sábado, 7 de dezembro de 2013

MAGNÍFICO! PREFEITURA DE ACARI GASTA COM RECARGA DE TONNER O SUFICIENTE PARA IMPRIMIR QUASE 300 MIL CÓPIAS


Quando todos imaginavam que o absurdo da caminhonete que roda mais de 800 kms por dia dentro da cidade seria único, eis que o portal da transparência do município de Acari mostra que a coisa por lá não é de brincadeira, e desta vez mostra outro absurdo muito maior.
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Totalmente inexplicável, a Prefeitura de Acari, gastou de março/3013 até setembro 131 tonner para impressora à laser, que corresponde à262 mil cópias, isso segundo o portal de transparência da própria prefeitura, sem falar do material de expediente que ela contrata junto as gráficas.
Conforme o portal da transparência, a prefeitura de Acari gastou mais de um tonner de impressora por dia, isso sem descontar nenhum dos feriados, o que daria para imprimir quase 300 mil cópias.
Do Blog: Sabe o quê os vereadores da situação vão dizer? Que o blog não tem credibilidade. Então o portal da transparência está mentindo? Reflitam!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Ormuz Simonetti é elogiado.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013


ORMUZ BARBALHO SIMONETTI - UM HOMEM DE LUTA - PARABÉNS, HOJE É O SEU ANIVERSÁRIO E O NOSSO SÁBIO CONFRADE LHE DÁ O RECADO.


DR. CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES
ORMUZ BARBALHO SIMONETTI

Carlos D Miranda Gomes sexta-feira, 6 de dezembro de 2013.

  ORMUZ BARBALHO SIMONETTI - um homem de luta.
 CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES, do IHGRN e do INRG.

   Não data de longo curso a minha amizade com Ormuz, posto que começou na convivência cultural, quando pretendeu criar o Instituto Norte-Rio-Grandense de Genealogia. Naquela ocasião, nem sei mesmo como foi o nosso encontro e nem quem nos apresentou, embora já me agradasse saber ser o sogro de Catarina de Adilson Gurgel e Cristina e pai de Thiago, jovem e promissor advogado, a quem tenho particular admiração. Desde logo senti a sua disposição para o trabalho, que até se tornava difícil acompanhar, mas deu para chegar. Criamos o INRG. Depois também nos encontramos quando ele pretendeu ajudar o confrade Luciano Nóbrega, que estava com dificuldade para fechar a 1ª edição da Revista da ALEJURN. Foi você quem fez pesquisa de preços, providenciou as bonecas da obra e a sua impressão. Durante pequeno espaço de tempo, conviveu com alguns integrantes da Academia Jurídica, notadamente Jurandyr, Luciano, Maux, eu e Odúlio, mesmo que algumas pessoas interpretassem que ele “queria alguma coisa”, o que não é verdade, pois não tendo formação jurídica jamais poderia pleitear essa alegada “alguma coisa”. Mais adiante assumimos o encargo de ajudar Jurandyr Navarro na difícil tarefa de terminar o mandato de Enélio Petrovich e nos empenhamos, juntamente com João Felipe da Trindade para fazer um novo Estatuto Social do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, pois o então vigente datava de 1927, em desconformidade com as novas exigências do Código Civil. Aprovado o novo Documento Básico da Casa da Memória, já despertava uma pequena e gratuita oposição, sem justificativa. Apesar desse nosso trabalho, pretensos candidatos à Presidência do IHGRN não se lembraram dos nossos nomes e então resolvemos sair com uma chapa própria, tendo por cabeça o nome de Valério Mesquita. Fomos vitoriosos, arregaçamos as mangas e começamos a trabalhar. Quem frequenta a centenária Instituição é fácil ver as realizações já feitas, promovendo a modernização e atualização de procedimentos, celebração de cooperação técnica e financeira com órgãos públicos e privados, obtendo doação de material de expediente, computadores, três aparelhos de ar condicionado, verbas para tocar as inúmeras necessidades, atualização dos serviços prestados, liberação de certidões negativas federais e municipais, reordenamento de livros, reparação de salas, uma das quais para abrigar a Comissão que fará nova catalogação do acervo e muitas outras coisas mais. Mas o seu grande sonho era recuperar o auditório para que ele voltasse a servir para as aulas dos estudantes que por ali passam, as reuniões da Diretoria e palestras dos sócios, isto é, fez o bastante para despertar ciumadas, enfim, sem querer alimentou a “Rede de Intrigas”, que chegou sorrateira, covarde por denunciante anônimo ao IPHAN, logrando uma ordem de embargo e a disparada de mensagens grosseiras, não verdadeiras e tendenciosas, pela rede social, estas inauguradas por um confrade dos dois Institutos antes mencionados. Ormuz, Natal é uma cidade que sempre gostou de intrigas, endeusamento de uns e execração de outros, na direção que o vento dá, sem resguardo do princípio constitucional do contraditório e encontra abrigo em algumas pessoas que aderem sem saber nem do que se trata. Você é apenas a vítima da vez. Não perca o seu entusiasmo, pois a verdade será apresentada e todos conhecerão o seu caráter e o dos seus detratores, como também a indiferença ou omissão de outros. Hoje, nas comemorações dos seus 63 anos receba o meu abraço, a minha solidariedade e disposição de lhe ajudar a repor a verdade. Falo por mim, pois o IHGRN em breve dará a sua posição oficial. Lembro o pranteado Aldair Soares: ”Só deixo o meu Cariri no último pau de arara”.

AUTORIA DE CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Somos uma república sem povo?
(*) Rinaldo Barros
Estava eu posto em sossego quando um amigo telefona comentando sobre a confusão posta na atual conjuntura. Sem dúvida, uma crise na jovem democracia brasileira.
Compartilho com o leitor minha opinião: acho toda crise uma benção, porque nos indica que temos que abandonar o cadáver de nossas desilusões e trocá-lo pela inquietante lufada de ar do imponderável.
Preocupa-me bastante a crise generalizada da ausência de idéias e de projetos políticos.
Ensinava o saudoso Arcebispo honorário de Natal, Dom Nivaldo Monte, que a verdadeira fome não é de alimentos físicos, mas grave mesmo é a fome espiritual.
Ou seja, a pior miséria não é a material, mas a de conhecimento, miséria de espírito.
Outro sábio, o qual vive afirmando não entender de política, o filósofo e jornalista Agnelo Alves, tem-nos alertado para o fato de que, no Rio Grande do Norte, como de resto em todo o país, existem muitos candidatos; mas impera a escassez de projetos de desenvolvimento para a nossa sociedade. Como se fossem candidatos de si mesmos.
Nessa pobreza espiritual generalizada, ao eleitorado resta a alternativa de escolher entre nomes de pessoas, sem saber ao certo o que cada candidatura significa em termos de propostas. Por isso mesmo, ninguém deve estranhar o desencanto da nossa juventude pela dimensão política da vida. Há realmente pouco sinal de vida inteligente no planeta político brasileiro.
Quem são os candidatos, em termos de idéias ou projetos? Defendem quais bandeiras de luta? O que pensam sobre a Agenda 21? Quais deveriam ser as prioridades do PPA? Quais os melhores programas de desenvolvimento do BNDES? O que acham do conceito de construção sustentável? O que pensam sobre a Lei de Inovação Tecnológica? Que soluções propõem para a mobilidade urbana? Quais as propostas para reduzir a evasão nas escolas públicas? O que fazer para garantir segurança e o direito de ir e vir para quem estuda ou trabalha? Como melhorar a resolutividade das unidades de saúde pública? Para quê, enfim, desejam ser candidatos?
Uma eleição para Presidente da República, Governadores, Senadores e Deputados deveria representar um momento-chave para a manutenção do equilíbrio sócio-econômico e para que, a contento e com clareza, pudéssemos participar do processo de escolha.
A maioria dos partidos sequer formula programas de governo e, se for publicado algum documento semelhante, a maioria do eleitorado não tomará conhecimento; até porque não foi dessa forma que as alianças foram seladas. Foram outros os instrumentos para costurá-las.
Tudo depende da capacidade do candidato, na arte de se manter dentro do jogo.
Quem sabe compreender o que não é dito pelo que é dito, quem consegue questionar o "não poder" como sendo "não querer" e que dispõe de condições para (re) contextualizar situações acaba por romper inúmeras das "cascas" com as quais a realidade se reveste; também consegue desmontar a dissimulação e distinguir os amigos dos inimigos. Ou não, pois a traição também é uma possibilidade.
Pensando na Copa do Mundo, relembro também do escritor peruano Mario Vargas Llosa, o qual nos ensina que: "O futebol é o ideal de uma sociedade perfeita: poucas regras, claras, simples, que garantem a liberdade e a igualdade dentro do campo, com a garantia do espaço para a competência individual".
Ao contrário, constata-se que nossa sociedade está longe de exibir a singela virtude futebolística referida por Llosa.
Aqui no patropi, o fim da escravidão e do Império, e o surgimento da igualdade jurídica republicana e das relações do trabalho livre assalariado, lamentavelmente, ainda não superaram alguns vícios aristocráticos dos tempos coloniais.
Será que ainda somos uma república sem povo?

(*) Rinaldo Barros é professor – rb@opiniaopolitica.com

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Obra no Instituto Histórico e Geográfico é embargada pelo Iphan-RN

Publicação: 04 de Dezembro de 2013 às 15:37
Fonte:TRIBUNA DO NORTE.
Após retirada do antigo piso do Instituto Histórico e Geográfico, na Cidade Alta, sem a devida autorização do Iphan-RN, os técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional decidiram embargar as obras de reparos que estavam em curso na entidade cultural. Feito de ladrilho hidráulico, cujas peças são fabricadas artesanalmente, o piso não era o original mas estava instalado no local há mais de meio século.
Lenilton LimaPiso de ladrilho hidráulico estava instalado no IHGRN há mais de cinco décadasPiso de ladrilho hidráulico estava instalado no IHGRN há mais de cinco décadas
O superintendente do Iphan-RN, Onésimo Santos, informou que na tarde desta quarta-feira (4) será definida como o IHGRN irá compensar a atitude precipitada. Santos descartou aplicação de multa. A retirada do piso foi motivo de mal estar entre membros da atual diretoria do Instituto: Ormuz Simonetti, o vice-presidente da IHGRN, autorizou a retirada sem apoio do presidente Valério Mesquita. 

Em reportagem publicada dia 28 de novembro aquinesta TRIBUNA DO NORTE, Ormuz informou que a medida extrema foi tomada para evitar desabamentos. “Havia rachaduras por todo lado e a ameaça real de desabar por completo, muitas partes estavam ocas. Conversei com algumas pessoas e a restauração era difícil de ser feita. O reaproveitamento do material retirado também é inviável”, informou Simonetti na ocasião.

Lenilton LimaPiso retirado sem autorização do Iphan-RN foi guardado no jardim do InstitutoPiso retirado sem autorização do Iphan-RN foi guardado no jardim do Instituto
Onésimo confirmou ao VIVER que a mais antiga entidade cultural do RN deu entrada com pedido solicitando orientação e sondagem do piso. Porém, “a documentação estava incompleta e solicitamos outros documentos para emitirmos um laudo técnico. A remoção foi feita sem autorização, não levaram em consideração nossa diligência e, independente do valor histórico, não esperaram o parecer do Iphan-RN”, avaliou o superintendente do Iphan-RN.

O ator Rodrigo Bico postou em seu perfil no Facebook imagens do local feitas no sábado dia 30 de novembro. De acordo com ele, "os auxiliares de pedreiros estavam guardando o piso retirado no jardim. Perguntei se eles estavam jogando no lixo e o rapaz me respondeu que não, que aquela metralha era importante (...) Os trabalhadores limparam o piso junto com os tijolos que estavam na calçada do prédio e os colocaram no jardim do instituto", escreveu Rodrigo.