sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O genial Luiz Gonzaga foi mestre maçom do GOB do Rio de Janeiro.


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Um Mestre Maçom chamado Luiz Gonzaga

  Colaboração do Ir∴ Sergio Elvis (sergio.elvis@terra.com.br) pertencente ao Grupo Tempo de Estudos (tempo-de-estudos@yahoogrupos.com.br) 
O Rei do Baião, Luiz Gonzaga, Pernambucano de Exu-PE, viu a Luz na Maçonaria no dia 03 de abril de 1971, na Augusta e Respeitável Loja Simbólica Paranapuan nº 1477, Oriente da Ilha do Governador - RJ, do Rito Moderno ou Francês. 
No dia 14 de dezembro de 1971, foi Elevado ao Grau de Companheiro Maçom e no dia 05 de dezembro de 1973, foi Exaltado ao Grau de Mestre. 
Nos Graus Filosóficos, foi Iniciado no Grau 04 em 10 de agosto de 1984, no Sublime Capítulo Paranapuan, jurisdicionado ao Supremo Conselho do Brasil do Rito Moderno. 

A música Acácia Amarela foi composta em 1981; o Irmão Luiz Gonzaga achou oportuno fazer uma homenagem a Maçonaria e elaborou a letra e o tema musical. 

O Irmão Orlando Silveira deu algumas sugestões e harmonizou a melodia. Encerrado os trabalhos a música foi incluída no CD “O Eterno Cantador” do selo BMG-RCA, com arranjo de Orlando Silveira e vocal de Luiz Gonzaga. 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

UBE homenageia a poetisa Nati Cortez.

Na programação da abertura do V Encontro de Escritores Potiguares, realizada na noite do dia 29 passado, no salão nobre da Academia de Letras do RN, constou a entrega de dois diplomas à família de Nati Cortez, na ocasião representado pelos seus filhos, Luiz Gonzaga, Francisco de Assis e Margarida Cortez Gomes, além dos netos Paulo Alfredo Simonetti Gomes, Marnie Therese Cortez Soriano, além de Rejane Maria Montenegro Cortez. A sessão foi presidida pelo escritor Eduardo Gosson. Dezenas de intelectuais compareceram à abertura do Encontro de Escritores do RN, que termina na noite de hoje, 31. A UBE/RN também homenageou os escritores (in memoriam) Otto de Brito Guerra e Bartolomeu Correia de Melo. O jornalista Franklin Jorge Roque fez uma bonita exposição sobre a obra de Nati Cortez no campo do teatro, poesia e prosa. Franklin era amigo da escritora homenageada desde jovem, frequentando a sua residência, na rua Felipe Camarão, 453, Cidade Alta, nos anos 80/90.
Escritores e familiares de Oto Guerra, como Marcos, Angela e Ana, representaram a família do professor, escritor, jornalista e líder católico, na abertura do encontro de escritores, no auditório da ANL. Em primeiro plano, os escritores Carlos Roberto de Miranda Gomes, Manoel Marques Filho, Francisco Alves da  Sobrinho. Representantes das academeias de letras jurídicas, de ciências contábeis, instituto histórico e instituto de genealogia, Adalberto Targino, Paulo Viana, Jurandir Navarro e Ormuz Simonetti, respectivamente, abrilhantaram a festa de abertura do encontro. Fotos de Italo Valério Pereira. Reportagem em vídeo será apresentada na próxima semana.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Eu também não vi e não gostei....



Pressão total da mídia.

Jornalista ▶ tarcisiocavalcanti@bol.com.br ▶http://ptarcisio.blogspot.com
 
Nesses dias de final de mais uma novela da Globo, outra vez apontada como um fenômeno de comunicação de massa, andei me questionando: Serei um alienado?
 
Pois, a tal “Avenida Brasil” acabou e não vi – nem tive vontade de ver – uma única parte de qualquer dos seus capítulos, não obstante a badalação diária em jornais impressos e digitais, nos mais diversos canais de TV, inclusive, nos concorrentes da própria Globo.
 
Poderia até dizer como disse o grande Zeca Pagodinho a respeito de caviar: “Nunca vi, nem comi, só escuto falar”.
 
E vou dizer mais uma coisa: Pelo menos por onde ando, não vejo – ou melhor: não vi esse fenômeno todo não. No máximo, aqui e acolá um comentário ingênuo, sem maior importância, muito mais ligado aos encantos de determinados personagens mais chamativos e suas taras.
 
Mas, não posso negar. Pela mídia, “Avenida Brasil”, no mínimo, chegou perto do maior espetáculo da Terra. Ao amanhecer do sábado, vendo o portal de O DIA, fiquei sabendo: “Foi Carminha” (que matou Max); na VEJA: “Último capítulo tem a maior audiência do ano”. Mas, a própria VEJA, não sei porque cargas d´água, lá na frente admite em outro destaque: “Avenida Brasil tem final óbvio e cheio de lacunas”.
 
Nunca gostei de novela de TV – sem dúvida um fenômeno de comunicação pela audiência (eu diria) “avassaladora” que alcança, mas sem outra preocupação, pelos menos há algum tempo, que não seja a de estimular o consumo e banalizar a sacanagem.
 
Claro: Salvo as raras e honrosas exceções que justificam a regra.
 
De minha parte, se esse desinteresse por novela e outras modas significar, mesmo, que estou por fora, tudo bem. Não é de hoje que nunca fiz questão de estar na moda, embora respeite e, muitas vezes, até, admire, os que pensam de forma diferente e preferem, exatamente, o contrário.
 
Imagino que seja, exatamente, pra isso que fomos contemplados com o direito ao “livre arbítrio”.
 
Do mesmo modo, numa outra seara, me recuso a entrar no coro generalizado contra os desprezados. Se me coubesse julgá-los – ainda bem que não me cabe, pois não tenho nem vocação nem competência para isso – poderia até condená-los; mas, jamais, negaria a qualquer deles um gesto de solidariedade. Não pelos seus hipotéticos erros. Mas, pela sua solidão, pelo seu isolamento; pelo verdadeiro e desumano linchamento social a que são submetidos.
 
*Texto publicado na coluna do jornalista no NOVO JORNAL


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 10/24/2012 04:40:00 PM

Viver

Natal, 25 de Outubro de 2012 | Atualizado às 16:27

Crônicas, imagens e traços de um passado praiano

Tribuna do Norte
Publicação: 25 de Outubro de 2012 às 00:00

Emanuel AmaralOrmuz Barbalho Simonetti é um dos mais antigos veranistas da praia da Pipa
Ormuz Barbalho Simonetti é um dos mais antigos veranistas da praia da Pipa

Ormuz reúne crônicas escritas entre 2009 e 2012, publicadas em jornais locais e no seu blog. "Comecei a escrever sobre Pipa pelo fato de os guias turísticos trabalharem muito mal a história da praia. Resolvi desmistificar isso usando pesquisas históricas e a relação antiga de minha família com o local. Somos uns dos veranistas mais antigos de lá. Costumo dizer que eu já frequentava Pipa na barriga da minha mãe", diz. 

O autor vai longe, desde os franceses que navegavam o litoral em 1587 para traficar Pau Brasil, até os holandeses e os primeiros colonos portugueses. Ormuz Simonetti fala sobre a "saga" dos primeiros veranistas, que iam para a praia em carros de boi e fazendo picadas pela mata. "O veraneio em Pipa começou em 1926, após uma cheia que devastou Tibau do Sul em 1924. Minha mãe tinha três anos de idade quando foi a Pipa pela primeira vez", conta. A partir daí Ormuz aborda as rendeiras de bilro, a culinária praieira, a carpintaria naval do Mestre Francisquinho, a devoção a São Sebastião, a extinção dos tiradores de coco, a fauna e a flora da região, o Cruzeiro do Pescador, entre outras histórias. 

O livro também traz uma seção de fotos em que mostra Pipa de 50 anos atrás, ao lado dos mesmos cenários de hoje. As ilustrações são de Levi Bulhões. Os textos refletem os contrastes trazidos pelo progresso da Pipa, como a praia tomada por barracas, canos de esgoto, vendedores ambulantes, comércio desenfreado, e o problema das drogas. "Pipa só fica como antigamente à noite. É o horário ideal para os saudosistas", afirma. 

Serviço: Lançamento de 'A praia da Pipa do tempo dos meus avós'. Quinta,(hoje, 25), às 19h, na ANL, Rua Mipibu, Petrópolis. 

Foi o mesmo promotor que autorizou o caramanchão sobre o cajueiro dos empresários de Pirangi


Nota do blogue:

Em entrevista no RN TV, da Inter TV Cabugi, há poucos minutos, o procurador geral da justiça, Manoel Onofre Neto, disse possíveis vítimas do promotor de Parnamirim podem procurar o Ministério Público para comunicar atos desabonadores do promotor preso, tendo emvista que há notícias de que teriam sido praticados ou tentativas de atos dessa natureza. 

Leia a matéria abaixo.


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Promotor é preso acusado de corrupção

Publicação: 25 de Outubro de 2012 às 00:00



Isaac Lira
, Margareth Grilo e Alex Costa - Repórteres da Tribuna do Norte

O promotor de Justiça de  Parnamirim, José Fontes de Andrade, foi preso de forma preventiva ontem à tarde  acusado de prática de corrupção. A prisão do promotor foi pedida pelo próprio Ministério Público Estadual, que após investigação flagrou José Fontes pedindo R$ 12 mil par arquivar um procedimento aberto contra uma construtora. José Fontes, que é promotor da área de meio ambiente, ficará preso no quartel da Polícia Militar. 
Alex FernandesPromotor José Fontes foi ao ITEP fazer exame de corpo de delito antes de ser recolhido ao Quartel da PM
Promotor José Fontes foi ao ITEP fazer exame de corpo de delito antes de ser recolhido ao Quartel da PM

A denúncia contra o promotor de Justiça chegou ao conhecimento do Ministério Público do Rio Grande do Norte no último dia 17 de outubro, a partir de denúncia do próprio construtor vítima do pedido de propina. Após avaliar que a denúncia estava devidamente comprovada, o procurador geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, requereu o pedido de prisão preventiva ao Tribunal de Justiça do RN. Na tarde de ontem o Desembargador Virgílio Macêdo Júnior expediu mandados de busca e apreensão e determinou a prisão preventiva de José Fontes de Andrade.

A investigação realizada pela Procuradoria Geral de Justiça documentou, por meio de gravação em áudio e vídeo, que o promotor José Fontes pediu, em seu gabinete, na sede das Promotorias de Justiça de Parnamirim/RN, a quantia de R$ 12 mil a um empresário para arquivar um suposto procedimento que estava sob sua responsabilidade. A gravação foi realizada após o empresário - cujo nome não foi identificado pelo MPE - informar a Procuradoria acerca do suposto pedido de propina. Dessa forma, a vítima foi orientada a gravar um encontro com o promotor. 

Para o Ministério Público Estadual, o promotor de Justiça, "no exercício de sua atribuição na defesa do meio ambiente, urbanismo, bens de interesse histórico, artístico, cultural, turístico e paisagístico, solicitou   vantagem indevida ao proprietário de uma obra de engenharia em construção no município de Parnamirim/RN, sob a alegação de irregularidades".

A prisão foi efetuada pelo Procurador-Geral de Justiça e pela Corregedora-Geral do Ministério Público, Maria Sônia Gurgel da Silva, com apoio do Gabinete de Segurança Institucional - GSI e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado - GAECO.

As buscas e apreensões autorizadas pelo Tribunal de Justiça foram realizadas na 10ª Promotoria de Justiça da Comarca de Parnamirim e na residência do Promotor de Justiça. Paralelamente ao cumprimento do mandado de busca e apreensão, a Corregedoria-Geral do Ministério Público realizou uma inspeção na 10ª Promotoria de Justiça da Comarca de Parnamirim.

Segundo nota publicada ontem, o Ministério Público "repudia o envolvimento de um Membro da instituição em fatos dessa natureza, tendo tomado as medidas necessárias à apuração do crime e à responsabilização do agente político envolvido".  O MPE destacou ainda "a importância da vítima ter representado contra o Promotor de Justiça, esclarecendo, ainda, que se outras pessoas foram afetadas por crimes semelhantes que busquem a Corregedoria-Geral do MP para que sejam tomadas providências".

Silêncio na chegada ao Itep

A chegada do promotor de Justiça, José Fontes Andrade no Instituto Técnico e Científico da Polícia Civil (ITEP-RN), ontem a noite, para exame de corpo delito foi silenciosa. O comboio era pequeno. Apenas dois veículos, sem qualquer aparato de policiamento armado. Um dos carros, um gol verde, conduzia o preso. O outro, era o veículo oficial do procurador-geral, Manoel Onofre Neto, que comandou a execução do mandado de busca, apreensão e prisão do promotor.

Os veículos chegaram ao ITEP-RN às 19h05. Antes de conduzir o preso ao interior do Instituto, o procurador-geral, o promotor de Justiça Alexandre Gonçalves Frazão, coordenador-geral do Gabinete de Segurança Institucional e o coordenador  de Operações do GSI, tenente-coronel, Raimundo Aribaldo Mendes de Souza, fizeram questão de comunicar a chegada e checar as condições de atendimento.

Depois de uma conversa de aproximadamente 10 minutos, os três retornaram ao veículo onde o promotor José Fontes foi retirado e conduzido ao interior do prédio. Cabisbaixo, Fontes apoiou-se em no procurador-geral e evitou encarar as pessoas, embora a entrada do prédio estivesse tranquila, com  a presença de, no máximo, dez pessoas, incluindo servidores do órgão. Foi levado direto para a sala de exames.

O exame de corpo delito foi feito pelo médico legista de plantão, Carlos Jatobá e demorou cerca de 15 minutos. Às 19h32, a equipe do MP deixou o prédio, conduzindo o preso ao Quartel da PM. Na saída do ITEP, Fontes se apoiou, novamente, em Onofre Neto, procurando esconder o rosto. Cercado pelos coordenadores do GSI foi abordado pela TRIBUNA DO NORTE, mas não deu uma palavra. Encobriu o rosto, com papéis que segurava, desde a chegada no Instituto. 

Não foi possível identificar se era algum tipo de documentação. Ao ser abordado pela TN, o procurador-geral Onofre Neto e o coordenador do GSI evitaram dar declarações. "Falo amanhã, somente amanhã", resumiu o procurador-geral, em tom sereno. Visivelmente abatido, Onofre Neto informou apenas os nomes das pessoas que conduziram a operação, que também teve apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado - GAECO. 

O MP não divulgou as condições em que a prisão foi efetuada. Mas, pelo traje do promotor José Fontes - vestia uma camiseta azul claro e uma bermuda azul escuro - ficou evidente que havia sido preso em casa. Pela Lei orgânica do MPE, o promotor deve residir na comarca em que atua, ou seja, Parnamirim. Mas não havia confirmação de que ele reside nessa cidade.

Na antessala do ITEP, durante a presença do MP no órgão, alguns curiosos se mostraram indignados com o fato de um promotor estar envolvido em suspeitas de corrupção. "É um ladrão de gravata", comentou uma das servidoras do Instituto, evitando se identificar. O ITEP, segundo os servidores, foi previamente comunicado de que o MP estava trazendo "alguém", no início da noite para a realização do exame. A operação foi mantida em sigilo até o momento da prisão. O GSI que deu apoio a toda a operação foi criado pela Lei Complementar Estadual 446/2010. 

José Fontes fica detido no Quartel da PM

A movimentação à frente do Quartel da Polícia Militar, localizado na avenida Rodrigues Alves, no bairro Tirol, permanecia normal até a chegada de uma viatura da Polícia Ambiental que trazia dois colchões para garantir o repouso do promotor de justiça da Comarca de Parnamirim, José Fontes de Andrade. Após passar por um exame de corpo de delito no Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), o promotor acusado de corrupção passiva foi encaminhado para o quartel da PM, acompanhado pelo procurador geral de justiça, Manoel Onofre Neto. Dois carros, um Hyundai Tucson de cor preta e um Gol de cor verde chegaram ao quartel por volta das 20h15. Recebido pelo coronel Francisco Araújo, o promotor foi encaminhado logo de seguida para a sala do Comando de Patrulhamento Metropolitano (CPM), onde permanecerá em prisão preventiva. A sala onde o promotor de justiça está instalado possui banheiro, ar condicionado, armário e cama. Não há televisão no local. Três advogados estavam à porta do quartel com uma procuração e insistiam em entrar e conversar com o promotor, mas foram impedidos pela Polícia Militar.

AMPERN fará investigação paralela

A Associação do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte - AMPERN divulgou nota no início da noite de ontem na qual se posicionou integralmente a favor da investigação acerca da conduta do promotor José Fontes de Andrade, preso ontem sob a acusação de corrupção passiva. Segundo a Associação, é necessário investigar o fato, garantindo a ampla defesa, e punir os responsáveis. Além disso, a AMPERN irá instaurar um procedimento para avaliar a incompatibilidade dos atos do promotor "com a dignidade do Ministério Público", o que pode resultar em expulsão.

"A AMPERN é integralmente favorável à ampla investigação dos atos de corrupção atribuídos ao seu associado, manifestando o seu repúdio a todas as formas de corrupção, especialmente se praticadas por quem deve zelar pela legalidade, moralidade e pelo regime democrático. Acaso sejam confirmados estes gravíssimos fatos, após o devido processo legal, com a garantia da ampla defesa e contraditório, seja aplicada a punição devida", disse a nota da Associação.

Fonte: Tribuna do Norte/Natal.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

ICMS na energia elétrica pode baixar.


Instituto propõe mudança na forma de cobrança do ICMS sobre a conta de luz


Publicação: 24/10/2012 07:36 Atualização:

Uma mudança na forma de cobrar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre a energia elétrica poderia reduzir em cerca de 1,2% o valor pago pela conta de luz. O cálculo é do Instituto Acende Brasil, que defende a mudança no critério de cobrança do imposto.
Atualmente, o ICMS que incide sobre a eletricidade é calculado por um critério chamado tributação por dentro, no qual a base de incidência do imposto inclui o próprio imposto. Isso faz com que a tributação real seja maior que a alíquota do imposto indicada na conta. Por exemplo: uma alíquota de 25% de ICMS representa uma tributação real de 33,3%.  Uma alíquota de 30% corresponde a uma tributação real de 42,8%.
“Defendemos que acabe esse negócio de cobrar o ICMS por dentro. Não faz sentido que a base sobre a qual é cobrado o imposto leve em conta o próprio imposto. É uma falta de transparência total e é incorreto, do nosso ponto de vista”, diz o presidente do instituto, Cláudio Sales.
Ele reconhece que a mudança é complexa porque, como o ICMS é um imposto estadual, qualquer alteração envolve a relação entre os estados e a União. “Mas, com vontade política, tudo se consegue”. Segundo Sales, a redução de tributos sobre a energia elétrica favorece a economia, inclusive a dos estados, porque a redução se converte em maior consumo de outros produtos e serviços, sobre os quais também incidem impostos.
Para o tributarista Ives Gandra Martins, a mudança na cobrança do ICMS seria o ideal, mas para isso deveria haver alterações no Código Tributário Nacional. “Aí a discussão passa a ser mais complicada, porque tiraria receita dos estados”, argumenta. Ele lembra que a forma de cobrança atual do ICMS existe desde a criação do imposto, em 1967, e não só na conta de luz, mas em todos os produtos.         
“É da própria sistemática do ICMS desde o seu lançamento. Na conta de luz chama mais a atenção por ser um imposto maior, ele representa um terço do valor da conta, o que é considerável”, explica. Segundo Martins, a forma de cobrança do imposto já foi questionada na Justiça, mas sempre houve o entendimento de que ela é correta.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o ICMS representa 21,7% do custo total da energia. Os outros custos são divididos da seguinte forma: geração (32,4%), transmissão (6,4%), distribuição (24,1%), encargos setoriais (10,2%) e impostos federais (5,2%).
Fonte: Diário de Pernambuco.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Caicó não esquece F. Gomes.




F. Gomes - divulgação.

O povo de Caicó jamais esquecerá essa data de 18 de outubro. A cidade já viveu outros momentos de medo e euforia com repercussão nacional de assassinatos de políticos, empresários, médicos, de renomes na sociedade local. Mas foi o nome de F. Gomes, covardemente executado na porta da sua casa, diante da família, que mais indignação causou. Seja qual fosse a opinião, de quem fosse, o sentimento fora unânime: revolta e comoção.       
Assassinado após chegar do trabalho, ao anoitecer do dia 18 de outubro de 2010.
 
Trabalho que sempre fez com coragem e dignidade, nos microfones do rádio, nas folhas impressas. Denunciando, combatendo, mostrando as mazelas do submundo do crime. Oficio também de cunho social ao colaborar com sua mensagem na recuperação de jovens e adultos das ações e usos das drogas e do álcool. Missão dos abnegados, profissional de grandeza, fibra da mais alta categoria sertaneja.
 
Vitima da trama, da covardia, sua morte não ficou impune, nem poderia! A repercussão do fato correu o mundo, na velocidade das balas que o atingiram. Organismos internacionais de jornalismo, entidades de classe, as redes sociais, a imprensa de modo geral, bradaram por justiça. As autoridades públicas uniram esforços para que o assassino fosse preso, não apenas um, mas todo o bando envolvido no crime.
 
A voz de F.Gomes não morreu. Seu exemplo continua, sua coragem se perpetua e engana-se que bala vai calar os meios de comunicação, batalhão da liberdade de expressão em marcha, na defesa dos ideais democráticos.    
           
E assim, F.Gomes vive! 
 
 
- Foto: F.Gomes em Vancouver, no Canadá, onde mora seu amigo Inácio Teodoro, amigo desde criança na Barra da Espingarda, zona rural de Caicó. No Canadá em 2008, na excursão internacional do Corintians de Caicó.


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 10/18/2012 01:07:00 AM

quarta-feira, 17 de outubro de 2012


Dom Eugênio
Não conheci Dom Eugênio de Araújo
Sales, Cardeal Primaz do Brasil,
recentemente falecido. Pessoalmente,
só o vi uma vez, na capela da Casa
de Saúde São Lucas, no Tirol, durante
o velório do seu pai. Por isso, não
consegui entrevistá-lo. Responsável
pela implantação de sindicatos de
trabalhadores rurais no Rio Grande
do Norte para se contrapor ao avanço
das Ligas Camponesas de Francisco
Julião, Dom Eugênio realizou uma
grande obra de evangelização e
educação das camadas populares, via
uma rede de emissoras de “Educação
Rural”. Defendeu os perseguidos e
oprimidos em Natal e no país, antes,
durante e após o Golpe de Estado
de 1964. Foi assim com o padre
Manoel Barbosa, líder da greve
da Polícia Militar do RN em 1962,
com José Rodrigues, liderança dos
trabalhadores rurais de Pendências,
em 1964. Intercedeu em favor de
presos políticos envolvidos na luta
armada contra o Regime Militar,
obtendo a soltura de inúmeros
deles, além de patrocinar a saída
de muitos deles para outros países,
via clandestina ou legalmente. Foi
um grande homem com postura
de estadista, quase um santo.
Essa história de que fez jogo duplo
é lorota. É claro que ele pode ter
cometido algum erro, isto é, não ter
se empenhado mais para a soltura do
fi lho de uma senhora que teve fi lho
preso numa base aérea e hoje está na
lista dos desaparecidos (assassinados
pelos militares que atuaram na
repressão). Dom Eugênio foi um
homem com H maiúsculo, simples,
pobre e honesto que, creio eu, faleceu
com mais de 90 anos porque deixou
de fumar em tempo (em 1964,
quando ia ao 16º R.I., no Tirol, visitar
o padre Barbosa, não esquecia de
levar uma carteira de cigarros para
ele). Dom Eugênio gostava de fumar
charutos. E daí? Fumar faz mal à
saúde, mas não é pecado. A foto foi
feita por Célia Vale.
Luiz Gonzaga Cortez
Por e-mail
.Transcrito do Novo Jornal, edição de 17.10.2012.

Padre Lucas fará excursão ao México.


Confira roteiro da viagem ao México com Mosenhor Lucas, em março de 2013, inscrições abertas e reservas de vagas pelo  (84) 3236-4287
 
Foto: cartaz/divulgação - clique na imagem para ampliar


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 10/17/2012 06:35:00 PM

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O primeiro coletivo da linha Natal/Caicó.

 
O antigo ônibus que fazia a linha Natal a Caicó, na região Seridó do Rio Grande do Norte, nos anos 20/30 do século passado, era popularmente conhecido  como “Sopa”. A primeira empresa que explorou a concessão da linha foi a “Rede Viação Seridoense”, fundada por Othon Osório de Barros, o seu primo Manoel Genésio Cortez Gomes e Lourival do Nascimento,  naturais de Currais Novos/RN e Parelhas/RN. Segundo Cleomedes Cortez Gomes, segundo filho de Manoel Genésio C. Gomes, a “Sopa” , um misto de madeira montado sobre um chassi de marca de caminhão importado, trafegou com este modelo da foto, até fins de 1939, quando Othon Osório já tinha deixado a sociedade com sr. Genésio (gerente) que, nesta época, estava associado com o parelhense Lourenço Justino do Nascimento, que exercia as funções de tesoureiro e encarregado da área operacional em Natal e interior. Segundo Cleomedes, nos últimos anos de atividades, a empresa começou a dar prejuízos por causa de sabotagens efetuadas por elementos que furtavam graxa, lubrificante indispensável ao bom funcionamento dos veículos. A graxa era cara, o que incentivava os desvios para o mercado clandestino, chegando ao ponto de, certa vez, uma “Sopa” quase pegava fogo porque duas rodas ficaram azuis, tamanho o calor decorrente da falta do lubrificante, fato atribuído à ação criminosa de mecânicos-empregados criminosos. O fato ocorreu nas proximidades de Macaíba, onde hoje é a Br.304 (Reta Tabajara). Na foto, de chapéu e roupa branca,  ao lado da “Sopa”, um dos seus fundadores, Manoel Genésio Cortez Gomes (1899-1976). Ele casou com Maria Natividade Cortez Gomes, constituindo família com 17 filhos (15 vivos). Foto cedida por Cleomedes Cortez Gomes, 80, residente em São Paulo/SP.Posted by Picasa

NÃO ACREDITEM NAS PESQUISAS

Veja o que diz o cientista político Lou Izal Myr:
 
As pesquisas são manipuladas e não refletem a tendência do eleitorado. Realizei um levantamento por conta própria - chamado "trekking", que é consulta por telefone - e concluí que
a próxima Prefeita de Natal vai ser minha mãe. Vejam o resultado:

Telefonei para 1.253 pessoas entre duas e quatro horas da madrugada e perguntei:  - EM QUEM VOCÊ VAI VOTAR PARA PREFFEITO?

98%
dos entrevistados responderam:
- NA PUTA QUE TE PARIU!!!!
Somente 2% disseram:
- NAQUELE CORNO DO SEU PAI!     



Direito Processual: congresso de 25 a 27 próximos, em Natal.






Dr. Carlos Mascato.


O XVI Congresso Brasileiro de Direito Processual e o XVI Congresso Brasileiro Processo Civil e Trabalhista vão acontecer junto com o Fórum Nacional sobre o Novo CPC, no período de 25 a 27 deste mês, no Centro de Convenções de Natal, abordando a temática da competência material da Justiça do Trabalho e da Justiça Comum, tutela de urgência, tutela específica, sistema recursal e execução.
    
Coordenados pelo professor, escritor e juiz do trabalho Bento Herculano Duarte, os eventos vão ter como conferencistas renomados ícones do direito processual nacional, como Fredie Didier, Antonio Carlos Marcato (foto), Renato Saraiva, Alexandre Freitas Câmara e Bruno Dantas, entre outros.
 
As conferências de abertura estão marcadas para começar às 19h, do dia 25, com a seguinte sequência: "Análise crítica do projeto do novo Código de Processo Civil", com Antonio Carlos Marcato, professor da USP, desembargador do TJSP e relator-geral da Comissão de Acompanhamento do Projeto do Novo CPC da Associação dos Magistrados do Brasil - AMB; "O projeto do CPC na Câmara dos Deputados", com Fredie Didier, professor da UFBA, membro da Comissão do Projeto do Novo CPC e, a última conferência, "Precedentes obrigatórios", com o professor titular da UFPR Luis Guilherme Marinoni.
 
As inscrições estão sendo feitas na Potylivros ou online pelo sítio www.direitoeprocesso.com.br/.
 
Por Assessoria de Imprensa


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 10/16/2012 05:09:00 PM

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Peixe quase leva homem para o mar. "Eu juro!"

Por Leonardo Sodré
Jornalista e escritor
 
Foto:divulgação
Uma boa pescaria começa no planejamento. No nosso caso, os planos e horários começaram na sexta-feira, 12 de outubro, na varanda de nossa casa, na praia da Barreta, como uns insistem, mas que Mercinha diz ser Barra Pequena. Ela tem razão. Mas, voltando à véspera da história, meia com “H” maiúsculo e meia, com ele minúsculo, deixamos todos os detalhes prontos para o dia seguinte: o sábado.
 
O professor Eduardo Farias (Dudu), pescador de grandes feitos em muitos costados por esse mundo afora e Mário Henrique de Farias, seu pai e meu amigo de muitas mesas, combinaram comigo, Mércia e Lucina (o amorzinho e encanto do seu pai), a pescaria histórica do feriadão, depois que passei quase três meses fazendo política no interior. Exultei! Finalmente iria inaugurar o molinete supimpa que havia comprado – por meio de um amigo – em Miami.
 
Quase às 23h, depois de umas duas doses e meia de rum, já havíamos combinado tudo, separado o material de pesca, escolhido os camarões para as iscas e Dudu foi embora para Tabatinga, onde estava instalado com a esposa, para nos pegar por volta das 08h, para irmos pegar o almoço – quero dizer, os peixes - almejado por Mércia, em Malembá. Fomos embora. Dudu, como o pai, é pontual. 
 
Fomos eu, Dudu, Lucina e Mário Henrique. Logo na chegada Mário notou que o Jeep Toyota de Dudu não tinha aparelho de som. O bicho é possante, mas não tem, sequer, um rádio AM. Aí, Mário cochichou no meu ouvido:
 
- Léo, desse jeito vai ser difícil à gente pegar um peixe...
 
Preparamos o material e mandamos ver. Praticamente arremessamos as linhas de uma vez só. Aí, abrimos as primeiras cervejas e ficamos a espera dos peixes que serviriam para reforçar almoço do sábado. Eu estava perto do Jeep quando Lucina disse:
 
- Léo, acabei de ver um peixe enorme sair de dentro da água... Levou uns trinta segundos somente para passar as costas. Era preto, Léo, enorme!
 
Diante de minha grande experiência com peixes e para parecer mais entendido ainda (de peixes) disse que poderia ser uma Cavala da cabeça ovalada. Não sei se vi o se sonhei que existia esse peixe, mas estava mais do que convicto. Mas, não tive tempo de continuar a conversa com Lucina porque a minha vara deu um puxão tão grande que tive que correr e me agarrar com ela.  Devia ser o peixe que Lucina tinha visto. Ele saiu me puxando para dentro da água e Dudu correu para me ajudar. Segurou-me, mas o peixe continuava puxando, até Mário Henrique segurar Dudu e sermos arrastados até quase o pescoço.
 
Perdi o peixe. Ganhei a vida. E todos saíram incólumes do episódio. Mário e Dudu exaustos, a ponta de minha vara quebrada. Claro, que tivemos que renovar a rodada de cervejas, mas continuamos a pescaria. Agora eu usava uma vara emprestada por Dudu.
 
Como existem coisas que somente acontecem comigo, um minúsculo “Barbudo” resolveu se suicidar diante do maior anzol da minha vara de pescar. Imediatamente Dudu gritou do lado Oeste:
 
- Léo, guarde esse infeliz para virar isca na minha vara!
 
Pegou o bicho ainda vivo, iscou e mandou para o mar. Enquanto isso, seu pai, Mário, pegava o primeiro peixe raro daquele sábado: Lagocephalus laevigatus.  Logo depois pegou outro e quando a gente menos esperava a vara de Dudu dobrou-se mais do que as dos nossos coleguinhas do Azulão. Quase foi ao chão. Um horror! Correu todo mundo em direção a ele e haja luta. O peixe puxava para o mar, ele puxava para terra. Lucina disse:
 
- Será que é o mesmo peixe que quase leva Léo para o alto mar?
 
Aí Dudu correu para perto das ondas. Mário gritou:
 
- Meu filho, tenha paciência!
 
- Traga um cigarro acesso, papai. Ele respondeu.
 
Aí, Dudu reuniu todas as forças e deu um tremendo puxão! Veio uma onda forte e molhou ele todinho. Foi quando Mário, pescador mais do que experiente, disse:
 
- Com uma puxada dessa, é assim... Não tem mar que não dê um banho!
 
Lucina não se continha enquanto nos servia cerveja:
 
- Dudu puxe logo esse peixe que somente tem três latinhas de cerveja!
 
Finalmente a Arraia apareceu. Mário Henrique preparou um tremendo ensopado. Era tão grande que alimentou mais de 15 pessoas. Uma beleza!
 
Eu juro!


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 10/15/2012 05:13:00 PM
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