardeais, combatendo a corrupção e fazendo uma mudança radical na instituição. Em 3 de julho de 1517, ele publicou os nomes dos trinta e um novos cardeais, um número quase sem precedentes na história do papado. As indicações eram de homens notáveis como Lorenzo Campeggio, Giambattista Pallavicini, Adriano de UtrechtTomás Caetano, Cristoforo Numai e Egídio Canísio.
Tendo ficado doente de malária, Leão X morreu repentinamente em 1 de Dezembro de 1521, sem nem mesmo a extrema unção pudesse ser administrada nele, mas as suspeitas contemporânea de veneno eram infundadas. Ele foi enterrado na Igreja de Santa Maria sopra Minerva.

Controvérsias e falsas acusações

Anteriormente foram escritos muitos fatos conflitantes e difamatórios sobre a personalidade e as realizações de Leão X, uma vez que pontificou durante a criação do protestantismo. Estudos mais recentes têm questionado a veracidade histórica de várias dessas alegações. Um relatório do embaixador veneziano Marino Giorgi de março 1517, indica algumas de suas características predominantes :
O papa é um bem-humorado e extremamente livre, homem de coração, que evita todas as situações difíceis e, acima de tudo quer a paz (...), ele ama de aprendizagem; o direito canônico e literatura, possui um conhecimento notável, ele é, aliás, um músico excelente.
Vários historiadores têm sugerido que Leão seria homossexual, esses setores sustentam sua posição citando cartas de Francesco Guicciardini, que aludem à ativas relações homossexuais por parte de Leão - alegando que o Conde Ludovico Rangone e Galeotto Malatesta seriam seus amantes. Outros setores difamatórios, por sua vez, afirmam que ele morreu na cama, envolvido em um ato sexual com uma jovem. Quando ele se tornou papa, é frequentemente citado que Leão X disse ao seu irmão Giuliano: "Desde que Deus nos deu o papado, vamos desfrutá-lo", mesmo que nessa época seu irmão não estivesse em Roma. Alguns setores chegaram a sustentar que o papa seria ateu, embora não haja qualquer prova que indique isto . No entanto, tais frases e eventos atribuídos à Leão X, ilustram a falta de seriedade relacionada ao Papa.
Cesare Falconi defendeu que Leão seria apaixonado pelo nobre veneziano Marcantonio Flaminio. Von Pastor argumentou, no entanto, contra a credibilidade desses depoimentos, e rejeitou as acusações de imoralidade, como polêmicas antipapais. Por exemplo, Gucciardini não era residente na corte papal durante o pontificado de Leão e sendo seu inimigo, desejava difamá-lo. Outros contemporâneos de Leão que conviveram com ele, como Mateus Herculano elogiaram sua castidade. Strathern argumenta que Leão não era sexualmente ativo como papa

Legado

Condenação da escravidão e defesa do abolicionismo[editar]

Leão X, seguindo os documentos precedentes de seus antecessores Pio II eEugênio IV, emitiu documentos para os reinos de Portugal e da Espanhacontra o tráfico negreiro, e mandando restituir à liberdade os escravos.

Instituições de caridade

Leão X foi também pródigo em caridade: asilos, hospitais, conventos, soldados feridos, peregrinos, estudantes pobres, exilados, aleijados, doentes e outras pessoas foram auxiliadas, sendo que mais de 6.000 ducados foram anualmente distribuídas em esmolas.

Papel na educação

Leão escreveu uma constituição em 5 de novembro de 1513 reformando a universidade romana, que tinha sido negligenciada por Júlio II. Ele restaurou todas as suas faculdades, concedeu salários maiores para os professores, e convocou professores de outras localidades como Pádua ou Bolonha para lecionar na universidade, em 1514 esta faculdade possuía oitenta e oito professores.
Leão chamou Janus Lascaris a Roma para dar aulas de grego, e comprou uma prensa tipográfica de grego em 1515, imprimindo os primeiros livros nessa língua na Itália. Leão também favoreceu a população judaica dos Estados da Igreja. Ele fez Rafael cuidar das antiguidades clássicas de Roma e seus arredores. Os latinistas Pietro Bembo e Jacopo Sadoleto foram secretários do papa, assim como o famoso poeta Bernardo Accolti.
Outros poetas, foram Marco Girolamo VidaGian Giorgio Trissino e escritores como Matteo Bandello.

Papel nas artes e na arquitetura

Leão possuía grande interesse em arte e literatura, patrocinando-a em larga escala, como patrono das artes, Leão X possui um lugar de destaque entre os papas. Ele tornou Roma o centro da cultura. Embora ainda um cardeal, ele restaurou a igreja de Santa Maria e, como papa teve San Giovanni dei Fiorentini, sbre a Via Giulia construída. Também patrocinou os projetos de Jasopo Sansovino e da Basílica de São Pedro do Vaticano sob Rafael Sanzio eAgostino Chigi.

Na cultura moderna

Uma vez que Leão X viveu durante a criação das primeiras linhas de pensamento protestante, e as condenou e refutou através da bula Exsurge Domine, esse documento; primeiro a condenar formalmente o protestantismo, se tornou, para alguns católicos tradicionalistas, um ícone e um símbolo da defesa da fé católica, o que pode ser observado por exemplo, pelo fato de um site brasileiro de apologética receber seu nome , bem como pelo decreto constar no Denzinger , um compêndio que reúne os principais expoentes doutrinais da Igreja.

Brasão

  • Descrição: Escudo eclesiástico de jalde com cinco arruelas de golespostas: 2,2 e 1; acompanhadas em chefe de uma arruela maior de blaucarregado com três flores de lis de jalde postas: 2 e 1. O escudo está assente em tarja branca. O conjunto pousado sobre duas chaves decussadas, a primeira de jalde e a segunda de jalde, atadas por um cordão de goles, com seus pingentes. Timbre: a tiara papal de argente, com três coroas de jalde. Quando são postos suportes, estes são dois anjos de carnação, sustentando cada um, na mão livre, uma cruz trevolada tripla, de jalde.
  • Interpretação: O escudo obedece às regras heráldicas para os eclesiásticos. Nele estão representadas as armas familiares do pontífice, os Medici, que estarão também presentes nos brasões dos papas:Clemente VIIPio IV e Leão XI. O campo de jalde (ouro) simboliza: nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio. As arruelas são círculos de esmalte que para alguns autores representam a sorte, por imitarem a face de um dado; para outros representam um plano de corte de um tronco de árvore e ainda a matéria prima que pode ser comercializada e transformada em moeda. As arruelas de goles (vermelho), também ditas “guses”, representam, por seu esmalte, valor, empreendimento, ousadia e ainda o fogo da caridade inflamada no coração do Soberano Pontífice pelo Divino Espírito Santo, que o inspira diretamente do governo supremo da Igreja, bem como valor e o socorro aos necessitados, que o Vigário de Cristo deve dispensar a todos os homens. A arruela de blau (azul), também dita “heurte”, carregada de três flores-de-lis, são o símbolo da Casa Real da França, á qual se ligou aCasa de Médici. Os elementos externos do brasão expressam a jurisdição suprema do papa. As duas chaves "decussadas", uma de jalde (ouro) e a outra de argente (prata) são símbolos do poder espiritual e do poder temporal. E são uma referência do poder máximo do papa como sucessor de Pedro conforme o episódio evangélico conhecido comoConfessio Petri. Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores. A tiara papal, usada como timbre, recorda, por sua simbologia, os três poderes papais: de Ordem, Jurisdição e Magistério, e sua unidade na mesma pessoa.



Fechaspas.



Abs. Francisco A Cortez-Gomes



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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Natalense e vascaíno, Solino morreu no dia 5. Morte do repórter não foi registrada na imprensa de Natal.

Acho que você o conheceu. Foi meu colega no Externato Salesiano São José entre 1952-1955. Morava na Deodoro vizinho a seu Lucena, pai de Jardelino, dono do Tabuleiro da Baiana. Inteligente, educado, elegante no trato com todos. Abs. Chiq.


Morre o jornalista José Ubiratan Solino

A ABI lamenta, com o mais profundo pesar, o falecimento do jornalista José Ubiratan Solino, ocorrido na sexta-feira, 5 de março, no Hospital do Andaraí, às 7h5, onde estava internado desde o dia 26 de fevereiro. Seu sepultamento foi sábado, no Cemitério do Catumbi, às 10h.
José Ubiratan era sócio efetivo da ABI desde 1972. Natural do Rio Grande Norte, tinha 67 anos e era um vascaíno muito querido pelos colegas. “Ele fazia muita festa quando ia ao Maracanã, era muito extrovertido, expansivo com os colegas e um jornalista muito capacitado”, diz Adail de Paula, do conselho fiscal da ABI.
Solino trabalhou no Jornal do Commércio, O Globo, foi editor da Última Hora, colaborador da Revista do Turismo e assessor de imprensa. Foi editor eventual do Jornal da ABI. No volume 3 da edição especial do centenário da ABI, levantou e publicou as matérias: “Rian: a caricaturista que tirou Rui Barbosa do sério”, “Nestor Moreira, um coice de mula na democracia”, “Vladimir Herzog – 1975: A impunidade que não acabou”, “Tim Lopes, um repórter chamado coragem”. A matéria ensejou ao jornalista Roberto Sander, sócio da ABI e editor do livro “O crime que abalou a República – Especulando sobre a morte de um repórter em uma delegacia de Copacabana e outras histórias do Brasil da era Vargas”, que será lançado em breve. Foi também assessor de imprensa da Casa das Beiras, instituição que reúne portugueses e seus descendentes, na Tijuca (Zona Norte do Rio).
Ultimamente contribuía com a equipe do Jornal do CASACA! além do programa “Casaca no rádio”. “A nossa homenagem a um grande vascaíno. Os nossos sentimentos à família, a solidariedade aos amigos e a sensação imediata de vazio e saudade”, equipe Casaca.

Na secretária eletrônica de sua residência ele gravou a mensagem: ”Enquanto existir um coração infantil o Vasco será eterno”. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Moreira Lima, democrata e nacionalista, faleceu ontem.

14/08/2013 - 13h25 - Fonte: UOL.

Brigadeiro Rui Moreira foi uma inspiração internacional, diz pesquisadora alemã


LEITORA NINA SCHNEIDER
DE KONSTANZ (ALEMANHA)
Ouvir o texto
Hoje estou triste, pois faleceu uma pessoa que muito me inspirou -- o brigadeiro Rui Moreira Lima.
Democrata de verdade, não para inglês ver, ele nunca deixou de lutar pela democracia, nem sob ameaça física.


Arriscou sua vida tanto combatendo nazistas e fascistas durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, como integrante da FAB, quanto durante o regime militar brasileiro, quando ficou preso três vezes.
Mesmo após 1985, ele lutou pela anistia completa dos militares cassados como membro e até presidente da Associação Democrática e Nacionalista dos Militares (Adnam).
Quando tive a honra de lhe tomar depoimentos, ele me contava como combatia os soldados alemães, e nós rimos quanto à situação especial: estávamos nós dois conversando; ele, um herói da Segunda Guerra Mundial, que depois foi vítima da ditadura brasileira; eu, uma pesquisadora alemã da terceira geração pós-nazista, pesquisando uma vítima do regime autoritário brasileiro.
Nina Schneider/Arquivo Pessoal
O brigadeiro-do-ar Rui Moreira Lima, que lutou na Segunda Guerra Mundial e depois foi perseguido na Ditadura Militar, em sua casa em agosto de 2012. Ele morreu ontem, aos 94 anos
O brigadeiro-do-ar Rui Moreira Lima, que lutou na Segunda Guerra Mundial e depois foi perseguido na Ditadura Militar, em sua casa em agosto de 2012. Ele morreu ontem, aos 94 anos
O brigadeiro Rui Moreira Lima tinha uma cabeça muito aberta, argumentava com clareza, sempre armado com bons argumentos, e ao mesmo tempo nunca traiu suas grandes convicções: a democracia de verdade (justiça social incluída).
Em 1970, quando preso pela terceira vez, ele foi interrogado por um oficial do DOI-Codi no Rio e respondeu: "considero-me um liberal, democrata, incapaz de viver num regime no qual o povo não possa participar através das urnas, em votação direta e livre".
O Brigadeiro Rui Moreira Lima, associado com a ala militar nacionalista da esquerda, foi mais que um herói brasileiro. Ele foi um democrata convicto quem inspirou até os estrangeiros.
Democracia de verdade não conhece fronteiras, e pessoas corajosas com caráter e postura são raras e admiradas no mundo inteiro.
Um abraço à Dona Julinha e ao Pedro.
Nina Schneider é pesquisadora pela União Europeia na Universidade de Konstanz, na Alemanha, e doutora em História pela Universidade de Essex, na Inglaterra. Estuda, entre outros temas, as políticas de memória e reparação em países que viveram regimes autoritários.
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