sábado, 5 de novembro de 2016

05/11/2016 09h45 - Atualizado em 05/11/2016 09h45

Homem morre após bater moto em poste em Natal

Acidente aconteceu na madrugada deste sábado (5) na Av. Roberto Freire.
Trânsito ficou interditado no local.

Do G1 RN
Acidente aconteceu na Avenida Engenheiro Roberto Freire (Foto: Divulgação/PM)Acidente aconteceu na Avenida Engenheiro Roberto Freire (Foto: Divulgação/PM)
Um homem de 34 anos morreu após bater a moto que pilotava no poste de um semáforo na Avenida Engenheiro Roberto Freire, na Zona Sul de Natal. O acidente aconteceu por volta das 5h deste sábado (5).
A vítima trafegava no sentido Ponta Negra / Centro quando perdeu o controle da moto e bateu no poste do semáforo nas proximidades do shopping Cidade Jardim. O homem morreu no local.
O semáforo caiu e o poste ficou atravessado na pista o que interditou o trânsito no sentido Centro. Por volta das 8h30 o semáforo foi trocado e o trânsito foi liberado no local.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

O Atheneu.


terça-feira, 1 de novembro de 2016


 
 
Fred Rossiter Pinheiro publicou no grupo Colégio Estadual do Atheneu Norte-Riograndense Friends.
 
   
Fred Rossiter Pinheiro

 
Colégio Atheneu Norte-Riograndense 

O Colégio Atheneu Norte-Riograndense foi fundado em Natal antes mesmo do Colégio que era modelo para o Império: o Colégio Pedro II, que foi fundado em 2 de dezembro de 1837, no Rio de Janeiro, “na Corte”. 
A fundação do Atheneu aconteceu em três de fevereiro de 1834, nesse dia o Padre Antônio Xavier Garcia de Almeida, vice-diretor do Ateneu, abriu o livro de matrículas das aulas no referido Colégio. 
Período do Império, o Ateneu Norte-riograndense tornou-se necessário para suprir as necessidades de quadros para a estrutura social vigente, afinal a estrutura econômica estava assentada em formas de trabalho, como a escravatura, e a educação tradicional privilegiava a elite. Assim, era necessário instituir, na sociedade, uma via eficaz para formar uma classe imbuída da moral dominante, destinada a ocupar as funções públicas e liberais que começavam a se expandir. 
Na cidade do Natal, em 1834, havia cinco aulas de Humanidades, intituladas Aulas maiores, eram elas: Filosofia, Retórica, Geometria, Francês e Latim. O então Presidente da Província, Basílio Quaresma Torreão (1787-1868) solicitou ao Conselho Geral da Província14, a reunião dessas cinco Aulas Maioresnum Colégio. 
Entendemos que é a Basílio Quaresma Torreão que devemos a existência do Atheneu, pois foi ele que teve a iniciativa de reunir as cinco Aulas Maiores num Colégio, ele amava a História, era letrado e amigo de clássicos e a ele se deve a escolha do nome. 
O Atheneu funcionou no antigo Quartel Militar (Av. Rio Branco) de 1834 até 1859, pois a chegada de um batalhão desalojou alunos e professores, forçando-os a estudarem em residências. Em 1º de março de 1859, o Atheneu foi instalado no edifício da rua Junqueira Ayres, atual Secretaria Municipal de Finanças e permaneceu lá até 1954. 
O prédio do Atheneu era referência na cidade e, muitas vezes, utilizada para outros fins. A Escola Normal funcionou no Atheneu de 13 de maio de 1908 até 31 de dezembro de 1910. A Escola Normal foi criada pelo Governador Alberto Maranhão a fim de preparar gente capacitada fechando algumas escolas primárias, rotineiras, retrógradas e improdutivas que havia no Estado. Quarenta e quatro anos depois, a Escola Normal e o Atheneu voltam a utilizar o mesmo espaço. 
O prédio atual, construído tem formato de “X”, foi inaugurado em 11 de março de 1954. No prédio novo, encontravam-se um ginásio para prática de esportes, sessões de cinema e auditório para festas,16 salões de aulas comuns e 8 salões para aulas especializadas. 
Durante muitas gerações o Atheneu foi considerado o melhor colégio do Estado, um pólo para transmissão cultural e ao mesmo tempo, um meio de traçar limites entre o secundário e o superior. Foi fundamental na vida da cidade e das pessoas que viveram desde a década de 1830 sempre motivando apreensões discursivas e suas práticas culturais como estratégias de pensar. 
O Atheneu sempre atendeu, mesmo que de forma não intencional, a alguns pressupostos que norteiam a pedagogia do contemporâneo. Antes não havia reuniões de pais, mas o ensino correspondia à proposta básica das famílias para a educação dos seus filhos. Assim procuramos ressaltar a importância do Atheneu na vida de nossa cidade.. 

Extraído da tese de Liliane dos Santos Gutierre
Postado por Manoel de Oliveira Cavalcanti Neto. Blog de CARLOS Cavalcante.

domingo, 30 de outubro de 2016

O Capitão.

François Silvestre* 


Estávamos no Amarelinho, na Praça Floriano, da Cinelândia, há quantos anos? Não lembro. Aurélia, Felipe e eu. Felipe ainda de colo; hoje joga bola na Praia do Flamengo, num time de moleques da escola onde estuda na Rua Buarque de Macedo. No Catete. Mas, voltemos ao fato. O bar estava quase lotado. Quando vejo, vindo do lado da estação do metrô, o Capitão Carlos Alberto Torres. Ao passar por nós, falei: “Capitão”. Ele parou e dirigiu-se a mim. Abraçamo-nos e conversamos por alguns minutos. Não foi muito tempo, mas foi suficiente pra chamar a atenção do bar. 

Quando ele saiu, deixou um aceno de quem parecia ter visto um amigo antigo. Foi assim. Aurélia se culpa de não ter registrado o “encontro”, por uma foto do celular. Rubinho Lemos me admoestou: “França, seu galado, você não registrou isso”? 

Soube agora que o Capitão partiu. Fico vendo a cena do drible de Tostão, lá da linha de fundo, sem olhar, passando a bola pra Pelé, que esperou a vinda de Carlos Alberto Torres, ao dar o passe perfeito e ver o Capitão estufar a rede italiana e marcar o quarto gol do Tri. 

Valeu, Capitão!…, O tempo era escuro naquele tempo, hoje é claro no escuro. E no futebol é cinza!

*Com post no Substantivo Plural
Foto relacionada à publicação


--
Postado por João Bosco de Araujo no AssessoRN.com em 10/30/2016 08:49:00 AM

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Relatório destaca que, entre 1970 e 2012, população global de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis diminuíram 58%, e pinta cenário sombrio para o futuro: "Uma possível sexta extinção em massa."


Assistir ao vídeo01:11

População de animais selvagens caiu 58% desde 1970

Um relatório da organização ambientalista WWF e da Sociedade de Zoologia de Londres divulgado nesta quinta-feira (27/10) indica que a vida selvagem poderá se reduzida em 67% em todo o mundo, num período de apenas 50 anos que se encerra no final desta década.
O relatório, intitulado Planeta Vivo, afirma que as populações humanas subjugam o planeta em níveis "sem precedentes" na história. E sugere que, para mudar esse quadro, são necessárias transformações no modo como as sociedades se abastecem e se alimentam.
Entre 1970 e 2012, as populações globais de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis diminuíram 58%, diz o estudo. Isso significa que, num período de 50 anos, que termina em 2020, essas populações poderão ser reduzidas em até dois terços do total.
O ano de 2020, porém, também é de "grandes promessas", segundo o relatório, com o início dos compromissos assumidos por 196 países no Acordo de Paris, que estabelece metas para a redução de emissões de gases do efeito estufa e a diminuição de uso de combustíveis fósseis, limitando o aquecimento global ao máximo de 2ºC acima dos níveis pré-industriais.
Segundo o WWF, as medidas previstas no acordo poderão contribuir para garantir as reformas necessárias nos sistemas de produção de alimentos e de energia para proteger a vida selvagem em todo o mundo.
Exploração abusiva
O estudo avalia que a principal causa da destruição dos habitats naturais e da exploração abusiva dos animais selvagens é a produção de alimentos. "Atualmente, a agricultura ocupa cerca de um terço da área total da Terra e é responsável por quase 70 % do uso da água", afirma o documento.
"A vida selvagem está desaparecendo das nossas vidas num ritmo sem precedentes", afirma no relatório o diretor geral da WWF Internacional, Marco Lambertini, ressaltando que isso diz respeito não apenas às populações de animais, mas também à biodiversidade que se constitui da base de florestas, rios e oceanos saudáveis.
"Acabar com as espécies e com os ecossistemas fará com que entrem em colapso também os serviços que eles nos fornecem, como o ar, água, alimentos e a regulação do clima."
O texto sugere soluções para amenizar o impacto da atividade humana no planeta, alterando as formas de produção e consumo dos alimentos enquanto garante a alimentação mundial de modo sustentável.
Pesquisas de diversas instituições citadas no relatório apontam que a humanidade utiliza recursos de 1,6 planeta para fornecer os produtos e serviços que consumimos a cada ano.
"Sexta extinção"
O WWF sugere que, nas atuais circunstâncias, devemos "repensar a forma como produzimos e consumimos"  e também "medir o sucesso e valorizar o ambiente natural".
A esperança, segundo os autores do estudo, está na "mudança urgente do sistema, do comportamento individual, das empresas e dos governos", além dos exemplos sobre a gestão de recursos naturais ou os recentes acordos globais sobre as alterações climáticas, em particular a Agenda para o desenvolvimento sustentável 2030.
"Sabemos o que é preciso para construir um planeta fortalecido para as gerações futuras, só precisamos é agir de acordo com esse conhecimento", afirma Marco Lambertini.
O Planeta Vivo 2016, principal publicação bianual do WWF, acompanhou mais de 14 mil populações de vertebrados de mais de 3,7 mil espécies, entre 1970 e 2012.
O relatório utiliza o Índice do Planeta Vivo, criado pela Sociedade Zoológica de Londres, que acompanha as tendências da vida selvagem e revela de que modo ocorre a diminuição das populações de animais. 
O estudo conclui que o planeta está entrando num "território completamente inexplorado na sua história", onde a humanidade "molda as mudanças na Terra".
O texto se refere ainda a "uma possível sexta extinção em massa", num período que os pesquisadores designam como Antropoceno – o período geológico onde os humanos se tornaram o principal fator de transformação no planeta.
Fonte: dw.de
27.10.2016
Relatório destaca que, entre 1970 e 2012, população global de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis diminuíram 58%, e pinta cenário sombrio para o futuro: "Uma possível sexta extinção em massa."


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População de animais selvagens caiu 58% desde 1970

Um relatório da organização ambientalista WWF e da Sociedade de Zoologia de Londres divulgado nesta quinta-feira (27/10) indica que a vida selvagem poderá se reduzida em 67% em todo o mundo, num período de apenas 50 anos que se encerra no final desta década.
O relatório, intitulado Planeta Vivo, afirma que as populações humanas subjugam o planeta em níveis "sem precedentes" na história. E sugere que, para mudar esse quadro, são necessárias transformações no modo como as sociedades se abastecem e se alimentam.
Entre 1970 e 2012, as populações globais de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis diminuíram 58%, diz o estudo. Isso significa que, num período de 50 anos, que termina em 2020, essas populações poderão ser reduzidas em até dois terços do total.
O ano de 2020, porém, também é de "grandes promessas", segundo o relatório, com o início dos compromissos assumidos por 196 países no Acordo de Paris, que estabelece metas para a redução de emissões de gases do efeito estufa e a diminuição de uso de combustíveis fósseis, limitando o aquecimento global ao máximo de 2ºC acima dos níveis pré-industriais.
Segundo o WWF, as medidas previstas no acordo poderão contribuir para garantir as reformas necessárias nos sistemas de produção de alimentos e de energia para proteger a vida selvagem em todo o mundo.
Exploração abusiva
O estudo avalia que a principal causa da destruição dos habitats naturais e da exploração abusiva dos animais selvagens é a produção de alimentos. "Atualmente, a agricultura ocupa cerca de um terço da área total da Terra e é responsável por quase 70 % do uso da água", afirma o documento.
"A vida selvagem está desaparecendo das nossas vidas num ritmo sem precedentes", afirma no relatório o diretor geral da WWF Internacional, Marco Lambertini, ressaltando que isso diz respeito não apenas às populações de animais, mas também à biodiversidade que se constitui da base de florestas, rios e oceanos saudáveis.
"Acabar com as espécies e com os ecossistemas fará com que entrem em colapso também os serviços que eles nos fornecem, como o ar, água, alimentos e a regulação do clima."
O texto sugere soluções para amenizar o impacto da atividade humana no planeta, alterando as formas de produção e consumo dos alimentos enquanto garante a alimentação mundial de modo sustentável.
Pesquisas de diversas instituições citadas no relatório apontam que a humanidade utiliza recursos de 1,6 planeta para fornecer os produtos e serviços que consumimos a cada ano.
"Sexta extinção"
O WWF sugere que, nas atuais circunstâncias, devemos "repensar a forma como produzimos e consumimos"  e também "medir o sucesso e valorizar o ambiente natural".
A esperança, segundo os autores do estudo, está na "mudança urgente do sistema, do comportamento individual, das empresas e dos governos", além dos exemplos sobre a gestão de recursos naturais ou os recentes acordos globais sobre as alterações climáticas, em particular a Agenda para o desenvolvimento sustentável 2030.
"Sabemos o que é preciso para construir um planeta fortalecido para as gerações futuras, só precisamos é agir de acordo com esse conhecimento", afirma Marco Lambertini.
O Planeta Vivo 2016, principal publicação bianual do WWF, acompanhou mais de 14 mil populações de vertebrados de mais de 3,7 mil espécies, entre 1970 e 2012.
O relatório utiliza o Índice do Planeta Vivo, criado pela Sociedade Zoológica de Londres, que acompanha as tendências da vida selvagem e revela de que modo ocorre a diminuição das populações de animais. 
O estudo conclui que o planeta está entrando num "território completamente inexplorado na sua história", onde a humanidade "molda as mudanças na Terra".
O texto se refere ainda a "uma possível sexta extinção em massa", num período que os pesquisadores designam como Antropoceno – o período geológico onde os humanos se tornaram o principal fator de transformação no planeta.
Fonte: dw.de
27.10.2016

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Não é afrodisíaca, mas é diurética a sopa de gerimum.

CULINÁRIA

Pitadas: Sopa de abóbora com laranja e gengibre

A chegada da estação das folhas alaranjadas à Alemanha traz consigo a época de abóbora e das muitas versões de sopa do fruto de sabor adocicado. Aprenda uma receita levemente picante e ótima para a imunidade.
Kürbiscremesuppe (picture-alliance/dpa)
No outono, as abóboras invadem as gôndolas dos supermercados, as feiras de rua e até mesmo as soleiras e parapeitos das casas na Alemanha, onde servem de decoração em suas mais variadas cores e tamanhos. Os tons alaranjados e amarelos combinam perfeitamente com as folhas das árvores nesta época do ano. Também os menus de restaurantes dedicam espaço ao fruto, sendo a sopa de abóbora – ou kürbissuppe – um dos pratos mais servidos.
Dez mil hectares do país são usados para o plantio da planta, sobretudo na Baviera, em Baden-Württemberg, na Baixa Saxônia e na Renânia do Norte-Vestfália. O auge da temporada ocorre nos meses de setembro e outubro. Entre as centenas de variedades existentes do fruto, a abóbora do tipo Hokkaido (Cucurbita máxima) – redonda, laranja e de origem japonesa – é uma das mais apreciadas no país.
As abóboras pertencem ao gênero Cucurbita, e acredita-se que o nome do fruto em alemão – kürbis – tenha derivado do termo em latim, sem a primeira sílaba. Primeiro nasceu a palavra Kurbitz, que depois se transformou em Kürbis.
Hokkaido Kürbisse (picture-alliance/dpa)
Entre as centenas de variedades existentes, a abóbora do tipo Hokkaido é uma das mais apreciadas na Alemanha
Supostamente por suas sementes abundantes – que aqui na Alemanha são muito apreciadas em pães, meus favoritos –, a abóbora foi por muito tempo considerada um símbolo da fertilidade. O fruto era venerado da América do Sul à África e à China, sendo sua casca usada para construir vasos. Talvez tenha vindo daí a tradição de cavoucar as abóboras para o Halloween, popular nos EUA e que vem ganhando força aqui na Alemanha.
A abóbora não apenas tem um sabor suave e delicioso, como também é muito saudável. Ela contém betacaroteno, que fortalece o sistema imunológico, é rica em potássio e tem propriedades diuréticas. Além disso, o fruto tem muitas vitaminas, ácido fólico e poucas calorias.
As muitas variedades de abóbora crescem a temperaturas acima dos 18°C, e a colheita é feita de 85 a 150 dias depois do plantio. Por isso, a planta se desenvolve bem no verão alemão e é consumida no outono. No Brasil, o fruto está disponível em grande parte do ano e é muitas vezes servido doce. Já aqui, do outro lado do Atlântico, os alemães preferem utilizá-lo em pratos salgados.
Para mim, sopa de abóbora é uma comfort food, não apenas em dias frios, com sua textura grossa e sabor adocicado. As receitas por aqui muitas vezes vão além do ingrediente principal, levando leite de coco ou maçã, por exemplo.
Aprenda uma receita com laranja e gengibre, ótima para aumentar a imunidade*:
Ingredientes (para 4 a 6 pessoas)
1 kg de abóbora (pode ser da japonesa, a kabochá)
1 cebola
1 colher (chá) de sal
Um pouco de manteiga
2 colheres (sopa) de açúcar
1 pitada de noz-moscada
2 colheres (sopa) de vinagre de maçã ou vinho branco
2 a 3 colheres (chá) de gengibre ralado
2 l de água
2 cubos de caldo vegetal
Casca de uma laranja
Pimenta Tabasco (opcional)
4 colheres (sopa) de sour cream ou creme de leite
Modo de preparo
Picar a cebola. Remover as sementes e picar a abóbora. Refogar numa panela a abóbora e a cebola na manteiga. Acrescentar a água quente com o caldo vegetal. Cozinhar por cerca de meia hora e bater no liquidificador. Temperar com o sal, o vinagre, a noz-moscada, o gengibre, a casca da laranja ralada e algumas gotas da pimenta. Acrescentar o sour cream ou creme de leite e não deixar mais ferver antes de servir.
*Receita traduzida e adaptada do livro Die Magie der Küche: Rezepte durch vier Jahreszeiten, de Fred Neuner e Michaela Haager
Toda semana, a coluna Pitadas traz receitas, curiosidades e segredos da culinária europeia, contados por Luisa Frey, jornalista aspirante a mestre-cuca.
fonte: dw.de

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  • Data 25.10.2016
  • Autoria Luisa Frey

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Rogério Abdalla, assina nesta sexta-feira (21), em Natal (RN), portarias de habilitação de novos serviços de saúde para o Rio Grande do Norte. O evento será, às 10 horas,  no Centro Administrativo do Estado. Os credenciamentos permitirão a destinação de mais recursos para a ampliação dos atendimentos de emergência e hospitalar realizados no estado.

A liberação dos recursos e expansão dos serviços são resultados das medidas de gestão adotadas pelo Ministério da Saúde nos primeiros 100 dias de governo e que levaram a uma economia de R$ 1 bilhão. Esse valor está sendo realocado na melhoria da saúde para a população. [Fonte: Ascom MS/Portal Saúde]

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Limite de gastos públicos será debatido hoje à noite, pela TVU

(Sirleide Pereira – Ascom-Reitoria/UFRN)

O Programa Grandes Temas, da TV Universitária, vai debater na noite desta segunda-feira, 17, os "Impactos da Proposta j de Emenda Constitucional (PEC 241), que propõe limite dos gastos públicos. São quatro convidados entre eles a presidente da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições de Ensino Superior (Andifes) e reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Angela Maria Paiva Cruz.
Os outros debatedores são Afrânio Ferreira de Miranda Filho, Presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Logistas do Rio Grande do Norte (FCDL/RN); Alan Daniel Freire de Lacerda, Professor do Departamento de Políticas Públicas do Centro de Ciências Humanas letras e Artes (CCHLA/ UFRN) e Gabriel Medeiros de Miranda, estudante do Curso de Direito da UFRN e diretor da União Nacional de Estudantes (UNE).

Apresentado pelo jornalista Ednaldo Martins, o Grandes Temas vai ao ar ao vivo, a partir das 20h.

domingo, 9 de outubro de 2016

Novos binários começam a funcionar nesta segunda-feira (10) em Natal

Avenidas Antônio Basílio e Nascimento de Castro terão sentido único.
STTU pretende dar dar mais fluidez ao trânsito na região.

Do G1 RN
Avenida Antônio Basílio é uma das que passa a ter sentido único em Natal (Foto: Adriano Abreu/Tribuna do Norte)Avenida Antônio Basílio é uma das que passa a ter sentido único (Foto: Adriano Abreu/Tribuna do Norte)
A partir desta segunda-feira (10), as avenidas Antônio Basílio e Nascimento de Castro passam a funcionar no sistema de binário, ou seja, operando em sentido único. A informação é da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) de Natal. A avenida Antônio Basílio passa a ter sentido único da avenida Interventor Mário Câmara (Av. 6) até a avenida Xavier da Silveira. Com isso, as duas pistas da avenida serão no sentido Dix-Sept Rosado/Nova Descoberta.
Já a avenida Nascimento de Castro terá o sentido inverso: o sentido único começa na avenida Xavier da Silveira e segue até a avenida Interventor Mário Câmara (Av. 6). Ou seja, as duas pistas da avenida serão no sentido Nova Descoberta/Dix-Sept Rosado.
Segundo Walter Pedro da Silva, secretário ajunto de Trânsito do órgão, a intenção é dar mais fluidez na ligação das zonas Norte, Sul e Oeste. “Com o binário, o trânsito vai ficar mais equilibrado em ambas as vias. O motorista tem o hábito de andar sempre numa mesma avenida, deixando outras vias alternativas ociosas. A nossa intenção é equilibrar esse trânsito”, afirmou o secretário.
Muança no transporte
Com estas mudanças de sentido, linhas de ônibus urbanas e intermunicipais também sofrerão alterações. A linha urbana 40 (Planalto/Mãe Luíza) terá o itinerário modificado – no sentido Mãe Luíza – a partir da Rua dos Potiguares, entrando na avenida Amintas Barros, Rua dos Tororós, avenida Nascimento de Castro, avenida Interventor Mário Câmara (Av. 6) e volta ao itinerário já realizado. Já no sentido Planalto, o itinerário muda a partir da avenida Interventor Mário Câmara (Av. 6), entrando na rua Intendente Teodósio Paiva, avenida Antônio Basílio, rua dos Tororós, avenida Nascimento de Castro, rua dos Potiguares e voltando ao itinerário que já realiza.
Por sua vez, a linha urbana 66 (Ponta Negra/Cidade da Esperança, via Bom Pastor) não muda de itinerário no sentido Bom Pastor. No sentido Ponta Negra, a mudança começa na avenida Interventor Mário Câmara (Av. 6), avenida Amintas Barros, avenida Prudente de Morais, avenida Lima e Silva, avenida Cel. Norton Chaves, avenida Rui Barbosa, rua da Saudade e volta ao itinerário já realizado.
A linha urbana 68 (Alvorada IV/Petrópolis, via Alecrim) muda de itinerário apenas no sentido Hemonorte. Ela deixa de passar nas avenidas Xavier da Silveira e Antônio Basílio, fazendo o giro de 360° na rotatória da avenida Bernardo Vieira e entrando na avenida Rui Barbosa – voltando ao itinerário que já realiza.
Por fim, as linhas intermunicipais 122 (Extremoz/Natal – Mirassol), 133 (São Gonçalo – Jardim das Flores/Natal – Mirassol) e 176 (São Gonçalo – Golandim/Natal – Mirassol) terão alteração de itinerário apenas na volta para suas cidades. Elas seguirão como de costume até a avenida Bernardo Vieira, onde entrarão na avenida Rui Barbosa, avenida Nascimento de Castro e avenida Interventor Mário Câmara (Av. 6); entrando a esquerda na rua Intendente Teodósio Paiva e voltando ao itinerário já realizado.
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