terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Morreu o assaltante Rivotril.

Walfredo Gurgel confirma a morte do assaltante Rivotril

Publicação: 18 de Fevereiro de 2014 às 12:00TRIBUNA DO NORTE

O assaltante Isaac Heleno da Cruz, conhecido como Rivotril, 28 anos, morreu no fim da manhã desta terça-feira (18) no Hospital Walfredo Gurgel. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do hospital, que afirmou que a morte foi constatada por volta das 11h30.
CedidaRivotril foi preso três vezes e respondia por diversos crimesRivotril foi preso três vezes e respondia por diversos crimes

Rivotril estava internado desde que foi preso, no dia 10 de fevereiro, quando foi atingido por três tiros durante operação da polícia no bairro de Mãe Luiza, na zona leste de Natal, e teve o intestino perfurado.

De acordo com uma nota divulgada pela assessoria de imprensa do hospital, Rivotril estava no Centro de Recuperação Pós-operatório desde que foi submetido a uma cirurgia na sexta-feira (14) por causa de uma infecção causada por uma perfuração de bala em seu abdômen. Durante todo o tempo em que ficou no hospital, o assaltante passou por duas cirurgias e, nos últimos dias, estava em estado gravíssimo.

Por ter sido internado com um ferimento causado por arma de fogo, o corpo será encaminhado para o Instituto Técnico Científico de Polícia (Itep), onde passará por necrópsia e a causa da morte será identificada.

Ele é acusado de tráfico de drogas e pelo menos cinco homicídios. Rivotril era considerado um dos criminosos mais procurados da capital e tinha processos em seu nome relacionados a roubo e porte ilegal de armas. Em janeiro deste ano ele escapou de dois cercos policiais.

Atualizada às 13h26

Médicos inventam efeitos sobre a auto-hemoterapia.


Mais uma mentira de entidade médica chega à imprensa ao fazer abordagem sobre auto-hemoterapia. Em matéria publicada domingo, 9 de fevereiro corrente, no jornal Tribuna, de Vitória – Espírito Santo, o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica naquele estado, médico Eurico Schimidt afirmou de forma vulgar que a auto-hemoterapia provocaria doenças autoimunes. Ele fez essa afirmação, como têm feito outros médicos de outras entidades, sem qualquer base científica, sem qualquer comprovação do que dizem, o que pode até ser enquadrado como ato criminoso, na forma do Código Penal Brasileiro.

Para afirmarem que a auto-hemoterapia não teria eficácia, eles alegam que faltaria comprovação científica, apesar dos milhares de casos citados em depoimentos por pessoas que se curaram ou melhoraram de enfermidades graças ao uso da técnica. Da mesma forma que exigem comprovação conforme os parâmetros da ciência aceitos pelos órgãos oficiais de saúde, quem alega que a auto-hemoterapia provocaria algum efeito nocivo precisa provar tais efeitos, também com trabalhos científicos. Mas o que se sabe é que têm um medo imenso de partir para s pesquisas, pois com a comprovação da eficácia da auto-hemoterapia os laboratórios que vivem da doença do povo teriam seus lucros diminuídos drasticamente.

Como se sabe, Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. O efeito da terapia ocorre porque a taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, eleva-se para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias, conforme orientação do Dr. Luiz Moura, médico carioca que difunde a técnica usada há mais de cem anos.

Para saber mais sobre auto-hemoterapia, acesse o site http://www.rnsites.com.br/imunoterapia.htm


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 2/18/2014 12:57:00 PM

NA ALEMANHA

"Bispo do luxo" desviou dinheiro destinado a famílias pobres, afirma jornal

Relatório de comissão de inquérito da Igreja Católica conclui que bispo de Limburg teria desviado recursos de fundação para famílias carentes, escreve o "Süddeustche Zeitung".
O bispo de Limburg, Franz-Peter van Elst Tebartz, teria desviado milhões de euros destinados a famílias pobres para a construção de sua polêmica residência, afirma reportagem publicada pelo jornal alemão Süddeustche Zeitung, que teve acesso ao relatório final de uma comissão eclesiástica de inquérito.
A comissão investiga o alto custo de construção da residência do bispo, que foi afastado do cargo em outubro de 2013 pelo papa Francisco. Há a suspeita de que Tebartz van Elst e seu vigário geral, Franz Kaspar, tenham desviado dinheiro da Fundação St. Georgs, que arrecadava fundos para ajudar famílias pobres.
O dinheiro arrecadado pela fundação, criada em 1949 e hoje extinta, era destinado a ajudar famílias carentes com muitos filhos. Todos os trabalhadores católicos do bispado foram convocados a doar o equivalente a uma hora de trabalho para a St. Georgs.
O relatório da comissão mostra que a liderança da Igreja Católica em Limburg criou um sistema de acobertamento para escapar de um controle sobre os gastos com a construção da residência do bispo, afirma o Süddeustche Zeitung. De acordo com fontes internas, a construção teria custado ainda mais do que os 31 milhões de euros divulgados. Estima-se que o custos chegaram à casa dos 40 milhões de euros.
O relatório final deverá ser entregue ao papa Francisco e ao presidente da Conferência dos Bispos Alemães, Robert Zollitsch, nesta quarta-feira (19/02). Desde outubro, uma comissão criada pela Conferência dos Bispos Alemães investiga os altos custos para a construção da residência do bispo em Limburg. O grupo é composto por três clérigos e dois auditores. Com a conclusão das investigações, espera-se para breve uma decisão sobre o futuro do controverso bispo.
Francisco afastou Tebartz van Elst do cargo até que as acusações contra ele sejam verificadas. Segundo a Secretaria de Estado do Vaticano, o papa não quer deixar o assunto se prolongar e deve decidir o mais rápido possível sobre o futuro do bispo, escreveu a revista Der Spiegel. Já Tebartz van Elst vem trabalhando com seus advogados numa ampla defesa contra as acusações.
BA/afp/dpa

DW.DE

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Relatório do BC dos EUA sobre o Brasil é equivocado.

FED: relatório equivocado sobre economia brasileira

A economia brasileira não está em uma situação tão vulnerável como a de países como a Turquia, Tailândia e outros. O relatório do Banco Central dos Estados Unidos (FED), apresentado ao Congresso americano, aponta, no entanto, para outra direção. Sendo um documento oficial, de uma das instituições de grande relevância no mundo, é no mínimo uma irresponsabilidade divulgar uma opinião tão equivocada.
O relatório afirma equivocadamente que o Brasil é um dos países mais vulneráveis à retirada dos estímulos que são dados à economia americana. O impacto da análise de uma entidade tão influente no mercado como o FED pode ter implicações na economia brasileira. A nova presidente da entidade, Janet Yellen, que iniciou seu mandato à frente da instituição recentemente, começou seu trabalho criando uma dificuldade desnecessária para o Brasil com relação aos investidores internacionais, justamente num momento em que o ex-presidente Lula chegava a Nova Iorque para falar da economia brasileira aos investidores daquele país.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já declarou que o Brasil está preparado para enfrentar às mudanças da economia dos EUA. Vários economistas, inclusive de tendências diversas, também já declararam que a economia brasileira não é essa catástrofe que o FED está mostrando. Para Rodolfo Oliveira, economista da Tendências Consultoria, acredita que o desempenho econômico do Brasil tem sido com crescimento baixo e inflação alta, mas que o país tem um nível de endividamento externo muito mais baixo que outras nações, além de reservas elevadas. Bruno de Conti, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), também não concorda exatamente com a análise do Fed, já que os indicadores brasileiros ainda são melhores e oferecem uma situação relativamente tranquila.
"Claro que estamos diante de um momento importante no cenário internacional. Tudo que aconteça, todas as declarações do Fed têm implicações na economia brasileira, pois a gente ainda está numa economia periférica, subordinada à reação dos que estão no centro. [Mas as consequências da retirada dos estímulos] não vão ser abrupta. Isso já está precificado há algum tempo, não acho que tenha algo de novo", pondera Bruno de Conti.
Rodolfo reforça que o Fed juntou seis variáveis econômicas dos países para gerar a análise presente em seu relatório semestral, déficit em conta corrente, dívida bruta do governo, inflação, expansão do crédito, dívida externa e reservas internacionais. "Ele pegou essas variáveis e montou um índice de fragilidade." Dependendo do peso que o Fed atribui a cada um deles, então, é oferecida uma comparação, que "tem que ser olhada com cautela".
"Eu acho que a gente tem alguns problemas. Por exemplo, o  aumento do déficit em transações correntes, a questão da Petrobras com os combustíveis, que vem prejudicando a balança comercial e a conta corrente. Mas, por exemplo, você ver que o Brasil tem dois pontos a mais, em uma escala de 1 até 13 de vulnerabilidade, do que a Índia, talvez seja um pouco de exagero", alerta Rodolfo Oliveira.
Para Bruno de Conti, o governo brasileiro já se antecipou com a subida de juros, também com a motivação da questão da inflação, que estava atingindo uma alta e poderia comprometer a meta. Apesar de isso não ter sido destacado por Tombini, reforça, o Banco Central já estava de olho no cenário internacional, e já estavam se antecipando para ampliar esse diferencial de juros em relação aos juros americanos. Conti não concorda exatamente com a estratégia de elevar os juros, mas acredita que esta já foi uma medida previdente do governo.
Preparado ou não, diz Rodolfo Oliveira, os agentes já precificaram as consequências da retirada dos estímulos durante o ano passado inteiro, e já se acomodaram em outro patamar. Como a presidente Janet Yellen disse que vai dar sequência à política de Bernanke, a recepção do mercado também foi amena.
O relatório semestral do Fed destaca que Brasil, Índia e Turquia sofreram com a fuga de investidores, que estariam evitando países mais vulneráveis, com base nos fundamentos econômicos e políticas fiscais, e que o rendimento cobrado aos títulos brasileiros subiu vertiginosamente. Rodolfo analisa, contudo, que trata-se de um processo muito amplo. Ele destaca que o país tem problemas, mas que isso não configura uma saída em massa de capital.
"Isso foi o que ocorreu com a Argentina, que foi uma alteração drástica, no final da década de 1990. A fuga de capitais é uma coisa mais forte. Talvez a Turquia esteja passando por um processo mais próximo, mas é difícil falar isso do Brasil", acredita Rodolfo.
Bruno ressalta que a maior parte dos analistas já reconheceu que não dá para colocar todos os países "no mesmo saco", e que o Brasil realmente se diferencia dos outros. No meio da confusão, alguns ativos no país se tornaram baratos, e algum momento o investidor em geral vai voltar a se interessar pelos ativos brasileiros.
Existe ainda todo um horizonte promissor, possibilitado por medidas do governo como as concessões, que fazem com que ainda valha a pena investir no Brasil, o que alguns gestores de fundos, inclusive, têm sinalizado, informa Conti.

Empresa de direitos autorais consegue fechar rádio de Caicó.


Desabafo de um radialista sem microfone há uma semana

Foto com pesquisa no Google/Divulgação
Desculpem-me, mas hoje acordei com vontade de romper o silêncio, e isso se trata de um desabafo pessoal, sem inclusive combinar com meus colegas de trabalho, e muito menos com a direção da empresa onde trabalho: Há seis dias estamos, por uma decisão judicial sem poder fazer o que mais gostamos, de trabalhar nas ondas do rádio. Como todos já sabem, a Rádio Caicó foi tirada do ar na última sexta-feira (07), por causa de uma pendência que se arrasta há anos, junto ao ECAD, um órgão que segundo dizem, tem a missão de arrecadar pelas músicas executadas nas rádios, lojas comerciais, bares, shows ao vivo e distribuir os direitos autorais de execução pública, apesar de não conhecer quase ninguém na nossa região, beneficiada por esse tal ECAD.

Mas, como decisão judicial não se discute, se cumpre, esta foi cumprida, e não discuto nem o mérito do juiz, ao ter acatado uma demanda do ECAD, mas o problema é que além do objetivo principal que seria sensibilizar quem deve, a pagar a conta alta, vem desencadeando outras dezenas de situações desconfortáveis, principalmente aos que não tem nada a ver com o problema: nós funcionários.

Me desculpem, mas na minha humilde opinião, de quem talvez seja um leigo no assunto, mas aqui falo com o coração, o ECAD pedir a retirada da emissora do ar deveria ter sido a última alternativa. Existiam diversas outras formas de resolver esta situação, mas não desligando os nossos microfones, afinal, sem rádio não temos conteúdo, não temos faturamento, funcionários não recebem salários, não existem recursos para pagar contas. Ou seja, o ECAD está preocupado em receber a dívida deles, quanto ao resto.... deve ser apenas o resto mesmo.

Marcos Dantas
Funcionário da Rádio Caicó e apresentador do Panorama Seridó

- Com post na página do radialista


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 2/12/2014 08:41:00 PM

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O "paciente", o médico e o remédio.



Walter Medeiros*

Imenso Céu de colorido bíblico – aquele colorido encantador das fotos que vemos nas revistas religiosas – um vento frio agradável das seis horas da manhã, muitas nuvens carregadas, grandes poças d’água resultante da chuva da madrugada, flores brilhando em suas mais belas tonalidades, o perfume de rosas que vem de vários lugares, pássaros cantando felizes com o sinal de inverno em pleno verão, assim caminhamos pelo calçadão numa manhã de quarta-feira. Ao longo de toda caminhada tem também dezenas de gatos desgarrados e sem donos que povoam o pé da cerca do belo Parque das Dunas, em Natal.

Na caminhada, gente de todas as idades, todos os tipos, alegres, felizes, sérios, carrancudos, uns andam, uns se arrastam, outros correm, alguns vão de bicicleta, todos preocupados com a saúde ou com a aparência. Os cardiologistas mandam criar esses hábitos, para evitar surpresas desagradáveis ao funcionamento do coração, cada um de acordo com o seu estado. E no passo a passo sempre surgem as conversas e relatos de experiências que tiveram, sustos que passaram, verdades que encontraram vida afora.

Refletindo sobre a vida, que está diretamente relacionada com o nosso tempo, procuro em cada passo algo inesquecível que justifique um valor para aquele momento. Ou seja, dali a minutos, horas, dias, anos, o que terei para dizer exatamente dessa caminhada de hoje, para que ela tenha valido à pena, para que a vida tenha significado, para que me sinta alguém. Se chove, aquela água me marca para sempre; se faz sol, o calor tem de ficar na memória; como ficaram na memória tantos momentos da vida.

Um amigo aproxima-se no mesmo rumo, porém com passos mais apressados e diminui instantaneamente o ritmo para perguntar como estou me sentindo com as caminhadas matinais. Digo-lhe que o resultado já está aparecendo e ele conta também sua experiência de diabético. Faz-me lembrar outro amigo de trabalho que há uns 25 anos teve um problema cardíaco e precisava emagrecer. Emagreceu somente com caminhadas e aquilo ficou fortemente na nossa lembrança. Aí veio a relação médico x paciente na história.

Costumo lembrar que o termo “paciente” surgiu no tempo em que hospital era um lugar que recebiam as pessoas prá morrer. As doenças não tinham remédio nem terapias à altura eram ainda utilizadas e existia um clima de resignação. Era, então, uma questão de paciência esperar a morte. Mas o termo foi sendo usado através do tempo e mesmo que consiga tratamento e cura das doenças, as pessoas são chamadas de pacientes. Menos pelas doenças, mas pelo estado dos serviços de saúde, tanto públicos como privados, o termo paciente finda sendo cabível e adequado; é o jeito.

Naquela rápida troca de experiência no calçadão, sem impedir os passos de cada um, lembrei que a caminhada tem efeito da mesma forma que a auto-hemoterapia, um estimulante natural do sistema imunológico, conforme explica o Dr. Luiz Moura. A natureza faz sua parte, garantindo a saúde e mostrando que os medicamentos às vezes são receitados mesmo sem as pessoas precisarem. É das doenças que vivem os laboratórios.

Mas aquele meu amigo explica imediatamente: “tenho diabetes e somente com caminhada deixei de precisar dos remédios”. Assim ele evita intoxicação para o organismo. Digo-lhe, então, que esses remédios de farmácia, quando se vê os efeitos colaterais dá medo. Ouvia atentamente, e ele rapidamente continuou: “meu médico, vez por outra me diz que tem um remédio novo, que eu devia experimentar, mas eu digo que vou continuar caminhando”. Aproveita prá dizer uma frase interessante sobre a caminhada: “isso é um remédio; é o meu remédio”.

*Jornalista


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 2/12/2014 10:05:00 AM

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Filha de Sílvio Santos espera o primeiro filho.

Por CARAS Digital 1 hora e 23 minutos atrás

Patrícia Abravanel está grávida do primeiro filho

A filha de Silvio Santos espera seu primeiro filho ao lado do deputado Fabio Faria

A apresentadora Patrícia Abravanel está grávida de seu primeiro filho com o deputado federal Fabio Faria. A informação foi confirmada pela Caras Digital com fontes próximas à apresentadora, na tarde desta sexta-feira, 7. Patrícia estaria grávida há cerca de dois meses.
O casal assumiu publicamente o romance em novembro de 2013, mas rumores davam conta de que eles estavam juntos desde julho. Fabio Faria é ex-namorado de Sabrina Sato e Adriane Galisteu.
Em sua conta no Instagram, Patrícia publicou uma imagem de dois pares de sapato -- um grande e outro de criança --, com a legenda: "Amor. Família. Fabio Faria". Centenas de fãs parabenizaram a apresentadora pela novidade.
Silvio Santos confirmou a gravidez em entrevista para a revista Veja São Paulo. "O bebê foi feito na Florida”, disse Silvio para a publicação.
Recentemente, o apresentador brincou com a suposta gravidez da filha durante gravação de seu programa no SBT.
"Patrícia, eu vou dizer uma coisa que não vai te agradar", disse Silvio. "O que?", perguntou Patrícia desconfiada. "Você tá parecendo uma bolinha no vídeo", respondeu o pai.
Patrícia entrou na brincadeira. "Eu tô, eu engordei um pouquinho. Você não dá um desconto hein?", disse bem humorada. "Você está com uma cara de bolacha", insistiu Silvio. "Eu tô? Não precisa detonar assim também", disse a filha gargalhando.
Silvio questionou se viria um netinho por aí. "Você esta grávida?". "Não. To comendo demais mesmo", brincou Patrícia na ocasião.

 




quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

E não é que acaba mesmo!
Oh,
We close our eyes
The perfect life, life
Is all we need
(Moby)
 
De tanto roubar frases - o único roubo que a minha mãe ainda me permite fazer-, estou começando a me esquecer de onde e de quem foi feito o furto... Ah, viva o esquecimento! O que o cérebro não lembra; o coração não sente, não é mesmo?!
Pois bem, acho que foi Shakespeare quem disse: “Os gregos inventaram de tudo, até mesmo o homem”. Então, se o escritor inglês tiver mesmo razão, ao inventar o homem, eles inventaram também uma forma de explicar o amor e o desamor.
E está lá na mitologia grega a história de Orfeu e Eurídice: após ser picada por uma cobra, no dia do seu casamento, ao andar sozinha na floresta... (aqui abro um parêntese: o que danado Eurídice, com tanta coisa melhor para fazer, no dia do seu casamento, foi andar sozinha na floresta? Interessante é que a mesma pergunta eu faço a Eva: com tantas frutas para serem comidas, foi logo comer a maçã? É... caro leitor: a literatura é machista! A culpada é sempre a mulher... fecho aqui o parêntese!). Volto a Eurídice. Morta pela picada da cobra. Orfeu inconsolado e extremamente apaixonado, pega sua lira, vai ao mundo dos mortos, tentar convencer Hades a deixá-la voltar ao mundo dos vivos. E não é que Orfeu consegue. A música tem esta magia. Encanta até o sujeito que é ruim da cabeça e doente do pé...
Hades libera Eurídice. Ela pode voltar. Mas... Se... então, houve duas condições: “Eurídice pode voltar, mas você vai à frente e ela vai logo depois; se você olhar para trás, Eurídice morrerá novamente”... e lá se foi Orfeu, sem celular, sem WhatsApp, para mandar uma mensagem: “E aí, meu amor: tudo beleza aí atrás?!”. E Orfeu não resiste! Orfeu olha para trás. Eurídice morre! Pois para os gregos, ao olhar para trás, Orfeu mostrou a sua desconfiança em Eurídice... a desconfiança é uma arma mortal para o amor.
Interessante é que Padre Antônio Vieira, que considero um dos maiores escritores, colocou a distância, o tempo e a ingratidão, como armas mortais para destruição do sentimento maior, e real sentido da vida: o amor. Mas se esqueceu de colocar a desconfiança como a mais mortal delas...
Viver é negócio muito perigoso, já dizia Guimarães Rosa. E quem vive apaixonado, amando ao que faz, corre um risco terrível de ao olhar para trás, tornar o seu amor algo sem sentido. Pois a desconfiança, do olhar para trás, leva a racionalização do amor. E o amor não pode ser nem visto, nem explicado e nem entendido (leiam Eros e Psiquê), sob pena dele ser destruído. Era por isso que Eros (Cupido) andava com uma venda nos olhos...
Portanto, sem tirar a venda dos meus olhos, consigo enxergar outra coisa interessante: Nelson Rodrigues, meu outro guru na literatura, afirmava que se o amor acabou era por que não era amor. Discordo! Amor acaba sim!
Em 16/05/1964, Paulo Mendes Campos escreveu uma crônica para a revista Manchete, cujo título era “O AMOR ACABA”. E para o escritor mineiro, não é que acaba mesmo... Acaba em “apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadeza, onde há mais encanto que desejo; acaba em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero (aqui caro leitor, qualquer semelhança com os nossos hospitais de urgências é mera coincidência); na usura o amor se dissolve; o amor acaba e em Brasília, o amor pode virar pó; às vezes, o amor acaba como se fosse melhor nunca ter existido... a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba: para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba”...
Ensinar, eu já disse e vou repetir milhões e milhões de vezes, é um ato de amor. E ensinar medicina (a arte de amar ao próximo) é duplamente um ato de amor. Portanto, pelo amor de Deus: não nos obriguem a olhar para trás! Não nos façam - além de voltar o nosso pescoço para trás-, retirar a venda que cobre os nossos olhos. Deixem-nos continuar cegos! “Não existe nada mais aborrecido no mundo do que a ida ao oftalmologista para que ele nos avalie o grau dos óculos e escolha as novas lentes”... pois, o professor vive de sonhos. Vive de ilusões. Vive na certeza ingênua que vai mudar o mundo; vai mudar as pessoas. O professor pode sim, como escreveu Francisco Azevedo, no seu livro “O Arroz de Palma”, ser aquele farmacêutico a passar o algodãzinho com álcool, soprar a bunda da terra e lhe aplicar à injeção que nos aplacará todas as dores..
Eu sei que tudo isso não passa de um romantismo barato e louco – e que as bolsas de valores, as relações on line, etc. etc. são o que interessam-, mas não se esqueçam: “louco é aquele que perdeu tudo, menos a razão”... e ai daquele que desejar viver sem uma ilusão. Pagará um preço muito alto por isso!
Pois AMOR “é um prato que, quando se acaba, nunca mais se repete!”.
Francisco Edilson Leite Pinto Junior – Professor, médico e escritor.
 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Shows inéditos e de graça embalam veraneio em Natal
Novo projeto musical traz à cidade sete shows em palco montado no Largo do Teatro Alberto Maranhão, na Ribeira

Atrações musicais premiadas e ainda inéditas em Natal desembarcam neste mês de fevereiro para apresentações gratuitas em um palco montado no Largo Dom Bosco (Ribeira). Serão sete apresentações, divididas em dois dias seguidos de shows. E o projeto TEM VERÃO SOM NATAL vem para ficar. A intenção é engordar o calendário de eventos da cidade nos próximos anos, com apresentações qualificadas e de graça, sempre durante a estação veraneio.

“O TEM VERÃO SOM NATAL é um projeto ousado, que nasce com potencial de crescimento. E já neste primeiro ano traz a Natal atrações pinçadas a dedo, em um período do ano carente de bons shows musicais, com forte presença de turistas e, o melhor: com acesso aberto a quem gostar de boa música”, destaca o autor do projeto, Rainel Dantas de Fontes. O TEM VERÃO SOM NATAL terá patrocínio da AMBEV, via Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura/Governo do RN.

Atrações, datas e local
Não, nenhuma banda construída na mídia de grande massa compõe o line up do TEM VERÃO SOM NATAL. Mas todas elas já possuem o reconhecimento da crítica musical e de nomes consagrados, como Arnaldo Antunes e Zeca Baleiro. A banda maranhense Criolina, por exemplo, foi a vencedora do Prêmio Sharp de Música em 2011. E Felipe Cordeiro é a nova sensação da música paraense, parceiro de Arnaldo Antunes na canção Ela é Tarja Preta.

Estas são as atrações inéditas na cidade, na programação do novo projeto musical. Outras duas já estiveram por aqui e arrebanharam milhares de pessoas: a banda liderada por Fernando Catatau: os cearenses do Cidadão Instigado, e a Orquestra Contemporânea de Olinda – um dos grupos mais conceituados da atual e sempre rica cena musical pernambucana. Além deles, as bandas locais DuSouto e Talma & Gadelha, e ainda a “the voice” Khrystal e banda.

Os shows acontecem dias 15 e 16 de fevereiro, a partir das 18h. O palco será montado na praça Augusto Severo, em frente ao Teatro Alberto Maranhão. No sábado se apresentam Talma & Gadelha, Criolina, Du Souto e Cidadão Instigado, nesta sequência. No domingo, dia 16, sobem ao palco a Orquestra Contemporânea de Olinda, Khrystal e Felipe Cordeiro. Todos os shows serão gratuitos. Também haverá uma feira de artigos variados nas proximidades do palco.

SERVIÇO
Projeto TEM VERÃO SOM NATAL
Local: Largo do Teatro Alberto Maranhão (praça Augusto Severo), na Ribeira
Datas e hora: dias 15 e 16 de fevereiro (sábado e domingo), a partir das 18h
Atrações:
Sábado: Talma & Gadelha, Criolina, Du Souto e Cidadão Instigado
Domingo: Orquestra Contemporânea de Olinda, Khrystal e Felipe Cordeiro
- Toda a programação é gratuita
* Contato para entrevistas: 9929-6595 (Sergio Vilar)

VÍDEOS:
Orquestra Contemporânea de Olinda: http://www.youtube.com/watch?v=KXhFG9OiyMU

Orkut suplantado pelo FEICE.

BRASIL

Fonte: Voz da Alemanha.

Facebook chega aos 10 anos como vencedor na batalha contra o Orkut

Para entrar no Brasil, criação de Zuckerberg teve que desbancar o então favorito Orkut, numa pequena batalha que refletiu divisões sociais e hábitos. Hoje, brasileiros formam terceiro maior grupo de facebookianos.
Quando, há exatos dez anos, o Facebook nasceu, os brasileiros já tinham sua rede social – e praticamente a dominavam. E demorou até que a criação de Mark Zuckerberg suplantasse o Orkut, numa pequena batalha por usuários, rica em polêmicas, que refletiu divisões sociais e hábitos do país.
Início de 2012. O Orkut havia acabado de ser ultrapassado pelo Facebook em número de usuários no Brasil, quando uma mensagem falsa, atribuída a Zuckerberg, acusava os brasileiros de estarem estragando sua rede social.
No texto, que logo se tornou viral, o falso Zuckeberg afirmava que os brasileiros não sabiam se comportar na internet e, assim como faziam no Orkut, estavam enchendo sua rede com recados coletivos e spams. A polêmica exemplifica a distinção que existia na época entre os usuários das redes sociais – e um pouco de preconceito.
"O grande site de redes sociais que tínhamos no Brasil era o Orkut. Quando o Facebook entrou com uma nova proposta, ele agregou um grupo que é reconhecido como uma elite socioeconômica e durante um tempo houve uma espécie de distinção, como se as classes mais baixas estivessem no Orkut e as mais altas, no Facebook", afirma Vinícius Andrade Pereira, professor de comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Rede social conseguiu ultrapassar todos os concorrentes
Segundo ele, a distinção está relacionada à história do Facebook no mundo. Muito presente nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, o site atraiu primeiramente brasileiros que tinham amigos em outros países – logo a parcela mais elitizada da população. E a experiência dos brasileiros no Orkut acabou, de tabela, facilitando a transição de uma rede social para outra.
"Eles se viam obrigados a ter um perfil nessa rede para poder se relacionar com esses amigos. Assim, o Facebook é ajudado com essa história singular, mas, mais do que isso, ele ganhou essa popularidade também porque já tínhamos na cultura brasileira uma experiência anterior forte com o Orkut", diz Pereira.
Democratização da rede
A migração em massa dos brasileiros para o Facebook se tornou logo irrefreável. E o site acabou sendo o grande vencedor da batalha entre as redes sociais. Em 2008, foi lançada sua versão em português. No ano seguinte, apenas 1,3 milhão de brasileiros estavam cadastrados nessa rede.
Mas, no fim de 2011, a empresa se tornou a maior rede social presente no território brasileiro, com mais de 30 milhões de usuários, deixando para trás o Orkut, então com cerca de 29 milhões. Atualmente, mais de 76 milhões de pessoas de todas as faixas etárias acessam o Facebook no Brasil.
"Em três anos o Orkut perdeu mais de 95% dos acessos que costumava ter no Brasil. Há um ano, por exemplo, contava com apenas 2% do público de redes sociais brasileiras, enquanto o Facebook superava 66%", conta Maria Paula Sibilia, professora de comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF). Hoje há cerca de 6 milhões de brasileiros no Orkut.
Além de desbancar a concorrência, o Facebook bateu recordes no país. Em 2012, o Brasil foi onde a rede mais cresceu em número de usuários. Segundo a consultoria SocialBaker, naquele ano o Brasil era o terceiro país com o maior número de pessoas registradas, atrás de EUA e Índia. Não há ainda estudo consolidado sobre 2013, mas dados preliminares apontam a manutenção das três primeiras posições do ranking.
Compartilhar a vida
Zuckerberg criou o Facebook para estudantes da Harvard
A inovação no design e a facilidade de usar as suas ferramentas foram essenciais para o sucesso do site. Com um visual mais dinâmico e moderno, além de possuir uma versão para smartphones, o Facebook conseguiu roubar a comunidade do Orkut e atrair usuários de todas as idades, inclusive de gerações que descobriram a internet nos últimos anos.
Esse espaço que possibilitou novas formas de expressão, além da comunicação rápida e ampla entre seus integrantes, acabou se tornando fundamental no cotidiano de muitos usuários. Para alguns, o site é quase um diário aberto de suas vidas.
"O brasileiro adora essa exposição pública da vida privada na timeline da rede social", conta Pollyana Ferrari Teixeira, professora de comunicação da PUC- SP. Para a especialista, o brasileiro possui verdadeira adoração em compartilhar indignações, sonhos, protestos e informações. "E o Facebook ajudou a popularizar esse hábito", completa.
Em 2012, os brasileiros foram o público mais ativo do site, responsáveis pelo maior número de publicações, segundo a SocialBaker. Eles postam quase de tudo: textos, fotos, vídeos, músicas, artigos de jornais. A família, assim como na sociedade em geral, é um tema central. Uma pesquisa da AVG mostrou que, no Brasil, 94% dos pais publicam fotos de seus filhos no Facebook.
Na rede, outro motivo de orgulhos dos brasileiros são as viagens. Os aeroportos do país são os lugares preferidos de marcação. Além disso, uma pesquisa da E.life apontou que 98% dos entrevistados no Brasil destinam às redes sociais a maior parte do tempo em que ficam na internet.
Futuro incerto
Entrada na bolsa foi com revés
Mas nem tudo é perfeito no Facebook. Com a expansão da empresa, mudanças de ordem econômica estão alterando, aos poucos, o perfil da rede social. Nos últimos anos, além de informações de amigos, os usuários passaram a ser bombardeados com propagandas. O fluxo das postagens também começou a ser controlado e, para uma mensagem atingir mais usuários, é preciso pagar.
Além disso, o site também é acusado de armazenar informações sobre seus usuários e de não garantir a privacidade ao repassar dados para a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA).
"Estamos falando de uma ideia de liberdade de comunicação em múltiplos canais de maneira livre, democrática e gratuita. Se esses princípios que regiam a expressão nas redes sociais estão sendo abalados por interesses econômicos e eventualmente políticos, é possível que isso comece a minar o Facebook, que já começa a experimentar algumas turbulências", opina Pereira.
Nesse espaço onde a comunicação é rápida e as mudanças são aceleradas é difícil prever como serão os próximos dez anos do Facebook no Brasil e no mundo. Para especialistas, a hegemonia da rede não está garantida. Segundo Teixeira, nos últimos anos várias redes sociais nasceram e morrem, e o destino do Facebook pode estar ameaçado por um concorrente já existente, o Google Plus.

DW.DE

Teremos algum policial na Polícia da ONU?

Conferência da Associação Internacional dos Centros de Treinamento de Manutenção de Paz (IAPTC) – 2014

Entre os dias 23 e 26 de junho de 2014, em Jacarta/Indonésia, será realizada a 20ª Conferência da Associação Internacional dos Centros de Treinamento de Manutenção de Paz (IAPTC). Anualmente, o Brasil é representado por militares.
iaptc
Teremos algum policial brasileiro com experiência participando dos painéis e temas afetos a policiamento internacional (Polícia da ONU – UNPOL)?
Para mais, site do evento: http://www.pkc-indonesia.mil.id/events/iaptc
The Conference will provide a unique platform for those who work in the field of peacekeeping education, training and operations to come together and discuss relevant key issues. For effective and purposeful peacekeeping operations it is essential for all stakeholders to operate in partnership, sharing information and knowledge.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Imposto de Renda 2014.

A entrega da declaração do Imposto de Renda 2014, ano-calendário 2013, terá início em 1º de março e se estenderá até 30 de abril. O download dos programas ainda não foi liberado pela Receita Federal, mas o contribuinte já deve organizar os documentos para não cometer erros ou omissões que levem à malha fina. Além disso, quanto antes o documento for entregue, mais cedo vem a restituição. Este ano, os lotes devem começar a ser liberados a partir de junho.
Quem optar pelo modelo completo (o qual prevê as deduções legais em vez do desconto simplificado de 20% dos rendimentos tributáveis) deve separar todos os recibos médicos, as despesas com educação e os dados dos dependentes, inclusive do cônjuge. No caso dedependentes com rendimentos, os valores também precisam ser informados. Para escolher entre simplificado e completo, o contribuinte deverá preencher o programa gerador, que informará qual é a melhor opção.
Em 2013, o Fisco recebeu um recorde de 26 milhões de declarações e estreou o serviço de envio por meio de tablets e smartphones. Este ano, espera-se que cerca de 50 mil pessoas declarem por meio dos aplicativos para dispositivos móveis.
Pelo 18º ano seguido, a tabela do Imposto de Renda foi corrigida abaixo da inflação em 2014. A defasagem, que já se aproxima de 66%, faz com que o Fisco chegue ao bolso de cada vez mais brasileiros, consumindo os seus novos rendimentos. Essa discrepância ainda se soma ao aumento do salário mínimo, também superior à correção da tabela. Este ano, o mínimo será elevado para R$ 724, uma alta de 6,78% ante os R$ 678 atuais.
A tendência pode ser observada desde 1996, quando houve o congelamento da tabela do IR, que durou até 2001. Nos anos seguinte, todos os reajustes que ocorreram foram inferiores ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Organização: 15 documentos importantes 
1 - Cópia da declaração entregue em 2013 (ano-calendário 2012)
2- Informes de rendimentos de instituições financeiras, bem como de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadorias etc.
3- Controle de compra e venda de ações, com apuração mensal de imposto
4- Recibos e notas fiscais relativos a despesas com saúde
5- Comprovantes de despesas com instituições de ensino
6- Recibos de pagamentos à previdência privada e oficial
7- Recibos de aluguéis pagos ou recebidos
8- Documentos que comprovem venda ou compra de bens em 2013
9- Recibos de pagamentos de prestação de bens como imóvel e carro
10- Documentos comprobatórios de dívidas assumidas em 2013
11- Comprovantes de despesas do livro-caixa (para prestadores de serviços autônomos)
12- Darfs de carnê-leão pagos
13- Comprovante de doações para fins de incentivos fiscais (Fundos da Criança e do Adolescente, Lei Rouanet, Audiovisuais etc.)
14- Todos os documentos acima referentes a dependentes, além do número do CPF de dependentes maiores de 18 anos e de todos os alimentandos
15 - Dados da conta bancária para restituição ou débito das cotas do imposto


Fonte: Estadao.com.br

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Carta Capital - Política
Qual Brasil? Qual Estado?
Defender a ortodoxia individualista, em nossos dias, é desdenhar da realidade e menosprezar a história. Por Roberto Amaral

por Roberto Amaral — publicado 07/01/2014


Morto em 1790, certamente o fundador da economia-política não teve tempo para conhecer em toda a medida as consequências da associação liberalismo-individualismo-laissez-faire/laissez passer

Escrevendo para seu tempo, ou, refletindo seu tempo, e nele realizando o projeto pessoal de combate ao mercantilismo que dominava as ideias e as políticas da Inglaterra e dos EUA, principalmente, Adam Smith (1723-1790) tornar-se-ia o mais importante teórico do liberalismo econômico, seguindo as pegadas do pensamento político de John Locke e Montesquieu.
Nestas linhas é impossível reduzir seu pensamento, senão ressaltar dois de seus pilares: (i) o individualismo exacerbado associado a um (ii) Estado silente e omisso. Para fazer-se entender, o professor escocês dizia não ser da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que saía seu jantar, mas sim do empenho de um e de outro  em promover seu auto-interesse (selft-interest), que era conquistar a freguesia, vender mais e obter mais lucro e isso (o individualismo), era muito bom para a economia e o bem-estar de todos, pois  a competição entre os diversos fornecedores, eliminando os incompetentes,  levaria não só à queda do preço das mercadorias como ao aumento dos salários, o que podemos traduzir como fortalecimento  do mercado consumidor.
Decorre daí a grande tese: a saúde das nações é o resultado direto das ações dos indivíduos em defesa de seus próprios (e egoísticos) interesses, promovendo o desenvolvimento e a inovação, com vistas a ganhar terreno na competição livre do mercado cujas forças, portanto,  deveriam agir livremente: todo empresário deve fazer o que bem quiser com seu capital, sem ter de obedecer a qualquer regulamentação governamental.
O capitalismo e a liberdade individual (verso e reverso de uma só moeda), por si sós, promoveriam  de forma ‘luminosa’ o progresso da humanidade. O Estado é que atrapalha a liberdade dos indivíduos. Portanto...
Mas sua obra seminal, A riqueza das nações (The Wealth of Nations) foi escrita em 1776, no alvorecer da Revolução industrial inglesa (1760/1840). Morto em 1790, certamente o fundador da economia-política não teve tempo para conhecer em toda a medida as consequências da associação liberalismo-individualismo-laissez-faire/laissez passer, destruindo o meio-ambiente, a qualidade de vida de todos, mas principalmente dos operários (homens, mulheres e crianças), mal pagos e desassistidos, sem qualquer nível de proteção, explorados ao limite da resistência humana, cumprindo jornadas de 12 horas de trabalho, sem direito a férias ou repouso semanal, enfim, destruindo a vida de milhões de ingleses, franceses e alemães, tragédia cujo horror inspirou a crítica social de Charles Dickens e Émile Zola, este notadamente com Germinal (1885).  E a denúncia político-social, ainda não superada, constante do Manifesto do Partido Comunista de Marx e Engels (1848). Deu nisso a desregulamentação.
Defender essa ortodoxia individualista, em nossos  dias, é desdenhar da realidade e menosprezar a história. Como falar na ação livre do mercado e em livre concorrência, como fazem os economistas mediáticos brasileiros, quando a realidade de nossa economia é a transição do oligopólio para o monopólio?
Admitamos, para facilitar, que possamos esquecer as causas da primeira guerra mundial e suas consequências; mas, como riscar da história o crash da bolsa de Nova Iorque de 1929? Como ignorar a importância do keynesianismo (e a recuperação do papel do Estado) na reconstrução europeia, a partir do final da Segunda Guerra Mundial?
Como, por outro lado, ignorar o papel da desregulamentação do mercado na construção da crise do capitalismo internacional como desdobramento da crise financeira dos EUA de 2008, que persiste em nossos dias, deprimindo o crescimento da economia em nível mundial? Crise que cobra a destruição do welfare state, a revisão dos direitos trabalhistas e previdenciários, a redução do emprego, a inibição da economia?
Há poucos dias ouvi eminente economista mediático repetindo a velha frase do reaganomics: ‘o problema é o Estado’. É a visão de Hayek, que faz do neo-liberalismo a versão radicalizada de Adam Smith (ou o retorno a Quesnay), repetida acriticamente no Brasil pelos cérebros que orientaram Collor e FHC, repetida à saciedade pelos grandes meios de comunicação, jornalões e revistonas à frente.
Digamos, de início, que não há o Estado, mas Estados, cujas características variam no tempo e no espaço, numa relação dialética.
O Estado mercantilista sobre o qual se debruçou Adam Smith, voltemos a ele, era Estado distinto daquele que defenderia em suas obras e que seria construído pela Revolução Industrial. Óbvio, não? Distintas seriam igualmente as ordens econômicas e políticas dos Estados alemães da revolução industrial, da democracia weimariana, do hitlerismo e do após-guerra.
De outra parte, não existe um papel padrão para Estados distintos, pois, hoje,  o que se pode esperar de qualquer Estado escandinavo é bem distinto do que se deve esperar e requerer do Estado brasileiro, ou do Estado chinês, ou do Estado angolano, ou sudanês, ou iraquiano, ou iraniano. A realidade histórica separa as missões dos Estados segundo o desenvolvimento da sociedade que procura organizar, seja sociedade em processo de industrialização, ou pós-industrial, ou subdesenvolvida ou emergente, e assim por diante. Não é um mesmo Estado a instituição política que governa a Europa e ao mesmo tempo aquelas sociedades quase ainda tribais da África e do Oriente. Óbvio, parece-me.
Nos regimes capitalistas, cuja dominância é a  característica dos tempos atuais, a omissão do Estado significa  a ditadura do capital sobre o trabalho, donde o esmagamento dos direitos dos assalariados em geral, a destruição  dos direitos e garantias sociais, enfim, a barbárie, posto que, mesmo afastadas considerações de ordem ético-humanista, é incompatível a existência de qualquer sorte de capitalismo com a destruição do proletariado.
Não pode haver explorador sem explorado, e a função política do Estado, visando à sobrevivência do capitalismo, é a de assegurar a exploração, mantendo-a,  todavia,  sob controle, de modo a permitir meios e limites de sobrevivência dos trabalhadores, sem o que não é possível extrair a mais-valia.
No caso brasileiro, porém, país ainda em busca de desenvolvimento e ainda  ferido por perverso atraso social, o Estado tem exercido, desde a empresa colonial, a função indeclinável e insubstituível de indutor do desenvolvimento, exercendo aquele papel de pioneirismo que teoricamente seria reservado ao capital privado, que, aqui, foge do risco e protege-se no rentismo, locupletando-se às custas do Estado via juros escorchantes.
Daí a grita permanente por juros elevados, a pretexto de segurar o consumo e controlar a inflação. Nossos grandes empresários são clientes privilegiados das carteiras dos bancos públicos, que raramente honram, como podem esclarecer nossos ruralistas.
Além de cumprir com seu dever regulamentador e fiscal dos agentes econômicos, evitando ou minimizando os conflitos e protegendo os interesses coletivos, em tese, o Estado assume os investimentos e as responsabilidades sociais às quais se nega o capital privado, e ainda ampara o empresariado, inclusive o financeiro, contra suas fraudes ou sua incompetência gerencial.
Assume o Estado aqueles investimentos que não atraem a economia privada, seja pelos altos volumes requeridos, seja pela lenta recuperação do capital, seja pela margem de lucro proporcionada; protege ainda o empresariado nacional em seus conflitos com o capital multinacional, tanto no plano interno quanto no das transações comerciais internacionais. Mesmo Adam Smith criticava a proteção estatal às empresas monopolísticas, financiadas com recursos públicos.
Outra besteira mediática é  a falsa discussão sobre tamanho do Estado. Ora, a importância e necessidade do Estado – variante de sociedade para sociedade - não se mede com fita métrica, mas perquirindo a quem beneficia, a quem ele serve, a que projeto, seja econômico, seja político, seja social se destina.
Pequeno ou grande, quais os fins do Estado? Proteger as grandes massas, promover o bem comum segundo os interesses das maiorias, defender os interesses das classes subalternas, defender o público e assim assegurar saúde pública, ensino público, segurança pública, transporte público? Induzir o desenvolvimento promotor do crescimento econômico do país, da boa qualidade de vida de sua população, da segurança nacional, da socialização das riquezas?
Ou a função do Estado, grande ou pequeno, é simplesmente garantir o lucro dos grandes grupos, a lucratividade predatória do capital, a concentração da riqueza e renda e pôr-se a serviço da sociedade de classes?
Perguntas que neste ano devem ser respondidas pelos candidatos à Presidência da República.
Lobby caríssimo – Até pouco dias passados o combate à política externa independente brasileira era ofício assalariado de diplomatas aposentados, uns magoados, outros amuados, todos  com presença ativa na chamada grande imprensa. 

No novo ano, o ex-presidente FHC se incorpora, de mala e cuia, no lobby (mantenho a grafia inglesa em homenagem ao príncipe dos sociólogos brasileiros) do ‘complexo de vira-latas’, ou seja, considera idiota qualquer política externa brasileira que não seja um prolongamento dos interesses do Departamento de Estado dos EUA. Cada um serve ao Deus de sua estima. Em seu artigo desta semana, porém, o professor doutor tropeça. Está bem, faz parte do ofício, propor, por exemplo, e com grande originalidade, que o Brasil "estreite relações com os EUA", afastando-se do "bolivarianismo".
Mas não fica bem pensar que os talebans fazem parte do "mundo árabe", quando eles, como muito bem observa José Antonio Lima em seu twitter, integram os povos pashtuns, maior etnia predominante no Afeganistão (e muito presente no Paquistão) menos árabe que o professor e imortal uspiano. 



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