terça-feira, 19 de maio de 2015

Por que a Dinamarca quer acabar com moedas e cédulas de dinheiro?

  • 19 maio 2015
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Na Dinamarca, pagamentos com cédulas e moedas caíram 90% desde 1990
Quando as primeiras moedas foram cunhadas na Ásia, há 2,6 mil anos, foi dado início a uma verdadeira revolução no comércio em escala mundial.
Mas cada vez mais países e especialistas se perguntam: ainda faz sentido manter o dinheiro físico em circulação?
Aos poucos, esse questionamento leva a ações concretas, como na semana passada, quando o governo da Dinamarca anunciou que pretende dar fim ao uso de moedas e cédulas de dinheiro em lojas de roupas, postos de gasolina e restaurantes até 2016.
Seu objetivo no longo prazo é tornar-se o primeiro país do mundo a eliminar a circulação de dinheiro físico.
A medida foi apresentada como parte de um pacote de propostas para fomentar a produtividade de negócios.
"A meta é cortar os consideráveis custos administrativos e financeiros envolvidos no uso de dinheiro", disse o governo dinamarquês.

Novos hábitos

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Futuro será dominado pelo dinheiro eletrônico, acreditam especialistas
Mas isso é de fato possível? No caso da Dinamarca, isso parece não só provável, como o governo parece estar em sintonia com os hábitos da população.
Todos os adultos do país têm um cartão de crédito, segundo a Comissão de Pagamentos dinamarquesa, e os pagamentos com dinheiro físico sofreram uma redução de 90% desde 1990. Hoje, apenas um quarto deles é feito desta forma.
Além disso, segundo uma pesquisa nacional, praticamente todos os pequenos negócios aceitam pagamentos com cartões e, em dois terços deles, isso pode ser feito com cartões internacionais.
Algo parecido vem ocorrendo no Equador, onde o governo do presidente Rafael Correa colocou em prática, em dezembro de 2014, um sistema de dinheiro eletrônico.
Um dos principais motivos era lidar com a exclusão financeira da maior parte de sua população - e o celular tornou-se uma ferramenta para isso.
"Cerca de 40% da população economicamente ativa não tem acesso a uma conta bancária", explica o economista Fausto Valencia, diretor do projeto equatoriano. Mas 100% dos domicílios tem um celular.
O sistema é administrado pelo Banco Central do Equador e permite realizar transferências entre usuários, compras e pagar passagens no transporte público. Em breve, também será possível pagar taxas públicas.
Seu funcionamento é simples. Uma conta é aberta com o celular, sem uso da internet, discando *153#. Ela pode ser recarregada em lojas, e as transações são feitas por meio de mensagens.
Valencia acredita que, no futuro, o dinheiro físico estará extinto. "Em países como Dinamarca ou Suécia, não levará muito tempo, porque não há problemas como pobreza e exclusão social como nós. Mas o dinheiro eletrônico é o futuro. Meus netos viverão em uma sociedade sem cédulas e moedas", diz.
Mesmo assim, ele reconhece que algumas barreiras ainda precisam ser superadas. "Nas áreas pobres do Equador, temos um problema de educação financeira que vamos combater com um processo de formação, para que os cidadãos aprendam a usar o sistema", afirma.

Custo

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Equador colocou em prática sistema inovador de dinheiro eletrônico em dezembro
Mas quais são as reais vantagens do dinheiro eletrônico?
Moedas e cédulas têm um custo de produção, armazenamento, transporte, além de haver comissões para sacá-lo do banco.
Além disso, o Equador, por exemplo, precisa repor anualmente US$ 1,3 milhão (R$ 3,9 milhões) em dinheiro físico que se deteriora.
Ao México, custará quase um peso (R$ 0,20) para produzir cada um dos 1,32 milhões de cédulas que serão necessárias neste ano, segundo a revista Excelsior.
E seus habitantes gastarão quase 2,3 milhões de pesos com taxas relacionadas à obtenção de dinheiro físico, segundo um estudo da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos.
Segundo os pesquisadores Bhaskkar Chakravorti e Benjamín Mazzota, da Tuffts, cada americano passa 28 minutos por mês sacando dinheiro de caixas eletrônicos. E, todos os mexicanos juntos, gastam 48 milhões de horas por ano desta forma, segundo a mesma pesquisa.
Por fim, o dinheiro físico leva à evasão fiscal. O governo americano perde US$ 100 milhões por ano com pagamentos em dinheiro não declarados.
O dinheiro eletrônico ainda é mais ecológico. Valencia, do Banco Central do Equador, alerta para o custo ambiental do dinheiro físico, não só por sua produção e transporte, mas também por causa dos documentos exigidos pela burocracia.
Por fim, o dinheiro físico é pouco higiênico. Em 2011, pesquisadores britânicos do Instituto BioCote chegaram à conclusão que tirar dinheiro em um caixa eletrônico deixa uma pessoa tão exposta a bactérias quanto usar o pior dos banheiros públicos.

domingo, 10 de maio de 2015

O Açude e a dor da indiferença.

Por Fernando Antonio Bezerra*

Era uma vez uma cidade nordestina que tinha um açude. Era um lindo açude que, cheio, espalhava água por recôncavos e planícies brotando esperança e gerando vida!

À cidade foi dado um nome: Ociac. Ao seu formoso açude também foi dado um outro sugestivo nome: Snati.
Não foi fácil construir o Açude. Reuniram-se centenas de trabalhadores em uma época onde não existiam máquinas potentes. Era a força do trabalhador aliada a rusticidade de animais e alguns poucos veículos sob um comando alemão. O Açude foi construído. Nunca foi gravemente danificado. Suportou invernos e memoráveis sangrias d’água. Foi durante décadas a maior alegria da cidade...

Mas, a estiagem prolongada foi despindo o velho Açude que, constrangido, parecia ter vergonha de se mostrar. A terra, antes escondida pela verve da água, aflorou em bancos de areia, tornando impossível a travessia, a pesca, o mergulho, o empréstimo para as fruteiras e capineiras. A água, antes reinante, deu lugar a sisudez da terra que, seca, infelizmente, apenas recepciona o cansaço, a angústia e a incerteza.

Nos tempos de Seca, contudo, poderiam ter revitalizado o velho Açude. É natural que a água, nos invernos, traga partículas de areia e, pouco a pouco, diminua a capacidade de armazenamento do reservatório. O Açude, como qualquer outro empreendimento, precisa de cuidados, manutenção e reparos. Dizem, os mais velhos, que a Seca pode ser uma rica oportunidade para manutenção, ampliação e construção de reservatórios d’água. Poucos, entretanto, aproveitam a Seca.

O velho Açude, enfim, assistiu a tudo com a mesma fidalguia, esperando que o homem, qualificado pelas letras universitárias e ungido como autoridade, promovesse sua modesta recuperação. Não o fez. Infelizmente. Na cidade Ociac tinha mobilização para tudo, desde jogo de bozó até o mais alto interesse, mas faltou a defesa do Açude que tantas alegrias havia lhe dado.

A Seca impiedosa foi se repetindo, mudando valores, impondo hábitos, deixando quase ao abandono a dor do Açude que se viu abandonado pelas águas e pelos amigos. A Seca é feroz e, quando chega, bate em todas as portas, sem qualquer distinção.
O Açude, por sua vez, sangrando pela indiferença do homem e pela dor da Seca, resignadamente, aceitou seu destino. A Seca lhe tirou tudo!

Açude seco, terreno,
Só mesmo quem te conhece
Pensa em fazer uma prece
Pra que o sol fique ameno;
E a chuva que abastece
Ver se logo em ti desce
Este é o melhor aceno.
(Walter Medeiros, DRT RN)

Hoje, com limitações, a estória foi genericamente contada e serve como um primeiro alerta. Seria muito bom que ao final do artigo as perspectivas fossem diferentes, mas, pelo ouvimos até hoje, também o Açude Itans, lamentavelmente, está secando em decorrência da grave e atual estiagem que começou em 2012.

*Fernando Antonio Bezerra é seridoense de Caicó

-Com post no Blog Bar de Ferreirinha

Estão brincando com nossos impostos
Tomislav R. Femenick – Contador e Economista

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Após a Segunda Grande Guerra, Edward Murphy, um engenheiro da Força Aérea americana, estudava os efeitos que a rápida desaceleração das aeronaves causava nas pessoas, usando equipamentos que registravam os batimentos cardíacos e a cadência da respiração dos pilotos. Ao realizar um desses testes, constatou que a instalação da engenhoca estava toda errada e cunhou uma frase que deu origem a chamada Lei de Murphy: “Se alguma coisa tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará”.
Em 1969, o professor canadense Laurence Peter, publicou com seu colega Raymond Hull, um livreto com o titulo de “The Peter Principle” (O principio de Peter). O tema era o grau da incompetência, existente no gerenciamento dos negócios. Uma das frases mais citadas da obra é esta: “toda organização em expansão caracterizar-se-á pelo acúmulo de peso morto no nível executivo, composto de sublimados por percussão”. Soblimado é aquele tornado sublime; elevado a um alto patamar de grandeza. Percussão aplica-se aos executivos que realizam atos que visam simplesmente produzir evidências de sua atuação, embora essa não agregue nenhum valor ao produto da organização.
Ora tudo o mundo sabe da grande expansão do Estado Brasileiro nas duas últimas décadas. Em contrapartida ao encolhimento do número de funcionários públicos na era FHC, houve um brutal aumento na era PT, isso tanto na esfera federal, estadual e nos municípios. E qual o critério para as contratações? O celebre QI; não o Quociente de Inteligência, mas “quem indicou”. Então se criou um mostro. Um Estado composto por pessoas levadas a um alto patamar de grandeza, que cultivam a sabedoria de fazer as coisas erradas, ocultando tudo isso pela burocracia sublimada às alturas. Não que não haja funcionários públicos competentes e esforçados. O problema é que eles são sufocados pela falta de habilidade e de aptidão e pela inabilidade de seus “chefes da ocasião”.
Nos meus dois últimos artigos citei alguns casos de incompetência e descasos com obras públicas, onde são empregados os impostos que nós, simples e mortais cidadãos, pagamos. Aqui vão outras. Por burocracia, as obras de recuperação de desmoronamento de Mãe Luiza e de recuperação da Biblioteca Câmara Cascudo andam a passos de cágados e as reformas do Forte dos Reis Magos ainda estão na dependência de projetos, licenciamento e licitação.
No capítulo dos absurdos destacam-se os calçadões das praias urbanas de Natal. Todas elas apresentam problemas. Serviços que são realizados há anos sofrem paralisações constantes. Nesse aspecto a Praia de Ponta Negra, nosso principal cartão postal turístico, é imbatível. É um anda e para sem fim. Nas praias do Forte, dos Artistas, Areia Preta e mesmo na Via Costeira há um histórico de fazer e refazer reparos que logo são desfeitos pela natureza, de tão mal feitos como são realizados.
As obras de engenharia dos presídios parecem até que são realizadas com papel machê, tão frágeis que são. O resultado é fuga de presos a toda hora. Todo o trabalho da polícia e da justiça de investigar, prender e julgar criminosos é desperdiçado, é dinheiro jogado fora pela falta de segurança onde ela deveria existir. Resultado: mais assaltos, roubos e assassinatos – sofrimento da sociedade – que demandam por mais trabalho para a polícia e para a justiça. E toda esta calamidade acontece à sombra de 13 convênios assinados com o governo federal e que se vencem ainda no decorrer deste ano, com investimentos previstos na ordem de R$ 43,6 milhões. O mais importante deles, no valor de R$ 14,7 milhões, tem por objetivo a construção da Penitenciaria de Ceará-Mirim, que o prefeito daquele Município agora quer inviabilizar. 
Outras obras no Estado, que contariam com recursos federais, também estão ameaçadas de não sair do papel, principalmente no setor de abastecimento de água. As barragens de Santa Cruz, de Oiticica e do Alto Oeste, estão com seus trabalhos de ampliação, reforço e construção ameaçados pelo contingenciamento fiscal. Enquanto isso, a duplicação da Reta Tabajara, na BR 304, pode virar em mera quimera; pelo menos a curto e médio prazos.
A conclusão que se tira de todos esses desmandos é que a Lei de Murphy estava certa e que o Principio de Peter é perfeitamente aplicável ao serviço público brasileiro. Ou, ainda, que estão brincando com o dinheiro dos impostos que pagamos.
Tribuna do Norte. Natal, 10 maio 2014.


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Filho do jornalista Paulo Tarcísio hospitalizado no Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, precisa urgente de sangue, tipo 0+, mas o doador pode ser de outro fator RH. Confira, abaixo, conforme post de sua página na internet:

Preciso de doadores de sangue com urgência

É para o Meu filho - Claudio Alexandre Gouveia Cavalcanti -  que está no Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, precisando de sangue de qualquer tipo com urgência, de preferência O+.

Quem puder ir ao Hemonorte, deve fazer a doação em nome dele - Claudio Alexandre Gouveia Cavalcanti. Diga o nome completo. Precisa dizer, também, o Hospital onde ele se encontra - Giselda Trigueiro (UTI).

O Hemonorte fica próximo ao Parque das Dunas.

Quem precisar de mais informações ligue para 84 - 9978-5057 e 84 - 8184-5057.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Projeto finlandês é primeiro carro elétrico superpotente do mundo

  • 5 maio 2015
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1MW Concept foi projetado pelo designer Passi Pennanen, que já atuou na Jaguar e na Honda
A Finlândia roubou a cena na mais recente edição do Top Marques, um dos mais importantes salões de carros de luxo do mundo, realizado em Mônaco, em abril. A empresa finlandesa Toroidion apresentou seu 1MW Concept, um supercarro totalmente projetado e construído no país nórdico.
O nome do modelo faz referência à potência de 1 megawatt – equivalente a 1.360 cavalos – e torna o Toroidion o primeiro carro elétrico a superar uma barreira que apenas alguns veículos a gasolina atravessaram.
Em um carro elétrico, isso é mais uma questão de matemática do que de carburadores super-sintonizados. Cada roda tem seu próprio motor: dois de 200 watts na frente e dois de 300 watts atrás.
Considerando-se que os motores elétricos produzem 100% de seu torque a 0 rpm, espera-se que o Toroidion seja rápido – talvez até ridiculamente rápido.

Para pistas e ruas

Potência de 1 megawatt só foi atingida antes por carros a gasolina
Modelo foi apresentado em salão de luxo em Mônaco, onde pretende atrair investidor
O carro conceito é elegante e conscientemente leve – do outro lado das portas de asa de borboleta com maçanetas de treliça impressa em 3D, o interior é espaçoso.
Mas a empreitada ainda carece de detalhes. Isso pode não ser um problema para os frequentadores do Top Marques, onde o objetivo das empresas é encontrar compradores dispostos a financiar a montagem de seus supercarros. Mas entusiastas de automóveis estão loucos para saber mais sobre o modelo finlandês.
O que foi divulgado até agora é que o carro foi projetado pelo designer Passi Pennanen, que já trabalhou para a Jaguar e a Honda e abriu um estúdio com seu nome em 2004.
Também se sabe que o 1MW é construído em um novo modelo de cadeia cinemática, projetado para ter diferentes funções, o que implica que estão por vir versões para as pistas e as ruas.
Tentadoramente, o site da empresa afirma que "a bateria de alta capacidade da cadeia cinemática Toroidion pode ser substituída facilmente no pit-lane ou na garagem de casa". O que nos faz querer descobrir qual maravilha de troca automática saiu da cabeça de Pennanen.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Notícias da UFRN.


Práticas de aprendizagem nos hospitais da UFRN vão ser avaliadas

(Sirleide Pereira – Ascom-reitoria/UFRN)


Mal tomaram posse na sala de reunião da reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), na manhã do dia 14, os oito integrantes da Comissão Interna de Avaliação das Práticas dos Cursos de Graduação da Saúde começaram a pensar estratégias para o trabalho que deve estar concluído em seis meses.

Ao dar-lhes posse, a reitora Ângela Maria Paiva Cruz analisou a grandiosidade da cadeia hospitalar universitária, constituída por três unidades – o Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e a Escola Maternidade Januário Cicco, ambos em Natal, e o Hospital Ana Bezerra (HAB), em Santa Cruz.

“Essa estrutura hospitalar tanto presta serviços essenciais de saúde pública à população, como é responsável em ofertar as práticas formativas exigidas pelos currículos dos cursos de graduação da saúde para a UFRN e outras instituições de ensino superior. Precisamos acompanhá-la para garantirmos mais qualidade e aperfeiçoarmos a parte acadêmica”, disse a reitora. “É tarefa institucional acompanhar o Plano Acadêmico ora em prática nos hospitais da UFRN, até porque ele é fruto dos projetos pedagógicos”, emendou o pró-reitor de Planejamento, João Emanoel Evangelista.

Para o Presidente da Comissão, Alexandre Flavio Silva de Queiroz, “o primeiro desafio é conhecer o funcionamento gerencial e os procedimentos administrativos e acadêmicos dos hospitais universitários, atualmente sob a gestão da (EBSHER), para sabê-los avaliar”. Depois disso, completou o presidente da Comissão, o passo seguinte será montar os instrumentos de avaliação e divulgar o trabalho junto à comunidade acadêmica da saúde.

Analisando o papel da Comissão, George Dantas de Azevedo, um dos integrantes, pontuou que o trabalho vai contribuir para alinhar a atual gestão dos hospitais com as diretrizes curriculares dos cursos da saúde; com a gestão institucional e com as políticas públicas para a saúde. “Na medida em que exercem função pública, os hospitais universitários, a FACISA, em Santa Cruz, e a Escola de Medicina Multicampi nas Regiões Trairí e Seridó, dão suporte à interiorização da UFRN”, finalizou George Dantas.



Gestão da UFRN entrega obras nos cinco campi até final do semestre


(Sirleide Pereira – Ascom-reitoria/UFRN)
Fotos: Cícero Oliveira

Até dia 28 de maio, término do mandato da atual gestão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), um conjunto de 16 obras estará concluído nos cinco campi espalhados por Natal, Macaíba, Santa Cruz, Currais Novos e Caicó.
Cerca de 62 milhões de reais foram investidos em construção e/ou ampliação de blocos de sala de aula, em enfermarias nos subsolos I, II e III para atender ao Serviço de Pediatria e apoio administrativo do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), na quadra esportiva do Núcleo Educacional Infantil (NEI), no Instituto Internacional de Física (IIF) e no prédio da Pós-Graduação de Engenharia Civil.

Foram igualmente contemplados com esses recursos os prédios do Departamento de Assistência ao Servidor (DAS); do Departamento de Comunicação (DECOM), do Núcleo de Pesquisas em Ciências Sociais (NEPSA II), além da Central de Atenção ao Discente (CADIS) e para o Laboratório de Geologia e Geofísica do Petróleo II.

Do calendário de conclusão de obras nesse primeiro semestre de 2015 elaborado pela Superintendência de Infraestrutura da UFRN (SIN) consta, também, a construção de um prédio para atender aos novos cursos de Gestão Pública e de Língua Espanhola, do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), mais uma obra do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI) na UFRN.

No Campus Macaíba, uma das unidades acadêmicas da UFRN no interior do Rio Grande do Norte, a reitora Ângela Maria Paiva Cruz e a vice, Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes, vão entregar mais um Restaurante Universitário (RU), além do Pórtico do Campus, o Laboratório de Nutrição Animal e o prédio do Programa de Educação Continuada.

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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Notícias da UFRN

Inauguração

(Sirleide Pereira - Ascom-reitoria/UFRN)

As novas instalações físicas do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil vão ser inauguradas no dia 17 de abril, às 16h, pela reitora Angela Maria Paiva Cruz e o diretor do Centro de Tecnologia (CT), José Daniel Diniz Melo. A solenidade acontecerá no Núcleo Tecnológico do Centro de Tecnologia, campus central, em Natal.





A partir de maio acesso ao contracheque somente via internet

(Sirleide Pereira – Ascom-reitoria/ UFRN)


A partir de maio próximo, servidores federais da ativa, aposentados e pensionistas são terão acesso aos comprovantes de rendimentos por meio eletrônico, ou seja, via internet.  Estabelecida pela Portaria n. 73-15, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPG), a medida visa aumentar a eficiência e reduzir gastos com o processamento da folha de pagamento do poder executivo federal. A previsão é economizar até 40 milhões para os cofres da União, segundo o MPG.


Procedimento

Para visualizar o comprovante de rendimentos (contracheque), o servidor poderá fazê-lo a partir de senha pessoal, fornecida pelo Sistema de Gestão de Pessoas (Sigepe), antigo Siapenet. Para tanto, os interessados devem informar, no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), o endereço de correio eletrônico (e-mail) de uso pessoal.

No caso dos servidores da UFRN, esse trabalho pode ser feito pelo interessado na recepção da Diretoria de Atendimento de Pessoal, (DAP), sob acompanhamento dos servidores da diretoria.


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PESQUISADOR DA UFRN CRIA ‘SORVETE ENERGÉTICO’ À BASE DE WHEY PROTEIN

Saudável, energético, baixo teor de gordura e sabor leve e refrescante. Esses são alguns dos diferencias do sorvete artesanal à base de um suplemento alimentar, o whey protein – composto isolado do soro do leite -, desenvolvido pelo professor substituto do Departamento de Engenharia de Produção, Luciano Queiroz de Araújo Junior, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

O sorvete de laranja é fruto da dissertação de mestrado “Aplicação do planejamento do experimento no processo de desenvolvimento de produtos: pesquisa em uma sorveteria artesanal”, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PEP) da UFRN. O pesquisador estudou os processos de concepção, pesquisa e venda do produto, visando a integração entre a Universidade e o mercado.

Luciano Queiroz conta que, no decorrer da pesquisa, percebeu que nas micros e pequenas empresas, a área mais defasada é a de lançamento de produtos novos, por isso, resolveu investir no nicho das academias, que está em franco crescimento, e os frequentadores sempre aderem a um novo produto fitness. “A ideia desse sorvete é tentar quebrar um paradigma dos produtos existentes no mercado. Quando alguém fala de sorvete você pensa o quê? Em um alimento que não pode estar na sua dieta, devido às calorias e por ser um produto gorduroso”, ressalta.

Segundo levantamento feito pela Mintel, empresa global de pesquisa de mercado e consumo, nos últimos anos, o faturamento desse mercado no Brasil cresceu 26,5%. De acordo com o estudo, o setor vem crescendo, em média, 33% nos últimos cinco anos. Com isso, o Brasil é o 4º maior mercado de sorvetes no mundo, atrás de Estados Unidos, China e Japão. Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete mostram que, nos últimos dez anos, o consumo cresceu 76,49%, atingindo 1,209 bilhão de litros em 2013.

De acordo com o pesquisador, o sorvete de whey protein é uma alternativa de doce saudável e uma fonte rica de proteínas, carboidratos e fibras, pois contem uma média de 0,25% de gordura, um valor ínfimo comparado com outros produtos. Na fabricação as inovações não param, além da inserção do suplemento proteico, se utiliza a biomassa da casca da banana verde, em substituição à gordura e para dar consistência, suco e raspas da casca da laranja.




À VENDA

Por enquanto, o sorvete de whey protein está sendo comercializado em Natal e em Pipa, nas lojas da Sorveteria Artesanal Real de 14. O engenheiro de produção, Luciano Queiroz destaca que a venda do sorvete superou as expectativas e agradou os paladares, inclusive dos atletas das academias adeptos de shakes (público-alvo da pesquisa). Além disso, o lucro é animador.


Todavia, os nutricionistas recomendam o consumo do sorvete logo após a prática de atividades físicas regulares ou de forma esporádica, como caminhadas, porque a capacidade de absorção da proteína pelo organismo é maior quando se está em movimento, e o nutriente é melhor processado pelo metabolismo ajudando no processo de construção e reparação muscular.
Fonte: Ielmo Marinho em foco.
Nota: Qual o teor de açúcar? O Ministério da Saúde autorizou a venda do produto?

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Quase zero é zero
Tomislav R. Femenick – Contador e mestre em economia.

Como contador tenho que trabalhar com números absolutos, portanto tenho que considerar os números com a representatividade que eles têm. Assim, “1” representa uma unidade de valor (um real de disponibilidade, uma máquina, de débitos com terceiros etc.). Em outras palavras: qualquer número deve ser entendido pelo ser valor absoluto, o valor próprio do algarismo.
Todavia, como economista tenho que me comportar de maneira diferente; nem sempre os números têm que ser vistos por esse prisma, principalmente quando eles são resultados de estatísticas. Nessas ocasiões tenho que olhar os números por outro ângulo, pelo seu valor relativo, pois ele é um valor posicional a uma outra grandeza.
A recente divulgação do PIB de 2014 na ordem de 0,1 foi uma paulada, o pior resultado para a economia nacional, desde 2009, ano do auge da crise econômica mundial, quando a marolinha que Lula dizia se transformou em tsunami. Porém acho que o resultado do ano passado foi pior ainda. Tudo é possível, levando em consideração o comportamento do governo de alterar dados e de adotar uma contabilidade criativa para mascarar resultados.
Ora, se em termos relativos quase zero pode ser considerado zero, dependendo da extensão decimal adotada e, ainda, o histórico de não rigor matemático dos atuais donos do poder, nada nos impede de suspeitarmos de que nosso crescimento foi negativo e não somente zero. Porém o mais importante é analisarmos como o governo está tratando do assunto. Adotar medidas para mudar o rumo é corretíssimo. Porém há que se considerar que medidas são essas. Até agora o ministro Levy (um estranho no ninho petista) somente anunciou medidas que tiram recursos dos trabalhadores, das empresas e dos investimentos, fugindo do âmago do problema que são os gastos crescentes com a manutenção da máquina governamental. No final do mandato FHC o executivo federal possui algo entre 70 e 80 mil funcionários, hoje são quase 230 mil; além de que os salários dos altos escalões subiram muito além dos índices inflacionários. Um exemplo típico é a proposta – que será discutida na próxima assembleia de acionistas – de um aumento de 13% para executivos da Petrobras, empresa que vive a maior crise de sua história.
Por outro lado, são tantos os funcionários, são tantos os cargos de mando que a máquina pública emperrou e não consegue andar, resultado da burocracia criada para justificar esses cargos. Sobrou para a iniciativa privada que tem que viver com tantas exigências e tantos procedimentos que tem que seguir. Há ainda o fato de que ninguém decide nada e o jogo de empurrar protela tudo.
Outro ponto a ser considerado é a enormidade de obras que foram iniciadas e que estão paralisadas ou quase parando. A transposição do Rio São Francisco, a Ferrovia Transnordestina, as linhas de transmissões dos parques eólicos são apenas alguns exemplos de investimentos que deveriam estar produzindo recursos, mas que, não concluídos, estão aumentando os custos.
Enquanto se contingencia os investimentos de interesse nacional, o governo federal continua gastando nossos impostos com projetos que beneficiar governos amigos. Não bastasse o perdão das dividas de ditadores africanos etc. e tal, agora quer investir R$ 60 milhões para reformar a usina térmica Rio Madeira e doa-la à Bolívia de Evo Morales. Nesse negócio dois aspectos têm que ser destacados. Primeiro, nós estamos vivendo uma crise energética sem precedentes e nada justifica gastarmos dinheiro para resolver problema de geração de energia dos outros, por mais hermanos que sejamos. Segundo, Evo Morales é aquele mesmo que mandou o exercito da Bolívia invadir as instalações da Petrobras.
 Aumentar juros, impostos, gasolina, conta de luz e outras medidas semelhantes são medidas fáceis de tomar. Difícil é conter os gastos do governo, que estão fora de qualquer controle.

Tribuna do Norte. Natal, 04 abr. 2015.

domingo, 5 de abril de 2015

O que fazer quando o seu celular fica lento?

  • 4 abril 2015
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Alguns celulares demoram até para executar as funções mais simples
O que fazer quando o celular está tão lento que demora até para realizar as tarefas mais simples, como enviar uma mensagem de texto?
Independentemente do sistema operacional do aparelho, é possível adotar algumas medidas que ajudam o celular a funcionar mais rápido.
A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, compilou algumas delas:

Apagar, apagar, apagar

Pode não ser fácil, mas apagar arquivos - fotos, vídeos, músicas, mensagens de texto e voz, longas conversas registradas no WhatsApp, downloads feitos nos últimos meses (ou anos) - é um primeiro passo para agilizar o celular.
Aplicativos que não estão sendo usados também se incluem neste grupo. Muitas vezes instalamos apps, usamos uma ou duas vezes e esquecemos deles, mas eles ocupam espaço.

Reiniciar

Outra ação simples é reiniciar o aparelho.
Se ele funciona com o sistema Android, a reiniciação pode ser feita com o mesmo botão usado para ligar e desligar.
No sistema iOS, é preciso desligar o celular pressionanto o botão no canto superior direito e voltar a ligá-lo.

Fechar apps que não estão sendo usados

Por esquecimento ou praticidade, muitas vezes deixamos os aplicativos abertos, mesmo sem usá-los.
Quando vários estão abertos, às vezes por dias ou semanas seguidas, o celular fica mais lento.
Muitos aplicativos abertos ao mesmo tempo podem deixar aparelho mais lento
Tanto nos celulares iOS como nos Android, isso pode ser corrigido com um toque na tela sobre o aplicativo a ser fechado para, então, deslizar o dedo.

Para usuários do Android

A informação armazenada na memória "cache" do celular reduz o tempo que o dispositivo necessita para cumprir uma função, porque permite ao sistema acessar essa informação com facilidade. Sendo assim, é útil para acelerar o telefone.
No entanto, há aplicativos que armazenam dados que consumem espaço no telefone - e que, em alguns casos, podem afetar o bom funcionamento deles próprios.
Para resolver esse problema, Jerry Hildenbrand, colunista do site AndroidCentral, especializado no sistema operacional do Google, recomenda:
"No caso específico de um app, a memória 'cache' é eliminada seguindo as instruções de sua página de informação. Mas também pode-se fazer uma limpeza geral pela função 'dados de cache', na seção de armazenamento do dispositivo, nas configurações", diz Hildrebrand.
Já Mark Wilson, colunista de outra publicação especializada, o AndroidPit, sugere "eliminar da tela os 'widgets' (espécie de aplicativo com funções limitadas) que não são usados com frequência".
E agrega: "Se o 'launcher' (algum dos múltiplos desenhos usados na tela principal para organizar os ícones) tiver animações e efeitos especiais, vale a pena rever sua configuração porque eles desaceleram o telefone".

Para usuários do iOS

David Price, da publicação especializada MacWorld, tem várias ideias para que os celulares Apple funcionem com rapidez:
  • Atualizar o sistema operacional sempre que possível
  • Desativar todas as funções automáticas oferecidas pelo dispositivo. Isso pode ser feito na seção de "configurações"; "iTunes e AppStore"; "apagar downloads automáticos" (isso é útil para usuários iOS7 e iOS8).
  • Uma opção mais radical é "restaurar" o telefone a partir de uma cópia do back-up da informação armazenada no aparelho. Isso se consegue com a função "restaurar o back-up" no iTunes (com base no back-up mais recente que você tiver feito no computador), quando o celular estiver conectado a um computador Mac.
Lisa Eadicicco, do site Business Insider, dá mais uma sugestão: "Trate seu iPhone como se fosse um computador. Isso quer dizer que você tem que regularmente limpar o histórico do navegador, selecionando a função 'limpeza de cookies' no Safari. Você encontra isso na seção 'configuração'."
Fonte: BBC.