segunda-feira, 18 de julho de 2016

5 projetos científicos de ponta que podem mudar o mundo em breve

  • 17 julho 2016
Centro Espacial de SurreyImage copyrightCENTRO ESPACIAL DE SURREY
Image captionO principal desafio para a rede de 'pescar' lixo espacial é estar perfeitamente alinhada com seu alvo
O futuro da ciência parece estar muito próximo com projetos como o de redes pesca de lixo espacial ou aranhas que fazem seda que poderá ser usada em violinos.
Todos os anos a Royal Society de Londres destaca exemplos de tecnologias de ponta e soluções científicas que estão prestes a se tornar algo comum na vida das pessoas.
Veja abaixo cinco destes projetos mais curiosos da lista de 2016 que já estão prontos para sair dos laboratórios e começar a fase de testes na vida real.

1. Recolhendo o lixo espacial

Desde o início da era espacial já foram descartadas 7 mil toneladas de lixo espacial: carcaças de foguetes, satélites desativados, pedaços de vidro, tudo isto está flutuando fora da Terra.
A maioria dos objetos lançados no espaço ainda estão orbitando nosso planeta, o que é uma ameaça de colisão com satélites ainda ativos. E satélites são vitais para o funcionamento da internet e de celulares, entre outros usos.
E até os menores fragmentos podem ser uma grande ameaça. A Estação Espacial Internacional, por exemplo, vive ajustando sua posição para evitar choques com estes destroços que orbitam a Terra a milhares de quilômetros por hora.
Agora a missão RemoveDebris ("Removendo destroços", em tradução livre) poderá resolver este problema.
O projeto, que será lançado no começo de 2017, é o primeiro a testar tecnologias de captura que vão arrastar o lixo espacial de volta para a atmosfera terrestre.
"Isto não é ficção científica, é um problema real. Todo o lixo espacial vai, com o tempo, cair devido à gravidade, mas alguns pedaços estão a mil quilômetros acima da Terra e, nesta altura, vão precisar de mil anos. Não temos tanto tempo, podemos ter dez ou 20 anos antes dos problemas mais graves começarem", afirmou Jason Forshaw, da equipe do projeto que está sendo desenvolvido no Centro Espacial de Surrey, na Grã-Bretanha.
O teste desta nova tecnologia é surpreendentemente simples.
Centro Espacial de SurreyImage copyrightCENTRO ESPACIAL DE SURREY
Image captionA vela para recolher lixo será testada no espaço no começo de 2017
O dispostivo usa uma rede espacial, parecida com uma rede de pesca, que é jogada no espaço para capturar o lixo. Uma vez que o lixo está preso na rede, ele pode ser arrastado por uma nave, que funciona como um reboque, e trazido de volta à Terra.
O calor da reentrada na atmosfera vai fazer com que o lixo queime. Os pedaços maiores de destroços que não se desintegrarem completamente poderão ser guiados para uma queda controlada no Oceano Pacífico.
Outro sistema usa uma espécie de vela, que parece com uma pipa.
Esta vela é feita com uma membrana muito fina mas, diferente das velas de barcos, ela é impulsionada por fótons de luz do Sol, ao invés do vento. A missão é puxar e arrastar o lixo para fora da órbita, fazendo ele cair em espiral na atmosfera da Terra.

2. O rastreador de mosquitos

BBC
Image caption3,2 bilhões de pessoas, quase metade da população mundial, correm o risco de contrair malária, segundo a OMS
Os cientistas lutam há décadas contra o mosquito Anopheles. Estes insetos transmitem malária, uma doença que infecta milhões e causa 438 mil mortes por ano no mundo inteiro.
E surgiu uma nova ameaça: a resistência a inseticidas nas populações do mosquito pois o uso deles está aumentando e um processo de seleção natural torna os mosquitos mais fortes.
A resistência ao inseticida foi relatada já em 60 países e chegou a níveis alarmantes na África Ocidental e Oriental.
Compreender o comportamento do mosquito é muito importante para enfrentá-lo.
"Estamos usando câmeras infravermelho para rastrear o caminho de voo do mosquito em volta dos mosquiteiros. Esta é a primeira vez que conseguimos gravar em vídeo a movimentação deles em uma escala tão grande", disse Josie Parker, pesquisadora da Escola de Medicina Tropical de Liverpool.
O projeto "Diários do Mosquito" detecta quanto tempo os insetos estão em contato com os mosquiteiros e como o inseticida - que está nas fibras do mosquiteiro - evita que eles piquem a pessoa que está dormindo logo abaixo do tecido.
"Eles precisam tocar o mosquiteiro para que o inseticida funcione e um contato muito rápido não é o bastante. Parte de nosso trabalho é determinar quanto tempo eles precisam ficar no mosquiteiro para morrer", afirmou Parker.
Josie Parker/Escola de Medicina Tropical,LiverpoolImage copyrightJOSIE PARKER/ESCOLA DE MEDICINA TROPICAL,LIVERPOOL
Image captionAs linhas coloridas mostram as trajetórias de mosquitos acima de um mosquiteiro
A pesquisa vai abrir caminho para a criação de mosquiteiros mais eficazes além de novas fibras e inseticidas - avanços simples que podem evitar milhares de mortes.
"Os mosquiteiros são uma barreira física mas, se eles não forem bons para matar os mosquitos que entram em contato com o tecido, estes mosquitos ainda vão estar esperando do lado de fora e vão te picar quando você acordar."

3. Os segredos do raio-X em 4D

Uma máquina complicada com um nome intrigante: o raio-X síncroton 4D. E o que ele faz também é incrível - permite que os cientistas analisem o coração dos materiais.
Diamond Light SourceImage copyrightDIAMOND LIGHT SOURCE
Image captionO síncroton é, em sua essência, um microscópio gigante que funciona com raios de luz dez bilhões de vezes mais brilhantes que o Sol
Eles podem usar o aparelho para analisar magma e aprender mais sobre grandes erupções vulcânicas ou então olhar cristais de gelo para descobrir porque um sorvete tem um gosto melhor que outro.
"Usamos uma técnica chamada raio-X em tomografia computadorizada, que trabalha com uma luz muito brilhante, tão poderosa que permite mostrar a estrutura interna dos materiais em três dimensões. Podemos analisar qualquer objeto, a variedade de aplicações é enorme", disse Kamel Madi, especialista da Universidade de Manchester, onde o aparelho foi desenvolvido.
O raio de síncroton é dez bilhões de vezes mais brilhante que o Sol e penetra estruturas sem precisar de cortes.
Uma câmera do outro lado registra a informação revelada pelo raio em imagens de resolução altíssima.
E a "quarta dimensão" é o tempo: os cientistas podem criar condições que cobrem uma grande variedade de temperaturas, pressões e atmosferas, replicando as forças que os materiais precisam enfrentar em situações reais. Com isso eles podem assistir enquanto os materiais mudam.
"Podemos compreender como a morfologia dos materiais muda quando os fabricamos, então esta máquina guarda os segredos para a melhoria na produção de coisas como motores a jato ou baterias de lítio", disse Madi à BBC.
Diamond Light SourceImage copyrightDIAMOND LIGHT SOURCE
Image captionO síncroton gigante foi instalado no sul da Grã-Bretanha
A técnica também é útil para o setor médico, para compreender como implantes interagem com o tecido dentro do corpo humano.
Madi já começou a analisar como a artrite afeta a cartilagem e o que pode ser feito para melhorar a vida dos pacientes com esta doença.

4. Aranhas ao trabalho

O fio fabricado pelas aranhas para tecer suas teias está no centro da próxima geração de materiais sustentáveis e biocompatíveis.
BBC
Image captionEntre outras coisas a pesquisa tenta entender como a estrutura de uma teia de aranha fica tão elástica e resistente
"A seda da aranha existe há cerca de 300 milhões de anos e as aranhas usam uma quantidade mínima de materiais para conseguir o máximo de benefícios", afirmou a bióloga Beth Mortiner, do Oxford Silk Group, o grupo de estudos da seda da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.
As aranhas usam proteína para criar as teias que, geralmente, são usadas para capturar suas presas. Mas a pesquisa de Oxford agora está ajudando a revelar a estrutura molecular da seda e descobrir os possíveis usos desta seda para nossa vida.
Poucos materiais na natureza têm esta capacidade de absorver energia como a seda produzida pela aranha. Os cientistas disseram à BBC que este material, combinado com resinas, poderá ser muito bom na fabricação de fibras resistentes a impactos.
"A seda é mil vezes mais eficiente em termos energéticos para produzir do que os polímeros sintéticos (plásticos, por exemplo). O desafio agora é como tornar sua produção economicamente viável", disse Mortimer.
E as gotículas de cola que cobrem esta seda - e tornam a teia de aranha tão grudenta - fizeram com que os cientistas pensassem em novoas tecnologias inspiradas na natureza. A cola permite que a seda se estique muito.
Além disso, esta seda é biocompatível: os testes clínicos já estão avançados para verificar se os implantes desta seda podem ajudar na recuperação da cartilagem do joelho de humanos.
Oxford Silk GroupImage copyrightOXFORD SILK GROUP
Image captionOs fios da teia de aranha são cobertos por uma substância pegajosa e usados para capturar as presas
Até músicos podem usar este material. A seda de aranha foi testada em um protótipo de violino que explora suas propriedades vibratórias.
Quando a teia de aranha captura um inseto e este inseto tenta sair, a teia envia vibrações que são uma mensagem para a aranha.

5. A revolução dos ossos

Cientistas criaram uma tecnologia para cultivar ossos artificiais em laboratório sem usar medicamentos ou produtos químicos, apenas usando a vibração.
NANOKICK TECHNOLOGIESImage copyrightNANOKICK TECHNOLOGIES
Image captionO biorreator Nanokick converte células-tronco em células ósseas
O nome em inglês é "nanokicking" (ou "nanochute" em tradução livre): uma ténica que retira células-tronco da medula óssea, que podem se transformar em muitas outras células especializadas, e "chutam" estas células usando altas frequências para desencadear uma transformação e fazer com que elas virem células produtoras de ossos.
Os novos pedaços de ossos, então, são cultivados a partir das células do próprio paciente. Sem produtos químicos ou proteínas de crescimento que podem ter efeitos colaterais.
O método não involve cirurgias dolorosas para remover amostras de osso de outras partes do corpo e não há risco de rejeição.
Os minúsculos "nanokicks" são dados milhares de vezes por segundo.
"Estamos imitando o osso, que vibra cerca de mil vezes por segundo naturalmente", disse o Matthew Dalby, da equipe de pesquisadores escoceses da Universidade de Glasgow que desenvolveu a técnica.
Esses pedaços de ossos poderão, então, ser implantados e se fundir com o osso ou ajudar a reparar danos e fraturas. Os pesquisadores acreditam que talvez seja até possível dar os "nanokicks" diretamente nos pacientes para curar fraturas sem cirurgia e, no futuro, isso poderá ajudar a desacelerar o crescimento de tumores nos ossos.
Universidade de GlasgowImage copyrightUNIVERSIDADE DE GLASGOW
Image captionDepois do "nanochute", células-troncos se transformam em células ósseas
O osso é um dos tecidos mais transplantados do mundo e, por isso, o impacto desta técnica pode ser enorme.
Uma população que está envelhecendo também aumenta a demanda por estas técnicas, pois mais pacientes estão sofrendo com osteoporose e fraturas no quadril, por exemplo.
Nos próximos três anos os cientistas vão testar esses ossos criados em laboratório nas pessoas e, em menos de uma década, esta nova terapia já poderá estar disponível para os pacientes.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Europa

Autor de ataque em Nice é formalmente identificado

Motorista do caminhão que avançou contra multidão é um homem de origem tunisiana de 31 anos. Motivos não estão claros, mas autoridades destacam presença jihadista na cidade turística no sul da França.
O motorista do caminhão que avançou contra uma multidão em Nice, no sul da França, matando ao menos 84 pessoas, foi formalmente identificado, disseram fontes policiais na manhã desta sexta-feira (15/07). Trata-se de um tunisiano de 31 anos de idade.
Identificado como Mohamed Lahouaiej Bouhlel, o agressor não estava na lista de vigilância dos serviços de inteligência franceses, mas era conhecido pela polícia por ligação com crimes comuns, como roubo e violência com arma, disseram as fontes, citadas por agências de notícias. Os documentos do homem, que vivia em Nice, foram encontrados no caminhão.
Segundo o ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, 18 pessoas estão em estado grave após o ataque em Nice na noite desta quinta-feira, durante festividades por ocasião do Dia da Bastilha, data nacional da França. Milhares de pessoas estavam reunidas na famosa avenida à beira-mar Promenade des Anglais para acompanhar a queima de fogos de artifício.
O caminhão de 25 toneladas percorreu a via logo após o fim da queima de fogos, por volta das 22h30. Segundo autoridades, o veículo trafegou por cerca de dois quilômetros, até o motorista ser morto a tiros pela polícia.
Várias crianças estão entre as vítimas. O hospital infantil de Nice disse ter tratado cerca de 50 crianças e adolescentes feridos no ataque, incluindo dois que morreram durante ou após serem submetidos a cirurgia.
Uma testemunha disse ter pensado que o agressor estava disparando tiros enquanto dirigia. "Eu vi aquele caminhão branco enorme passando em alta velocidade", contou Suzy Wargniez, de 65 anos de idade, que assistia à queima de fogos de um café na avenida. "Estava atirando."
Vítima após atentado em Nice Nice amanheceu em luto após o ataque, com sangue e destroços na avenida à beira-mar
Cena islamista
Na manhã desta sexta-feira, o caminhão – um veículo alugado, segundo autoridades – ainda estava no local onde parou na noite anterior. Sangue e destroços estavam espalhados sobre a avenida à beira-mar. Uma autoridade local disse que dentro do caminhão foram encontradas armas e granadas.
Até a manhã de sexta-feira, nenhum grupo havia reivindicado responsabilidade pelo ataque. A polícia disse estar tentando estabelecer se o motorista tinha cúmplices na cidade, conhecida por ligação com a militância islâmica.
 
Assistir ao vídeo 01:05

As chocantes imagens do atentado

Nice, com 350 mil habitantes, tem um histórico de resort aristocrático, mas também viu dezenas de seus moradores viajarem para a Síria para lutar ao lado de extremistas – caminho seguido por outros autores de atentados do "Estado Islâmico" (EI) na Europa.
"Nem o local nem a data são coincidência", disse Claude Moniquet, ex-agente da inteligência francesa e consultor de segurança, ressaltando a presença jihadista em Nice e o fato de que o 14 de Julho marca a Revolução Francesa.
Na madrugada, o presidente da França, François Hollande, afirmou que "o caráter terrorista" do ataque com um caminhão em Nice "não pode ser negado".
Em curto pronunciamento na televisão, o chefe de Estado disse ainda que vai prorrogar por mais três meses o estado de emergência que vigora na França desde os atentados de 13 de Novembro. Horas antes ele havia dito que o estado de emergência iria terminar no próximo dia 26 de julho, depois de já ter sido prorrogado três vezes pelo Parlamento.
"A França como um todo está sendo atacada pelo terrorismo islâmico", afirmou Hollande. "Vamos mostrar a mais absoluta vigilância e determinação. Temos de fazer de tudo para lutar contra o flagelo do terrorismo."
Na manhã de sexta-feira, o primeiro-ministro, Manuel Valls, anunciou três dias de luto nacional.
LPF/rtr/afp/dpa

quarta-feira, 13 de julho de 2016

As criaturas bizarras encontradas por expedição americana em áreas mais profundas do oceano

BBC
  • 12 julho 2016
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Espécime rara de água-viva têm tentáculos longos e curtosImage copyrightNOAA OFFICE OF OCEAN EXPLORATION AND RESEARCH
Image captionEspécime rara de água-viva têm tentáculos longos e curtos
Uma imagem de uma espécie desconhecida de água-viva tirada por uma expedição científica em abril na região mais profunda do oceno rodou o mundo pela internet.
Registrado a 3,7 mil metros abaixo da superfície, o espécime se parecia mais com uma critura de sonhos e fantasia de ficção científica do que um animal do nosso planeta - e esse misto de estranhamento e fascinação fez com que essa e outras fotos e vídeos da mesma expedição viralizassem.
A equipe de biólogos marinhos da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), uma agência do governo americano, explorou a Fossa das Marianas nos últimos três meses e descobriu um ecossistema povoado por criaturas bizarras.
Com 2,5 mil km de comprimento e 69 km de largura, a Fossa das Marianas, localizada ao sul do Japão, marca a fronteira entre duas placas tectônicas. Ela chega a uma profundidade de até 11 mil metros.
EnteropneustaImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionEssa enteropneusta roxa e translúcida é apenas um dos animais estranhos observados na Fossa das Marianas
Dividida em três etapas, a missão começou em 20 de abril e foi encerrada no último domingo. Ela faz parte de uma empreitada maior, com três anos de duração, para conhecer melhor regiões do Pacífico - e, a julgar pelo que foi encontrado até agora, muitas outras revelações ainda estão por vir.
Usando um potente sonar, os pesquisadores identificavam a presença de criaturas interessantes do fundo do oceano, e enviavam um veículo submarino operado remotamente para capturar imagens em alta resolução.
Além da nova espécie de água-viva, os cientistas registram o primeiro espécime vivo de um "peixe-fantasma", uma lesma marinha e uma esponja até então desconhecidas, minhocas marinhas, uma enguia com uma cabeça estranha, entre outros animais que habitam as profundezas do oceano. Confira:
'Peixe-fantasma'Image copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionApelidado de "peixe-fantasma", esse espécime da família 'Aphyonidae' tem pele gelatinosa e transparente
Lesma-do-marImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionSegundo cientistas, essa lesma-do-mar é o provavlemente parte de uma nova espécie
Água-vivaImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionEssa água-viva foi registrada a 800 metros de profundida, flutuando sobre um minivulcão submarino
Crustáceos em haste de esponjaImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionDois pequenos crustáceos pousados sobre a haste de uma esponja parecem posar para a foto
CoralImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionCientistas fotografaram esse tipo incomum de coral fazendo círculos no fundo do oceano
PeixeImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionEsse peixe da família 'Ophidiidae' tem um formato de cabeça pouco usual e pode ser uma nova espécie, dizem os pesquisadores
CoralImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionMissão registrou esse espécime ainda muito jovem de um coral da família 'Isididae'
Água-viva-de-penteImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionUm dos estranhos tipos de águas-vivas-de-pente documentados na expedição
AnêmonaImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionOs tentáculos dessa anêmona encontrada encrustada em uma rocha flutuam de acordo com a correnteza
Esponja desconhecidaImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionPesquisadores não identificaram a espécie desta esponja, mas acreditam que os pontos brancos em seu corpo podem ser embriões
TamborilImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionEsse tamboril usa a estrutura entre seus olhos para atrair presas e as engole de uma só vez com sua grande boca
Megalodicopia hiansImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionEsse animal marinho invertebrado que fica preso a rochas ou no leito do oceano à espera de que presas entrem em sua boca
EnteropneustaImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionOs registros incluem essa enteropneusta deixando seu característico rastro de fezes no leito do oceano
CoralImage copyrightDEPTO. DE PESQUISA E EXPLORAÇÃO OCEÂNICA/NOAA
Image captionUm close um coral pouco antes de ele ser coletado para análises