domingo, 4 de maio de 2014

Protestos no Brasil são frutos da conspiração internacional, diz premiê turco.

 Repetindo o já antes encaminhado e ouvindo tantas "hipotéticas conspirações nas ruas" em tantas localidades no mundo (Moscou, Kiev, Washington, Brasília, Coréias, Tóquio, Pequim, Ancara, etc etc), reencaminho inteligente comentário do prof. Carlos Barros Siqueira :
(A notícia é de 22 de junho de 2013 ! )
Abraspas : 

Cortez, os donos do poder sempre veem uma conspiração contra seus governos quando o povo, contrariando seus interesses, contestam suas políticas. Lá, como aqui, a população tem razões de sobra para protestar. Afinal de contas, a esquerda no poder há 10 anos não foi capaz de resolver nenhum dos problemas sociais considerados mais importantes pela população: Saúde, violência urbana, educação, transporte público. Afinal, se o governo terminasse hoje, qual seria o grande feito Econômico ou social que passaria para a história? Ou seja aqui a "conspiração" é fruto da frustração com o fracasso das políticas públicas. Um país tão rico como o nosso não consegue sequer abolir o analfabetismo. Este feito até a Bolívia e a Venezuela já conseguiram nos últimos anos. As declarações do islâmico Erdorgan  não serve para ilustrar a nossa situação e, creio que também não diz respeito a situação do país dele. O que se quer na Turquia é evitar a islamizaçao do País, que embora seja um sucesso Econômico, o que lamentavelmente não é o caso do Brasil, está em franco processo de perder o seu caráter LAICO. 

Abraço. 
CS.

Fechaspas.

Abraço. 
Cortez.

Premiê turco diz que protestos no Brasil são fruto de conspiração internacional

22/06/2013 - 19h56
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Em discurso para milhares de simpatizantes em Samsun, cidade na costa do Mar Negro, o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse que o Brasil é alvo das mesmas conspirações que, segundo ele, tentam desestabilizar seu país.
"O mesmo jogo está sendo jogado agora no Brasil. Os símbolos são os mesmos, os cartazes são os mesmos, Twitter e Facebook são os mesmos, a mídia internacional é a mesma. Eles (os manifestantes) são liderados a partir do mesmo centro", disse Erdogan.
"Eles estão se saindo melhor em alcançar no Brasil o que não puderam alcançar na Turquia. É o mesmo jogo, a mesma armadilha, o mesmo objetivo", prosseguiu.
"Quem ganhou com estas três semanas de protestos? O lobby da taxa de juros, os inimigos da Turquia", afirmou Erdogan, de um palco enfeitado com seu retrato e com um slogan que apelava aos seus apoiadores para "frustrarem o grande jogo" contra a Turquia.
"Quem perdeu? A economia da Turquia, mesmo que em pequena escala, e o turismo. Eles ofuscaram e mancharam a imagem e o poder internacional da Turquia", disse.
Também neste sábado, cerca de 10 mil pessoas se reuniram na praça Taksim, em Istambul. Muitas delas para participar de uma cerimônia para depositar cravos no local em memória das quatro pessoas que foram mortas nas manifestações.
No que parece uma reedição dos protestos de semanas anteriores, os agentes antidistúrbios dispararam bombas de gás para afastar os manifestantes das principais avenidas e também usaram canhões de água.
Durante as duas primeiras semanas de junho, este tipo de enfrentamento era frequente no centro de Istambul, mas após a violenta evacuação do parque Ghazi, no sábado passado, os protestos passaram a ser mais pacíficos.
As manifestações, que ocorrem desde 31 de maio, se espalharam por todo o país e estão voltadas, principalmente, contra Erdogan, que é acusado de autoritarismo e de querer islamizar a sociedade turca.

Nenhum comentário:

Postar um comentário