sábado, 5 de setembro de 2015

80 anos do jornal católico A Ordem será comemorado no dia 8.




Foto por assessoria/divulgação

O jornalista Diego Amorim, de Brasília, estará em Natal, na quarta-feira, 9, para ministrar uma palestra sobre o ‘Presente e o futuro do jornal impresso’. A palestra acontecerá às 19h30, do dia 9,  na Academia Norteriograndense de Letras, na Rua Mipibu, 443, bairro de Petrópolis. O evento acontecerá por ocasião da comemoração dos 80 anos de história do jornal A Ordem, da Arquidiocese de Natal. A palestra é dirigida à comunidade em geral e a entrada é livre. A coordenação apenas pede para confirmar presença pelo e-mail pascom@arquidiocesedenatal.org.br ou pelo telefone (84) 3615-2800.

Diego Amorim

Jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB), especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), especialista em Jornalismo Multimídia pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e tem MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBOVESPA. Trabalha como repórter em Brasília desde 2004, dedicado às coberturas local e nacional.

Passou pelo blog do jornalista Ricardo Noblat e pelo Correio Braziliense, antes de assumir o cargo atual de repórter do portal de notícias Fato Online. Com 30 anos de idade, acumula na carreira, além de algumas homenagens, um prêmio Esso, dois prêmios Embratel, um prêmio Líbero Badaró e um prêmio CNI de

Jornalismo.
Em 2013, foi enviado especial para a cobertura do conclave que elegeu o papa Francisco. Em 2014, voltou ao Vaticano para a cobertura das canonizações dos papas João XXIII e João Paulo II e para trabalho voluntário no programa brasileiro da Rádio Vaticano.

No âmbito da Igreja, produz e apresenta programa semanal na rádio Canção Nova, na capital federal. É professor de comunicação do curso de teologia do Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília e, como convidado, ministra aulas também no Instituto São Boaventura.

Jornal A Ordem
Em 14 de julho de 1935, sob a responsabilidade da Congregação Mariana para os Moços, a Diocese de Natal lançou o primeiro exemplar do Jornal, diário, A Ordem. Antes dele, a Diocese manteve o jornal Diário de Natal, no período de 1924 a 1930.

A história de A Ordem pode ser dividida em três fases: 1935 a 1953, 1960 a 1967 e a terceira teve início em 1999 e se prolonga até hoje.

Primeira fase
A Ordem surgiu numa época em que a Igreja Católica, no Rio Grande do Norte, se preocupava com os problemas sociais, consequências da pós Primeira Guerra Mundial, com o fortalecimento do catolicismo e com a moral. No editorial da primeira edição, a direção  explica o porquê do título do veículo: “Ordem é hierarquia e é disciplina. É respeito e é autoridade. É amor sadio e é fraternidade. É, numa palavra, cumprimento exato de deveres, virtudes essas que faltam à civilização atual, cujo senso do divino, meta insubstituível da vida, se foi amortecendo a partir do Renascimento”.

Nos primeiros anos, o Jornal era dirigido por um grupo de intelectuais católicos, entre eles: Otto de Brito Guerra, Manuel Rodrigues de Melo e o professor Ulisses de Góis. A sede, onde funcionava a redação e a oficina, ficava situada na Rua Dr. Barata, no Bairro da Ribeira, em Natal.

Segunda fase
Após sete anos de interrupção, o Jornal A Ordem voltou a circular, em outubro de 1960, desta vez, como semanário. Neste período, a Arquidiocese de Natal estava sob a administração de Dom Eugênio de Araújo Sales e vivia a efervescência do Movimento de Natal.

Em sua 2ª fase, que durou de 1960 a 1967, A Ordem passou por um período de “auge”, chegando a ganhar, inclusive dois Prêmios Esso de Jornalismo, sendo dois nacionais e um regional. Uma matéria que fez com que o Jornal ganhasse um dos Prêmios tinha como título: “Macau: terra rica de gente pobre”.
Nessa época, o Jornal chegou a ter uma tiragem de quatro mil exemplares, sendo o segundo em Natal, em se tratando de tiragem. Só perdia para o Jornal Diário de Natal. O editor chefe era Manoel Chaparro, um jornalista português. Dom Eugênio Sales o trouxe para ser editor de A Ordem.

A Ordem parou de circular em 1967, em virtude de dificuldades financeiras.

Terceira fase
De 1967 até 1970, a Arquidiocese de Natal ficou sem um meio impresso de comunicação. Em 1971, retomou as atividades, publicando um Boletim Informativo, produzido pelo Secretariado de Opinião Pública. Era um boletim semanal, que saía aos domingos, mimeografado a tinta, em papel ofício, dobrado ao meio, formando uma publicação de quatro páginas. Paralelamente, o Secretariado publicava um Boletim de Imprensa, na maioria das vezes diário, mimeografado em estêncil a álcool. Era uma espécie de release, remetido diariamente aos meios de comunicação da cidade.
A partir de 1998, a recém criada equipe arquidiocesana da Pastoral da Comunicação assume a responsabilidade pela publicação do Boletim Informativo. Esse fato deu novo impulso à publicação impressa da Arquidiocese.

Em fevereiro de 1999, a equipe da Pascom, juntamente com o então Arcebispo, Dom Heitor de Araújo Sales, resolveu trocar o nome de Boletim Informativo por A Ordem, resgatando o nome de origem.

Comemoração
Os 80 anos de história do jornal A Ordem serão comemorados na próxima quarta-feira, dia 9, às 19h30, na Academia Norteriograndense de Letras, situada na Rua Mipibu, 443, no bairro de Petrópolis, em Natal. Na ocasião, será ministrada uma palestra com o jornalista Diego Amorim, de Brasília, sobre o ‘Presente e o futuro do jornal impresso’.  A solenidade é aberta aos sacerdotes, diáconos, religiosos, autoridades, agentes da Pastoral da Comunicação, profissionais e estudantes de comunicação social e à comunidade em geral.

Os que desejarem participar da solenidade, devem confirmar presença até a próxima terça-feira, dia 8, através do telefone (84) 3615-2800 ou do e-mail pascom@arquidiocesedenatal.org.br.

Assessoria de Comunicação
Arquidiocese de Natal
(84) 3615-2800 / 99968-6507
pascom@arquidiocesedenatal.org.br

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Senador Garibaldi Alves passa bem.

N O T A


Transcorreu tudo bem e dentro do previsto o procedimento médico ao qual o senador Garibaldi Filho se submeteu para facilitar a remoção de um cálculo no ureter, detectado em exames clínicos realizados ontem (quarta-feira, 2). O senador Garibaldi Filho permanecerá em repouso esta noite e receberá alta hospitalar amanhã (sexta-feira, 4).

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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Nunca mais deites as borras de café para o lixo! Não imaginas o que estás a perder!

20/08/2015

Todos nós temos o hábito de deitar para o lixo as borras de café sem nunca nos ter passado pela cabeça se elas seriam úteis para alguma coisa. Pois a partir de agora vais deixar de o fazer, pois as borras de café têm algumas utilidades fantásticas, e vão-te ser muito úteis em diversos casos.
Ficam aqui algumas dicas para usares as borras de café!
1 – Desentope o lava louça:
É mesmo. À primeira vista o que parece ser um absurdo não o é? Mas as borras desentopem mesmo o lava loiça. Experimenta!
2- Dá um fim às formigas
É só fazer um caminho com a borra já seca e” bye-bye” formigas. Se não quiseres sujar o armário ou outro compartimento coloca num prato pequeno as borras que funciona igualmente. No jardim também consegues dar um fim nelas. Coloca o café coado inteiro em cima delas.
3- Elimina o maus cheiro do frigorífico
Basta colocares num pires as borras dentro do frigorífico. Podes também colocá-las dentro de um pacote de manteiga vazio e fazer uns furos na tampa.
4- Afasta os gatos do jardim.
Se o teu gato não gosta de usar a caixa de areia coloca um prato com as borras de café onde ele costuma ir e troca-o semanalmente.
5- Ótimo esfoliante de pele.
Basta seguires a receita:
1 chávena de borra de café quente
1/2 chávena de açúcar ou sal
1 colher de sopa de azeite
Espalha pela pele em especial pés e cotovelos. Deixa atuar alguns minutos e depois retira.
6- Elimina mau cheiro dos ralos.
Basta colocar meia chávena de borra de café no ralo e logo de seguida 5 chávena de água quente e adeus odor!
7- Adeus cheiro de alimentos nas mãos
Elimina cheiro a peixe, alho, cebola, coentro e muitos mais condimentos. É só esfregar a borra de café nas mãos e sai logo. De seguida é só lavar as mãos.
8- Fertilizante para as plantas
Coloca um pouco da borra de café nas plantas e jardim e elas ficarão mais belas e fortes. Por ser rica em nitrogénio ela é um excelente fertilizante, além de proteger as raízes contra fungos.
Fonte: soutaoboa.com