sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Utilidade Pública.

Busca de DDD por Estado - No Brasil

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DDD - SP
DDD 11 | São Paulo | Região Metropolitana de São Paulo.
DDD 12 | São Paulo | São José dos Campos e Região.
DDD 13 | São Paulo | Região Metropolitana da Baixada Santista.
DDD 14 | São Paulo | Bauru, Jaú, Marília, Botucatu e Região.
DDD 15 | São Paulo | Sorocaba e Região.
DDD 16 | São Paulo | Ribeirão Preto, São Carlos, Araraquara e Região.
DDD 17 | São Paulo | São José do Rio Preto e Região.
DDD 18 | São Paulo | Presidente Prudente, Araçatuba e Região.
DDD 19 | São Paulo | Região Metropolitana de Campinas.
DDD - RJ
DDD 22 | Rio de Janeiro | Campos dos Goytacazes e Região.
DDD 21 | Rio de Janeiro | Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
DDD 24 | Rio de Janeiro | Volta Redonda, Petrópolis e Região.
DDD - ES
DDD 27 | Espírito Santo | Região Metropolitana de Vitória.
DDD 28 | Espírito Santo | Cachoeiro de Itapemirim e Região.
DDD - MG
DDD 31 | Minas Gerais | Região Metropolitana de Belo Horizonte
DDD 32 | Minas Gerais | Juiz de Fora e Região.
DDD 33 | Minas Gerais | Governador Valadares e Região.
DDD 34 | Minas Gerais | Uberlândia e região.
DDD 35 | Minas Gerais | Poços de Caldas, Pouso Alegre, Varginha e Região.
DDD 37 | Minas Gerais | Divinópolis, Itaúna e Região.
DDD 38 | Minas Gerais | Montes Claros e Região.
DDD - PR
DDD 41 |Paraná | Região Metropolitana de Curitiba.
DDD 42 | Paraná | Ponta Grossa e Região.
DDD 43 | Paraná | Londrina e Região.
DDD 44 | Paraná | Maringá e Região.
DDD 45 | Paraná | Cascavel e Região.
DDD 46 | Paraná | Francisco Beltrão, Pato Branco e Região.
DDD - SC
DDD 47 | Santa Catarina | Joinville, Blumenau, Balneário Camboriú e Região.
DDD 48 | Santa Catarina | Região Metropolitana de Florianópolis e Criciúma.
DDD 49 | Santa Catarina | Chapecó, Lages e Região.
DDD - RS
DDD 51 | Rio Grande do Sul | Região Metropolitana de Porto Alegre.
DDD 53 | Rio Grande do Sul | Pelotas e Região.
DDD 54 | Rio Grande do Sul | Caxias do Sul e Região.
DDD 55 | Rio Grande do Sul | Santa Maria e Região.
DDD - DF
DDD 61 | Distrito Federal e Goiás | Brasília e Região.
DDD - GO
DDD 62 | Goiás | Região Metropolitana de Goiânia.
DDD - TO
DDD 63 | Tocantins | Todos os municípios do estado.
DDD - GO
DDD 64 | Goiás | Rio Verde e Região.
DDD - MT
DDD 65 | Mato Grosso | Região Metropolitana de Cuiabá.
DDD 66 | Mato Grosso |
DDD - MS
DDD 67 | Mato Grosso do Sul | Todos os municípios do estado.
DDD - AC
DDD 68 | Acre | Todos os municípios do estado.
DDD - RO
DDD 69 | Rondônia | Todos os municípios do estado.
DDD - BA
DDD 71 | Bahia | Região Metropolitana de Salvador.
DDD 73 | Bahia | Itabuna, Ilhéus e Região.
DDD 74 | Bahia | Juazeiro e Região.
DDD 75 | Bahia | Feira de Santana e Região.
DDD 77 | Bahia | Vitória da Conquista e Região.
DDD - SE
DDD 79 | Sergipe | Todos os municípios do estado.
DDD - PE
DDD 81 | Pernambuco | Região Metropolitana de Recife.
DDD - AL
DDD 82 | Alagoas | Todos os municípios do estado.
DDD - PB
DDD 83 | Paraíba | Todos os municípios do estado.
DDD - RN
DDD 84 | Rio Grande do Norte | Todos os municípios do estado.
DDD - Outros
DDD 85 | Ceará | Região Metropolitana de Fortaleza.
DDD 86 | Piauí | Região de Teresina.
DDD 87 | Pernambuco | Região de Petrolina.
DDD 88 | Ceará | Região de Juazeiro do Norte.
DDD 89 | Piauí | Região de Picos e Floriano.
DDD 91 | Pará | Região Metropolitana de Belém.
DDD 92 | Amazonas | Região de Manaus.
DDD 93 | Pará | Região de Santarém.
DDD 94 | Pará | Região de Marabá.
DDD 95 | Roraima |Todos os municípios do estado.
DDD 96 | Amapá | Todos os municípios do estado.
DDD 97 | Amazonas | Região de Tefé e Coari.
DDD 98 | Maranhão | Região Metropolitana de São Luís.
DDD 99 | Maranhão | Região de Imperatriz.
Telefones Úteis
Abaixo estão os principais telefones de emergência, mas você pode procurar mais telefones úteis de vários Estados.
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EMERGÊNCIAS:
- Bombeiros: 193
- Samu: 192
- Defesa Civil: 199
- Polícia Militar: 190
- Polícia Civil: 197
- Polícia Rodoviária Federal: 191

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Vigilância com tecnologia de guerra cria polêmica sobre privacidade nos EUA

  • Há 2 horas
Avião com câmeras monitora ruas em tempo real

 Credito: BBC


Uma empresa americana desenvolveu uma forma de monitorar bairros inteiros utilizando uma tecnologia desenvolvida, originalmente, para as guerras do Iraque e do Afeganistão.
Mas, enquanto a polícia vê com bons olhos a perspectiva de obter acesso à tecnologia, ela foi alvo de críticas por ser vista como ameaça à privacidade dos cidadãos.
O sistema funciona por meio de um avião tripulado que grava o que está acontecendo no solo em uma área de 40 quilômetros de diâmetro.
A aeronave é equipada com 12 câmeras de alta resolução, que formam uma espécie de "Google Earth" em tempo real.
"A resolução não é alta o suficiente para mostrar quem é a pessoa, elas aparecem como um pixel acinzentado na tela", diz Ross McNutt, veterano da Aeronáutica aposentado e presidente da empresa que desenvolveu o sistema, a PSS (Persistent Surveillance Systems).
 
 
 
Credito: BBC
Doze câmeras de alta resolução estão na aeronave


Mas esse pixel é suficiente para que os movimentos das pessoas sejam monitorados de forma precisa enquanto o avião está no ar - por até seis horas.
A ideia é sobrevoar áreas com altos índices de crimes. No início de 2012, as aeronaves monitoraram a cidade de Compton, na Califórnia, durante nove dias. Gravaram assassinatos, roubos e diversos outros crimes.
Ao comparar as gravações com o depoimento de testemunhas, os analistas e a polícia conseguiram determinar o momento em que os crimes foram cometidos.
Dessa forma, puderam descobrir onde os suspeitos estavam antes e depois do momento do crime, afirma McNutt.
Durante os testes em Ohio, na Califórnia e no México, o PSS testemunhou 34 assassinatos.

Ameaça à democracia

As câmeras da PSS, no entanto, não veem apenas assassinatos e criminosos. Elas registram a atividade cotidiana de ruas e quintais.
 
 
 
 
Crédito: BBC
Durante teste, câmeras captaram 34 assassinatos

Apesar de a firma insistir que a resolução das câmeras é baixa, muitos americanos veem o sistema como uma ameaça às liberdades individuais.
"O sistema não apenas viola a privacidade das pessoas; monitorar movimentos de uma comunidade inteira é uma ameaça à democracia", disse Jennifer Lynch, advogada da Electronic Frontier Foundation.
Os moradores de Compton, por exemplo, não foram informados quando a polícia testou o sistema.
"São coisas como essa e o monitoramento secreto de estudantes muçulmanos pela polícia de Nova York em 2012 que geram desconfiança da polícia", diz Lynch.
A empresa afirma que segue um "política de privacidade forte" e só monitora pessoas após comunicações de crime ou em investigações criminais. Diz também que pode saber exatamente quais foram as imagens observadas pelos seus analistas.
 
 
Credito: BBC
 
Apesar de não permitir distinguir rosto da pessoa, sistema gera preocupação com privacidade
Em locais como Compton, onde uma grande fatia da população é negra, há uma preocupação com a possibilidade de minorias virarem alvo de vigilância.
Também há o temor de que o sistema possa levar pessoas a deixar de fazer coisas que não querem que outros saibam, mesmo não sendo ilegais. Isso inclui, por exemplo, ir a um bar gay, instituições religiosas ou ter mais de um relacionamento.
"Vigilância policial pode afetar a liberdade de expressão e, com isso, o direito democrático e constitucional das pessoas está ameaçado", acrescenta Lynch.
O presidente da firma diz que está atento a essas questões e procurou o American Civil Liberties Union, uma ONG que defende liberdades individuais, para discutir o tema.
Enquanto isso, nenhum Estado americano adotou a tecnologia de forma sistemática.

domingo, 12 de outubro de 2014

Reforma agrária só dá certo se for capitalista, segundo Tomislav.

O paradoxo da reforma agrária
Tomislav R. Femenick – Contador, mestre em economia e historiador.

Plantar e colher alimentos foram ações determinantes para a evolução do processo civilizatório da humanidade. A posse da terra teria sido decisiva para a formação das famílias, dos clãs e das nações. Inicialmente propriedade comum a todos os componentes do grupo, depois a propriedade da terra tomou o caráter individual; isso em decorrência da imposição das armas ou das leis. Friedrich Engels, o amigo mais intimo de Karl Marx, aborda esse assunto em seu famoso livro “Origem da família, da propriedade privada e do Estado”.
Todavia, os excluídos da posse da terra sempre se insurgiram contra essa situação. A historiografia registra lutas de camponeses em diversas épocas, sendo a mais citada a liderada pelos irmãos Tiberio e Caio Graco no século II, antes de Cristo. Os detalhes dessa revolta é que são importantes e, paradoxalmente, geralmente ocultados: embora plebeus, Tiberio e Caio eram integrantes de uma importante e aristocrática família romana e a reforma por eles pregada era a distribuição das terras tomadas pelas invasões romanas (notadamente nas regiões de Tarento e na Cápua), que estava concentrada nas mãos da nobreza.
Durante toda a Idade Média, a Igreja adotou a postura de limitar o direito de propriedade com base no bem comum e no direito do indivíduo a uma vida digna, porém ela mesma era uma das maiores detentora do direito sobre a terra. Essa contradição, bem como o enfraquecimento da autoridade dos reis e o fortalecimento do poder dos senhores feudais sepultaram as frágeis tentativas de conquista de posse da terra pelos trabalhadores rurais. O resultado foi um retrocesso no desenvolvimento da economia.
Esse estado de coisa começou a mudar no século XVIII com a Revolução Francesa, que aboliu a servidão rural, reformulando as relações de trabalho no campo. Outro grande avanço ocorreu em 1862 nos Estados Unidos, quando foi sanciona a lei que concedeu terras públicas a pequenos fazendeiros, a baixo custo. Não por acaso ainda hoje a França é considerada o celeiro da Europa e os Estados Unidos são os maiores produtores agrícolas do mundo; claro que à solução do problema fundiário se somaram a facilidade do crédito e o desenvolvimento tecnológico.
Na Ásia, até a Segunda Guerra, Japão, Taiwan e Coréia apresentavam sérios problemas de concentração da posse da terra e de escassez de alimentos. O problema japonês foi resolvido pelas forças de ocupação norte-americanas que impôs a reforma agrária, modelo que foi transplantado para Taiwan, onde em poucos anos foi transferido aos agricultores o equivalente a 13% do PIB. Na Coréia do Sul o governo forçou os proprietários a transferirem a posse da terra aos antigos arrendatários, o que provocou recorde na produção de alimentos e grãos.
De volta a Europa, há que se citarem os êxitos obtidos com a redistribuição da terra na Itália, Finlândia, Alemanha e Países Baixos – sempre acompanhada de assistência técnica e juros baixos. Porém, não se poderia deixar de falar nas reformas agrárias promovidas nos países de governos socialistas, principalmente na antiga União Soviética e China. Na URSS houve duas fases distintas. Na primeira os camponeses ocuparam as terras dos antigos latifundiários em nome da revolução, depois o governo as expropriou em nome da coletivização, uma experiência que custou a vida de cerca de seis milhões de pessoas e resultou numa colossal ineficiência produtiva. Na China de Mao de Mao Tse-tung, a reforma agrária obrigou os camponeses a se agruparem em gigantescas “comunas agrícolas”, o que teria causado a morte pela fome, de 20 a 40 milhões de pessoas, até 1962.
Essa conjunção de fatos históricos nos leva a uma conclusão: a reforma agrária é necessária, deve vir com assistência creditícia e tecnológica e só dá certa quando realizada sob a ótica do capitalismo.

Tribuna do Norte. Natal, 12 out. 2014.