terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Morreu o assaltante Rivotril.

Walfredo Gurgel confirma a morte do assaltante Rivotril

Publicação: 18 de Fevereiro de 2014 às 12:00TRIBUNA DO NORTE

O assaltante Isaac Heleno da Cruz, conhecido como Rivotril, 28 anos, morreu no fim da manhã desta terça-feira (18) no Hospital Walfredo Gurgel. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do hospital, que afirmou que a morte foi constatada por volta das 11h30.
CedidaRivotril foi preso três vezes e respondia por diversos crimesRivotril foi preso três vezes e respondia por diversos crimes

Rivotril estava internado desde que foi preso, no dia 10 de fevereiro, quando foi atingido por três tiros durante operação da polícia no bairro de Mãe Luiza, na zona leste de Natal, e teve o intestino perfurado.

De acordo com uma nota divulgada pela assessoria de imprensa do hospital, Rivotril estava no Centro de Recuperação Pós-operatório desde que foi submetido a uma cirurgia na sexta-feira (14) por causa de uma infecção causada por uma perfuração de bala em seu abdômen. Durante todo o tempo em que ficou no hospital, o assaltante passou por duas cirurgias e, nos últimos dias, estava em estado gravíssimo.

Por ter sido internado com um ferimento causado por arma de fogo, o corpo será encaminhado para o Instituto Técnico Científico de Polícia (Itep), onde passará por necrópsia e a causa da morte será identificada.

Ele é acusado de tráfico de drogas e pelo menos cinco homicídios. Rivotril era considerado um dos criminosos mais procurados da capital e tinha processos em seu nome relacionados a roubo e porte ilegal de armas. Em janeiro deste ano ele escapou de dois cercos policiais.

Atualizada às 13h26

Médicos inventam efeitos sobre a auto-hemoterapia.


Mais uma mentira de entidade médica chega à imprensa ao fazer abordagem sobre auto-hemoterapia. Em matéria publicada domingo, 9 de fevereiro corrente, no jornal Tribuna, de Vitória – Espírito Santo, o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica naquele estado, médico Eurico Schimidt afirmou de forma vulgar que a auto-hemoterapia provocaria doenças autoimunes. Ele fez essa afirmação, como têm feito outros médicos de outras entidades, sem qualquer base científica, sem qualquer comprovação do que dizem, o que pode até ser enquadrado como ato criminoso, na forma do Código Penal Brasileiro.

Para afirmarem que a auto-hemoterapia não teria eficácia, eles alegam que faltaria comprovação científica, apesar dos milhares de casos citados em depoimentos por pessoas que se curaram ou melhoraram de enfermidades graças ao uso da técnica. Da mesma forma que exigem comprovação conforme os parâmetros da ciência aceitos pelos órgãos oficiais de saúde, quem alega que a auto-hemoterapia provocaria algum efeito nocivo precisa provar tais efeitos, também com trabalhos científicos. Mas o que se sabe é que têm um medo imenso de partir para s pesquisas, pois com a comprovação da eficácia da auto-hemoterapia os laboratórios que vivem da doença do povo teriam seus lucros diminuídos drasticamente.

Como se sabe, Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. O efeito da terapia ocorre porque a taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, eleva-se para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias, conforme orientação do Dr. Luiz Moura, médico carioca que difunde a técnica usada há mais de cem anos.

Para saber mais sobre auto-hemoterapia, acesse o site http://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 2/18/2014 12:57:00 PM

NA ALEMANHA

"Bispo do luxo" desviou dinheiro destinado a famílias pobres, afirma jornal

Relatório de comissão de inquérito da Igreja Católica conclui que bispo de Limburg teria desviado recursos de fundação para famílias carentes, escreve o "Süddeustche Zeitung".
O bispo de Limburg, Franz-Peter van Elst Tebartz, teria desviado milhões de euros destinados a famílias pobres para a construção de sua polêmica residência, afirma reportagem publicada pelo jornal alemão Süddeustche Zeitung, que teve acesso ao relatório final de uma comissão eclesiástica de inquérito.
A comissão investiga o alto custo de construção da residência do bispo, que foi afastado do cargo em outubro de 2013 pelo papa Francisco. Há a suspeita de que Tebartz van Elst e seu vigário geral, Franz Kaspar, tenham desviado dinheiro da Fundação St. Georgs, que arrecadava fundos para ajudar famílias pobres.
O dinheiro arrecadado pela fundação, criada em 1949 e hoje extinta, era destinado a ajudar famílias carentes com muitos filhos. Todos os trabalhadores católicos do bispado foram convocados a doar o equivalente a uma hora de trabalho para a St. Georgs.
O relatório da comissão mostra que a liderança da Igreja Católica em Limburg criou um sistema de acobertamento para escapar de um controle sobre os gastos com a construção da residência do bispo, afirma o Süddeustche Zeitung. De acordo com fontes internas, a construção teria custado ainda mais do que os 31 milhões de euros divulgados. Estima-se que o custos chegaram à casa dos 40 milhões de euros.
O relatório final deverá ser entregue ao papa Francisco e ao presidente da Conferência dos Bispos Alemães, Robert Zollitsch, nesta quarta-feira (19/02). Desde outubro, uma comissão criada pela Conferência dos Bispos Alemães investiga os altos custos para a construção da residência do bispo em Limburg. O grupo é composto por três clérigos e dois auditores. Com a conclusão das investigações, espera-se para breve uma decisão sobre o futuro do controverso bispo.
Francisco afastou Tebartz van Elst do cargo até que as acusações contra ele sejam verificadas. Segundo a Secretaria de Estado do Vaticano, o papa não quer deixar o assunto se prolongar e deve decidir o mais rápido possível sobre o futuro do bispo, escreveu a revista Der Spiegel. Já Tebartz van Elst vem trabalhando com seus advogados numa ampla defesa contra as acusações.
BA/afp/dpa

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