sexta-feira, 23 de maio de 2014

Caicó: Policiais Federais vão às ruas para mostrar deficiências da categoria


Uma turma de APF (Agentes de Polícia Federal), EPF (Escrivães de Polícia Federal), foram às ruas de Caicó mostrar as deficiências da categoria à população. Os Agentes Federais percorreram algumas ruas da cidade, mas fixaram o movimento na praça da alimentação.

No início da tarde, por volta das 15 horas, a categoria se reuniu nas dependências do Aeroporto Rui Mariz, zona norte, a princípio, a Dra Nara (delegada), negou qualquer tipo de mobilização, disse que a reunião era um treinamento para a copa, e que Caicó terá base da PF.

Entre os pontos deficientes apresentados pela categoria está a desvalorização profissional, que afeta principalmente os APF (Agentes da PF) - EPF Escrivães da PF)  - PPF (Papiloscopistas da PF). A nível nacional o movimento também foi visto em outros estados do país, em Caicó cerca de 30 federais estiveram mobilizados ontem à noite. Por Jair Sampaio com foto: Niltinho Ferreira 23.05.2014

Acidente como motocicleta não é colisão!

DENATRAN - Esclarecimento importante!!!
  
Consulte seu corretor de seguros ... Só os consultamos quando somos roubados ou vítimas/autores de acidentes.

 DENATRAN - ESCLARECIMENTO IMPORTANTÍSSIMO!!!
 
IMPORTANTE LER!
 Se você bater em uma moto, ou uma moto bater em seu carro, não será uma simples colisão de trânsito.

Você é enquadrado no art. 303, do CTB.

Então as orientações abaixo são extremamente úteis e vale a pena serem
repassadas.

São pencas e pencas de T.C.O.'s do art. 303, do CTB, que chegam por
mês, principalmente envolvendo moto taxistas... esses são os piores,
pois vão querer te cobrar os prejuízos da moto e os dias que ficou
parado sem ganhar dinheiro.


ABALROAMENTO EM MOTO NÃO É COLISÃO.

É ATROPELAMENTO!

FAÇA BOLETIM DE OCORRÊNCIA!!!

PONHA ISSO NA CABEÇA!

ORIENTAÇÃO PARA QUEM TEM CARRO! E para amigos de quem tem!!!


ISSO ACONTECE

Abalroamento com moto não é colisão. É atropelamento.

É um aviso das Seguradoras:

"Como advogados sempre nos indagam sobre coisas parecidas, sugerimos o seguinte:


Registrar, fotografar (agora com celular é fácil até fazer um
filminho), pegar nome de testemunhas.

Leiam o relato abaixo, de um sinistro com um de nossos segurados:


"No mês de abril, o carro do meu filho foi abalroado na TRASEIRA, num
farol fechado, por uma motoqueira com outra na garupa. A moto caiu e a
garupa ficou com a perna embaixo da moto.

Meu filho filmou a placa da moto e obteve telefone com a garupa.

Telefone inexistente.

Um funcionário da CET, que estava próximo, acionou o resgate e a
motoqueira mandou cancelar.

Como ela não quis ser socorrida, o marronzinho pediu para que saíssem
do local, sem antes orientar meu filho de que seria interessante
registrar um BO. Foi o que fizemos na mesma tarde.


Um mês depois, recebi telefonema "em casa" da dita cuja, querendo
fazer um acordo, dizendo que o conserto da moto estava por volta de R$
800,00 e que a garupa machucou muito a perna, estando 20 dias sem
poder trabalhar.


Por ela não ter aceito o atendimento do resgate, disse que não teria
acordo nenhum.

Mais um mês se passou (Junho) e recebi uma intimação policial, na
minha casa, para me apresentar no distrito de Perdizes para prestar
depoimento, por "OMISSÃO DE SOCORRO".


Chegando lá, soubemos que havia sido registrado um BO e elas tinham
passado, 4 dias depois, no IML para fazer exame de corpo de delito.

Fizemos os depoimentos, meu filho como condutor, eu como proprietário
do veículo, o carro passou por perícia policial e o caso está com
minha advogada para provar que não houve omissão de socorro.


Felizmente o nosso BO foi feito antes do delas e tínhamos o nome do
policial que atendeu a ocorrência, bem como sabíamos a hora exata que
o chamado do resgate foi cancelado. Mesmo assim, a dor de cabeça e
trabalheira estão sendo grandes".


Agora, leia atentamente o texto abaixo:

Orientação das seguradoras

Todas as vezes que os senhores se envolverem em acidente de trânsito,
cujo terceiro seja um motoqueiro, façam o BO (boletim de ocorrência),
independentemente de serem culpados ou não.


Têm ocorrido fatos em que o motoqueiro é o culpado e tenta fazer um
acordo no local, diz que está bem e não quer socorro médico.

Só que, depois, ele vai a um distrito policial, registra o BO e alega
que o veículo fugiu do local sem prestar socorro, cobrando, na

justiça, dias parados, conserto da moto, etc...

Na maioria dos casos, as testemunhas do motoqueiro são outros motoqueiros.

Isto é um fato, pois está ocorrendo com muita frequência Portanto, não
caia na conversa do motoqueiro, que diz não ter acontecido nada.


Em um dos casos recentes a pessoa envolvida foi até a delegacia
registrar BO e, eis que, quando chega à delegacia, lá estavam os tais
amigos do motoqueiro tentando registrar BO de ausência de socorro.


ISTO É IMPORTANTE !!!

QUEM NÃO FOR MOTORISTA, REPASSE AOS AMIGOS.

ABALROAMENTO EM MOTO NÃO É COLISÃO. É ATROPELAMENTO!

PONHA ISSO NA CABEÇA!
OLHO VIVO!

terça-feira, 20 de maio de 2014

Issac Assimov, o cientista que previu a Internet.








                                                                                                                                               

MAS AFINAL... O QUE É INTELIGÊNCIA?

Isaac Asimov

Quando eu estava no Exército russo, fiz um teste de aptidão, solicitado a todos os soldados, e consegui 160 pontos. A média era 100. Ninguém na base tinha visto uma nota dessas e durante duas horas eu fui o assunto principal...

(Não significou nada – no dia seguinte eu ainda era um soldado raso da KP – Kitchen Police, que trabalhava na cozinha).

Durante toda minha vida consegui notas como essa, o que sempre me deu uma ideia de que eu era realmente muito inteligente. E eu imaginava que as outras pessoas também achavam isso.

Porém, na verdade, será que essas notas não significam apenas que eu sou muito bom para responder um tipo específico de perguntas acadêmicas, consideradas pertinentes pelas pessoas que formularam esses testes de inteligência, e que provavelmente têm uma habilidade intelectual parecida com a minha?

Por exemplo, eu conhecia um mecânico que jamais conseguiria passar em um teste desses, acho que não chegaria a fazer 80 pontos. Portanto, sempre me considerei muito mais inteligente que ele.

Mas, quando acontecia alguma coisa com o meu carro e eu precisava de alguém para dar um jeito rápido, era ele que eu procurava. Observava como ele investigava a situação enquanto fazia seus pronunciamentos sábios e profundos, como se fossem oráculos divinos. No fim, ele sempre consertava meu carro.

Então imagine se esses testes de inteligência fossem preparados pelo meu mecânico. Ou por um carpinteiro, ou um fazendeiro, ou qualquer outro que não fosse um acadêmico… Em qualquer desses testes eu comprovaria minha total ignorância e estupidez. Na verdade, seria mesmo considerado um ignorante, um estúpido.

Em um mundo onde eu não pudesse me valer do meu treinamento acadêmico ou do meu talento com as palavras e tivesse que fazer algum trabalho com as minhas mãos ou desembaraçar alguma coisa complicada eu me daria muito mal.

A minha inteligência, portanto, não é algo absoluto mas sim algo imposto como tal, por uma pequena parcela da sociedade em que vivo.

Vamos considerar o meu mecânico, mais uma vez. Ele adorava contar piadas.

Certa vez ele levantou sua cabeça por cima do capô do meu carro e me perguntou:
- Doutor, um surdo-mudo entrou numa loja de construção para comprar uns pregos. Ele colocou dois dedos no balcão como se estivesse segurando um prego invisível e com a outra mão, imitou umas marteladas. O balconista trouxe então um martelo. Ele balançou a cabeça de um lado para o outro negativamente e apontou para os dedos no balcão. Dessa vez o balconista trouxe vários pregos, ele escolheu o tamanho que queria e foi embora. O cliente seguinte era um cego. Ele queria comprar uma tesoura. Como o senhor acha que ele fez?

Eu levantei minha mão e cortei o ar com dois dedos, como uma tesoura.

- Mas você é muito burro mesmo! Ele simplesmente abriu a boca e usou a voz para pedir.

Enquanto meu mecânico gargalhava, ele ainda falou: - Estou fazendo essa pegadinha com todos os clientes hoje.

- E muitos caíram? - perguntei esperançoso.

- Alguns. Mas com você eu tinha certeza absoluta que ia funcionar.

- Ah é? Por quê?

- Porque você tem muito estudo doutor, sabia que não seria muito esperto.

E algo dentro de mim dizia que ele tinha alguma razão nisso tudo!!!


O extraordinário escritor russo Isaac Asimov, emigrado para os EUA, escreveu esta deliciosa crônica sobre a inteligência humana.  Asimov, falecido em 1992, aos 72 anos, legou-nos grandes obras de ficção científica, numa delas previu, com 20 anos de antecedência, o que seria a Internet.

 



Isaac Asimov.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Presidente do Grupo 3 Corações diz como venceu.

De uma pequena empresa familiar, que vendia por café verde, porta a porta, na década de 50, no município de São Miguel, no Alto Oeste do Rio Grande do Norte,  à maior empresa de café do Brasil. A história do Grupo 3corações, passa pela  história do Café Nossa Senhora de Fátima, que depois se tornou Café Santa Clara. E, por trás dela, está a trajetória de sucesso de três empreendedores potiguares: Pedro,  Paulo e Vicente. Eles fizeram da pequena empresa que herdaram do pai, João Alves de Lima, um império do café no país, que detém hoje várias marcas e exporta para 30 países. 

Claudio PedrosoPedro Lima - Presidente do grupo 3coraçõesPedro Lima - Presidente do grupo 3corações

Pedro Alcântara Rego Lima é o presidente do grupo, que no ano passado faturou R$ 2, 4 bilhões e espera chegar este ano a R$ 2,8 bilhões. Em entrevista à Tribuna do Norte, o empresário que é um dos palestrantes do  Fórum Empresarial do RN, no próximo dia 26 de maio, fala sobre os números do Grupo, sobre as estratégias que  fizeram a empresa crescer e sobre sucessão. O Fórum é realizado pela K&M Seminários, em parceria com a TRIBUNA DO NORTE.

De uma pequena empresa no interior do Rio Grande do Norte, para a empresa número 1 de café do Brasil. O que foi definitivo para a construção dessa trajetória?
O que foi definitivo foi que a gente aprendeu logo cedo a respeitar o consumidor e a criar laços duradouros com eles. Temos uma comunicação séria com o consumidor, que apoiou a gente e vem apoiando. Por isso,  a gente vem crescendo cada vez mais no consumo do café nos lares dos brasileiros.

A empresa  teve um salto significativo com a concretização da joint venture entre a empresa da sua família, a São Miguel Holding, na época chamada de Santa Clara, e a israelense Strauss, o que deu origem ao grupo 3corações. Naquela época, qual era o posicionamento da Santa Clara no mercado? E o que mudou de lá para cá?
A gente (Santa Clara) era líder no Norte e Nordeste e já era a segunda marca no Rio de Janeiro, mas  precisava de uma marca forte para trabalhar o Brasil todo e surgiu com a Strauss, que é nossa sócia, e que tinha a marca 3corações. Nós juntamos as duas empresas e criamos uma companhia que virou líder no negócio de café do Brasil. 

Quais os números da empresa: faturamento, empregos, produção e quais os mercados em que atua?
No ano passado, nós faturamos R$ 2,4 bilhões, somos mais de 4.500 colaboradores, e vendemos de café, no ano passado, 136 mil toneladas no Brasil todo. Estamos presentes em mais de 300 mil pontos de venda no Brasil todo. E atendemos mais de 70 mil clientes a cada 15 dias. Nós atuamos no mercado de café, capuccino, café com leite, instantâneos, solúveis e  agora lançamos a máquina Trés.

Desde a época da Santa Clara, a empresa fazia um bom trabalho de  marketing, inclusive, tinha Fagner como garoto propaganda. É verdade que ele começou fazendo propaganda de graça para a empresa porque era muito seu amigo?
A gente se conhece desde 1967. Eu considero e Fagner diz que somos irmãos. Nós temos uma relação de muito respeito e uma história longa juntos antes dele ser famoso. Ele fez muita coisa para o Café Santa Clara e quando a gente cresceu, não era justo ficar usando Fagner para propaganda porque ele ajudou tanto antes. Nós nunca pagamos nada a Fagner, hoje nós temos uma gratidão muito grande e, por isso, nós ajudamos a cuidar da Fundação dele em Fortaleza. Há mais de 15 anos, a gente é parceiro nessa Fundação. Ele tem uma obra social muito interessante aqui no Ceará, em Fortaleza e em Orós. 

Quais marcas fazem parte hoje do grupo 3corações?
De café , nós temos Café Santa Clara, 3corações, Café Letícia, em Minas Gerais, Kimimo, mas tem várias outras ainda menores, por Minas Gerais e Rio de Janeiro. Tem o Frisco que é do grupo também, que tem fábrica em Mossoró. E tem os derivados de milho, como o Flocão Dona Clara.

Além do marketing, que outras estratégias o grupo trabalhou  e trabalha para continuar crescendo?
A gente tem uma plataforma comercial e logística muito forte, que têm sido um dos pilares do nosso crescimento. Toda a venda e distribuição de nosso produto é feita por uma estrutura própria. Isso dá mais agilidade, mais velocidade nas ações.

Qual foi a receita da 3 Corações no ano passado e qual a projeção para este ano?
A projeção é chegar a R$ 2,7 a R$ 2,8 bilhões, se Deus quiser.

Recentemente o grupo fez um novo joint venture, desta vez, com a empresa italiana Caffita, para o lançamento das cápsulas de café e também das máquinas residenciais. De quanto foi o investimento para entrar neste novo mercado? E qual tem sido o resultado?
Com a Caffita, da Itália, nós temos um compromisso de fazer uma fábrica aqui (Brasil) o próximo ano. Estamos discutindo ainda onde  vai ser. Em marketing e tudo, o investimento foi de quase R$ 100 milhões. O retorno é uma solução de médio e longo prazo. É um retorno importante para a marca, para o negócio. Nós que somos do setor de café, de bebidas e maquinais, não podemos ficar fora  desse mercado.

Como foi a aceitação? 
Boa. Uma maravilha. Nós estamos tendo uma resposta extraordinária do consumidor. Fizemos uma campanha muito boa com o chef Alex Atala e a mãe dele para o Dia das Mães. Nós vendemos, só nesse período, mais de 30 mil máquinas. 

O grupo 3corações também se consolidou como exportador. Quais os números atuais da exportação, quantos países, qual o volume de sacas e quais as grandes empresas consumidoras?
Nós exportamos café verde, café dos armazéns, das unidades de beneficiamento de grão da gente de Minas Gerais e da Bahia. Nós exportamos, de 800 mil a 1 milhão de sacas por ano para em torno de 30 países. Tem muita gente grande consumidoras. 

Quanto a empresa vai investir este ano? Em que vai investir?
Esse ano esperamos investir em nossa verba de comunicação e marketing em torno de R$ 100 milhões, incluindo o projeto das cápsulas. Os outros investimentos eu preferia não dizer.

Quais os próximos projetos para 2014 e 2015? Há algum outro segmento novo no gatilho? 
Nós temos a fábrica de cápsulas para 2015. Mas estamos vendo  outras oportunidades. A nossa ideia  é crescer no nosso segmento.

A 3corações foi eleita várias vezes pela Revista Época como uma das 100 Melhores Empresas Para Trabalhar. A que se deve isso? Que tipo de diferencial, a empresa oferece a seus funcionários?
É ter o cuidado com o colaborador, hoje o mercado está muito competitivo, com plataforma de benefícios e remuneração variáveis, isso gera uma atratividade, um relacionamento da empresa com o colaborador e do colaborador com a empresa. Nós temos um cuidado muito grande com as pessoas que trabalham com a gente.

Desde 2004, o grupo aderiu ao “8 Jeitos de Mudar o Mundo”, pacto assinado pelos países membros da ONU – Organização das Nações Unidas, que estabeleceu as metas compartilhadas para o desenvolvimento humano sustentável em todo o mundo. Pelo programa, os oito objetivos deveriam ser atingidos até 2015. Como tem sido a participação do grupo nesse pacto?
Nós colocamos os objetivos do pacto nas embalagens e participamos de algumas ações de relacionamento com as comunidades, algumas prefeituras e a própria Fundação Raimundo Fagner. A gente tem um trabalho bem feito quanto a isso. 

O senhor será um dos palestrantes do Fórum Empresarial do RN. Como será sua participação?
Eu não sou palestrante. Eu sou um empreendedor. Eu vou porque eu acho interessante compartilhar nossa experiência. E também para tentar estimular os empreendedores do nosso estado. Eu gosto muito do nosso estado. E a gente mostrando um pouco da nossa luta, as pessoas também se animam a continuar seus negócios, suas atividades.

Em sua opinião, quais as principais características que um empresário deve ter para construir uma carreira de sucesso? E qual a principal lição você tem a dar?
Eu entendo que a pessoa deve ter muito foco no seu objetivo. Se você tem uma atividade, se você acredita naquela atividade, naquele negócio, você tem que focar nela, tem que se comunicar direito no consumidor, porque toda atividade você tem que vender e para vender você tem um consumidor para comprar do outro lado. Tem que focar na melhor forma de se comunicar com o consumidor para que ele escolha o seu produto e não o do concorrente. E trabalhar muito porque sem trabalho ninguém faz nada não.

A principal lição é essa? Tem que trabalhar muito?
Trabalhar é normal. Tem gente que pensa porque criou um negócio  não precisa trabalhar. E isso é para a vida toda, você vai lutando e até construir a sucessão tem que cuidar do negócio e trabalhar.

Como é o seu expediente?
Eu acordo cedo, eu gosto de correr, acordo umas 4h, onde eu tiver faço um exercício, ou vou para uma academia. Às 7h30 estou chegando no local de trabalho, em qualquer unidade nossa pelo Brasil. Eu fico em Fortaleza, um dia ou dois por semana. O resto é viajando para São Paulo, Rio, Belo Horizonte, lutando. Geralmente almoço nas fábricas, pois todas as nossas unidades tem restaurante, e saio umas 19h para o hotel.

Que futuro você vê para o grupo, que hoje conta com os 3 irmãos na administração? Continuará gerido pelas próximas gerações?
Estamos tentando construir essa coisa na cabeça dos meninos. Eu tenho 3 filhos. A mais velha vai fazer 27 anos. E tem uma formação boa, estudou na Fundação Getúlio Vargas, achou que poderia avançar e foi para Orrington, nos Estados Unidos e se formou em uma das melhores universidades, e trabalhou 2 anos no UBS, um banco suíço, lá nos Estados Unidos. Eu estou organizando para ela vir ajudar a gente. Além dela, tenho mais dois, uma menina e um rapaz. Nós estamos tentando construir a sucessão, temos uma empresa especializada em família para nos ajudar a criar esse vínculo. Não é que tem que vir para empresa, mas tem que saber o que quer da vida. Se não for a empresa, vão cuidar da vida deles.

FÓRUM EMPRESARIAL DO RN
Informações sobre as palestras do evento.

O Fórum Empresarial do RN será realizado no dia 26 de maio, no Teatro Riachuelo, no Midway Mall, em Natal. O presidente do Grupo 3corações, Pedro Lima, apresentará a palestra “A força de uma marca global: a história de sucesso da maior torrefadora de café do Brasil”. O presidente do Conselho de Administração do Grupo Maré Mansa, Durval Dantas, ministrará, por sua vez, a palestra “O poder de um sonho: de vendedor ambulante a fundador de uma das maiores redes de varejo do Nordeste”. A abertura dos portos para o Fórum está prevista para as 18h30. Mais informações estão disponíveis por telefone ((84) 9942-0386) ou no site  http://kemseminarios.com.br/