sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte | Assessoria de Imprensa


Fernando Mineiro quer debater questão previdenciária no RN
 
Crédito da foto: João Gilberto

O deputado estadual Fernando Mineiro (PT) defendeu, durante sessão plenária realizada na manhã desta terça-feira (16), o debate em torno da questão previdenciária no Rio Grande do Norte. A questão foi levantada pelo parlamentar com base na mensagem de autoria do Executivo enviada à Assembleia Legislativa e que trata da reestruturação do regime próprio de previdência social no Estado. O projeto de lei foi protocolado na quinta-feira passada (11).

“A questão previdenciária é um dos debates mais ativos do mundo na atualidade. E esse projeto apresentado muda a lei de 2014 do fundo previdenciário, mas não enfrenta a questão central. É bom esclarecer que essa não é uma questão exclusiva do RN. Mas o projeto como está, não tem condições de ser aprovado por essa casa”, destacou Fernando Mineiro.

O deputado defendeu o debate para que a proposta apresentada seja modificada, com o risco de repetir o erro da proposta de 2014. “O projeto tirava o dinheiro do fundo e falava em devolução, mas não era para o mesmo fundo. Era para outro que seria criado. Esse é o grande problema do texto que chegou aqui”, alertou.

Fernando Mineiro destacou a necessidade da apresentação de mudanças por parte dos parlamentares e o reconhecimento da questão previdenciária como um problema no Rio Grande do Norte. “Meu entendimento é publico e conhecido por quem acompanha esse debate. Temos que discutir o problema e a solução. E esse projeto não enfrenta, apenas garante o uso dos recursos”, finalizou.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Policiais civis prendem ladrão que agia no Centro de Natal.

Policiais da 2ª Delegacia de Polícia Civil prenderam na manhã desta quarta-feira (17), Hudson Bezerra do Amaral, numa área conhecida como Beco do Releixo, no bairro das Rocas, zona Leste de Natal. Ele é autor de vários arrombamentos na Avenida Deodoro da Fonseca, em Natal, e foi detido com objetos proveniente dos furtos cometidos. Os policiais conseguiram prender o infrator em flagrante após um minucioso trabalho investigativo, que reuniu imagens de sistemas de videomonitoramento e informações de testemunhas e vítimas, além de provas coletadas pelo ITEP.





Foto: sesed/rn - divulgação.

A Polícia Civil pede para que a população colabore com mais informações a respeito do acusado, como o possível envolvimento do infrator em outros casos. O contato com a 2ª Delegacia de Polícia Civil pode ser feito pelos telefones 3232-1555 ou 3232-6272.


O infrator (foto) foi autuado pela prática de furto qualificado, ocorrido nesta manhã, em uma clínica que faz atendimento oncológico naquela localidade. As provas reunidas pela Polícia Civil e a confissão do assaltante foram colocados nos autos do processo.

Durante sua confissão, Hudson Bezerra do Amaral assumiu que já havia realizado pelo menos cinco arrombamentos anteriormente, tendo já passagens pelo sistema prisional. Duas outras pessoas também foram detidas na operação desta quarta-feira, suspeitas de serem receptadores dos materiais roubados por Hudson Bezerra. [Assessoria Imprensa Sesed]


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo .

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte | Assessoria de Imprensa

Publicitários do RN serão homenageados pela Assembleia
Crédito da foto: Assessoria de Comunicação
 
Profissionais que aliam criatividade a conhecimentos de comunicação e marketing, atuando para fortalecer a imagem de empresas, marcas, personalidades e também lançam ideias e produtos, os publicitários do RN serão homenageados pela Assembleia Legislativa na próxima sexta-feira (19), em sessão solene a partir das 9h30, pela passagem do seu dia, comemorado em 1 de fevereiro. A iniciativa é do deputado Gustavo Fernandes (PMDB).

“A publicidade é uma atividade de grande importância econômica e social. É por meio dela que os veículos de comunicação se mantêm e as instituições passam suas mensagens. Como publicitário, acho justo homenagear os colegas que fazem a atividade no nosso Estado ter grande destaque”, afirma o parlamentar propositor da homenagem.

De acordo com Pedro Ratts, presidente do Sinapro RN (Sindicato das Agências de Propaganda), o Rio Grande do Norte conta com 16 agências filiadas, mas o número é ainda superior. “Embora existam mais de 100 agências cadastradas no RN, estimo que cerca de 50 estejam ativas”, destaca Ratts. Os municípios de Natal, Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros, são os que concentram a maior parte das agências e profissionais.

A atividade movimenta aproximadamente R$ 70 milhões ao ano. O Estado ocupa o 4º lugar no ranking do Nordeste, ficando atrás apenas de Salvador, Pernambuco e Ceará. As agências potiguares empregam cerca de mil profissionais diretamente e três mil indiretamente, que no dia-a-dia se desdobram nas tarefas de criação, atendimento, mídia e planejamento para que seus clientes conquistem sucesso no mercado. “Somos exportadores de mão de obra. Temos profissionais em grandes agências do país e até do exterior”, afirma.

No evento, que vai acontecer no plenário da Assembleia, profissionais que se destacam no mercado publicitário potiguar serão homenageados pela Casa Legislativa. Clécios Silva, Arturo Arruda, Hugo Aranha, Pedro Ratts, Lana Mendes, Robson Medeiros, Rogério Nunes, Ricardo Rosado e Giovanni Sérgio, receberão o reconhecimento dos deputados.
 

domingo, 14 de fevereiro de 2016

CIÊNCIA - DW

O que são ondas gravitacionais e por que elas são importantes?

Cientistas comprovaram a única parte da Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, que ainda não havia sido confirmada. Entenda o que é uma onda gravitacional, que relevância ela tem e como é medida.
Simulação da deformação do espaço-tempo por corpos com massa
O que são ondas gravitacionais?
Conforme a Teoria Geral da Relatividade, do físico alemão Albert Einstein, o espaço e o tempo se fundem numa nova dimensão, o espaço-tempo.
O espaço-tempo é deformado por corpos com massa, por exemplo, como um colchão é deformado pelo corpo de uma pessoa.
Quando um corpo com massa se acelera, ele forma ondas gravitacionais, pequenas ondulações no tecido do espaço-tempo que o distorcem.
Um corpo com massa pode ser posto em movimento, ou acelerado, por um acontecimento de grande impacto, por exemplo, após a explosão de uma estrela, a fusão de dois buracos negros ou o Big Bang, a grande explosão que deu origem ao Universo.
As ondas gravitacionais se propagam à velocidade da luz. Ao contrário das ondas sonoras ou da luz, elas se propagam sem sofrer desvios – o espaço-tempo é que se altera quando elas passam.
As ondas gravitacionais foram descritas há cem anos por Einstein.
Por que a comprovação da existência delas é tão importante?
A comprovação da existência das ondas gravitacionais encerra a busca por provas de uma parte importante da teoria de Einstein, a única que ainda não havia sido provada.
A certeza de que as ondas gravitacionais de fato existem altera a compreensão que os cientistas têm do Universo, principalmente de conceitos fundamentais, como espaço, tempo e gravidade.
Se as ondas gravitacionais podem ser detectadas, isso permite ampliar os conhecimentos sobre estrelas, galáxias e buracos negros distantes, com base nas ondas por eles produzidas.
Ondas gravitacionais formadas pelo Big Bang poderiam fornecer novos conhecimentos sobre como o Universo se formou.
Indiretamente, a existência das ondas gravitacionais também amplia os indícios de que os buracos negros, que nunca foram observados, de fato existem.
Elas também permitem uma melhor compreensão da natureza da gravidade, já que, na teoria de Einstein, a gravidade é um fenômeno resultante da deformação (curvatura) do espaço-tempo por um corpo com massa.
Como os cientistas medem as ondas gravitacionais?
O observatório Ligo (Laser Interferometer Gravitational Wave Observatory), nos Estados Unidos, foi fundado em 1992 e fracassou nas suas primeiras tentativas de comprovar a existência das ondas gravitacionais.
A tecnologia mais recente, porém, é quatro vezes mais sensível do que as anteriores e pode comprovar ao menos alguns tipos de ondas gravitacionais, aquelas mais comuns.
A tecnologia do Ligo consiste de dois detectores ultrassensíveis, distantes cerca de 3 mil quilômetros um do outro. Um fica em Livingston, no estado da Luisiana, e o outro, em Hanford, Washington.
Os dois observatórios possuem dois túneis idênticos, em forma de L, com quatro quilômetros de comprimento cada um.
Os pesquisadores enviam, ao mesmo tempo, um raio laser em cada um dos túneis. Os raios batem no final do túnel e retornam ao ponto de início. Se, ao se encontrarem, as cristas e os vales das ondas do raio laser se anularem, é porque nenhuma deformação do espaço-tempo (ou seja, nenhuma onda gravitacional) pôde ser medida.
Se, porém, as cristas e os vales das ondas do raio laser não se anularem, é porque o espaço-tempo foi deformado por uma onda gravitacional (na prática, os túneis ficaram mais longos ou mais curtos durante a passagem da onda gravitacional, já que o espaço-tempo foi deformado).
Essa deformação é a comprovação da existência da onda gravitacional.
A existência de dois observatórios permite aos cientistas comparar informações, como horário e direção de uma onda gravitacional.
O Ligo não é o único observatório capaz de medir ondas gravitacionais. Em todo o mundo há mais de 70 organizações capazes de fazê-lo.
Por que demorou tanto para se comprovar a existência delas?
Basicamente porque elas são muito difíceis de serem medidas, pois, quando chegam até a Terra, a amplitude delas já é muito reduzida – menor do que o núcleo de um átomo. Assim, são necessários detectores muito sensíveis para medi-las.
O próprio Einstein duvidava que seria possível comprovar a existência das ondas gravitacionais por elas serem muito pequenas ao chegarem à Terra.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Mais assaltos em Candelária.

Quando fugiam numa motocicleta de placa MNO.9287- Bom Jesus/RN, sem registro de roubo, dois assaltantes foram ao chão da rua Raposo Câmara, às 17h10m de hoje, após colidirem com um carro que descia a rua Marques de Pombal. Os dois rapazes estavam armados e a moto trafegava em alta velocidade quando colidiu com o o pneu dianteiro lado direito do carro, derrubando os ladrões. Após a queda, os ladrões abandonaram a moto, um capacete e sandálias. Uma testemunha notou que um estava armado com revólver, quando fugiram em direção a avenida Prudente de Morais, a pé. São jovens com menos 20 e um usava camisa cor goiaba. Um moreno e outro branco, fortes e boa de aparência.A PM foi chamada e está fazendo diligências neste momento.

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Presidente da Assembleia promulga lei que institui Boletim Legislativo Eletrônico
Crédito da foto: Assessoria de Comunicação
 
Com o objetivo de proporcionar mais transparência, modernidade e rapidez, o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Ezequiel Ferreira (PMDB), promulgou a lei que institui o Boletim Legislativo Eletrônico como veículo oficial de comunicação da Casa.

“O Boletim Legislativo Eletrônico traz várias vantagens à Assembleia Legislativa, sobretudo na autenticidade das informações e na economia proporcionada pela utilização desta nova ferramenta”, disse Ezequiel Ferreira.

O procurador-geral da Casa, o advogado Washington Alves de Fontes destacou a economia que a medida vai proporcionar. “Em caráter oficial, o Boletim Eletrônico vai substituir qualquer outro meio e publicação oficial, para quaisquer efeitos legais, à exceção dos casos que, por lei, exigem intimação ou vista pessoal e será veiculado gratuitamente no site do Poder Legislativo, além de gerar uma economia de R$ 1 milhão”, disse.

Após 60 dias da publicação desta lei, os atos administrativos serão divulgados somente por meio do Boletim Legislativo Eletrônico. Já os atos legislativos serão publicados pelas formas impressa e eletrônica até o dia 30 de junho de 2016.

A implantação do Boletim Legislativo Eletrônico faz parte das metas propostas pelo Planejamento Estratégico que vem sendo implantado na Casa.

 

Um cadáver na porta da casa do comendador.

Uma Rosa Vermelha
Tomislav R. Femenick


Bigode farto, porém bem aparado, pouco mais de 50 anos, casado e pai de dois filhos. Era proprietário e fazendeiro – possui 20 casas alugadas, uma fazenda com algumas dezenas de cabeças de gado zebu e plantava e colhia milho e feijão. Embora seu nome fosse José Ignácio Tavares de Oliveira, todo mundo só o chamava de comendador Taveira. Comendador porque certo dia, há alguns anos, comprou de um caixeiro viajante, que se dizia representante no Brasil de uma tal Ordem de São Crispiniano Victor, da cidade Lucca, na Itália, o título de Comendador, no grau de Oficial. O vendedor explicou que era costume entre os comendadores, como entre os Papas, depois de escolhidos adotarem um novo nome. Na cidade houve alguém que dissesse que tinha sido mesmo erro de datilografia. Por erro ou por propósito, era assim que estava escrito no diploma pendurado na parede da sala de visitas de sua casa.

Oito e meia da noite do dia 8 de dezembro. Estavam, o comendador e sua esposa, Dona Perpétua, jantando, quando lá fora na rua, em frente à sua casa, vozes acaloradas se fizeram ouvir. Depois, bateram fortemente em sua porta. Zangado, ainda com o guardanapo na mão, o dono da casa foi atender aos impertinentes. Mas eram seus vizinhos, que lhe mostraram o causa de tanto alvoroço: um caixão de defunto de pobre, com uma mulher morta e nua, estava na calçada do Comendador. Jovem, branca, cabelos claros com mechas louras, unhas pintadas e uma rosa vermelha com folhas verde tatuada no ventre, à direita e um pouco abaixo do umbigo. Pela delicadeza das mãos, via-se logo que não era gente de trabalhar no pesado.

A primeira reação do comendador foi chamar o sargento Aderaldo, chefe da delegacia de polícia, que ficava na cidade vizinha. Depois, olhando mais detalhadamente para a defunta, mudou de ideia. Achou a moça muito parecida com uma das afilhadas de sua amiga Dona Maria Boa, que sempre lhe arranjava companhia quando ia à capital tratar dos seus negócios. Parecia até com a que lhe acompanhou na última visita, no mês passado.

Sendo assim, pensou, seria melhor averiguar um pouco, antes de qualquer decisão. Então resolveu mandar chamar seu compadre Pedro Lisboa, recentemente nomeado juiz de paz do lugar e também frequentador da casa de Dona Maria. Tão logo ele chegou, afastou os curiosos e olhou o cadáver. Então os dois ficaram confabulando em voz baixa. O comendador abria os braços, baixava e subia a cabeça; o juiz abanada a cabeça de um lado para outro e passava os dedos entre cabelos brancos. O povo só ouviu umas poucas frases, entre elas “E se for? O que vou dizer a minha esposa e patroa?”.

Pronto, o rebu estava armado. Espalhou-se pela cidade a notícia que o Comendador conhecia a morta. Havia uma versão de que ela era parenta de Dona Perpétua. Outra dizia que era uma filha bastarda do Taveira. Se a cidade já estava toda acordada comentando o fato, agora estava pegando fogo. Logo ele, com aquele bigodão e aquela pose de homem sério?

Estavam todos nessa agitação e nesse diz-que-diz, quando um carro preto chegou em alta velocidade e parou em frente à casa do Comendador. Desceram dois homens, que se identificaram como funcionários de uma funerária e esclareceram o mistério: a morta era uma turista do sul que morreu afogada tomando banho numa praia de nudistas. Eles a estavam levando para o Instituto Médico Legal da capital quando a porta de trás do carro se abril e, como estavam com o rádio ligado ouvindo uma partida de futebol, não ouviram quando o caixão caiu.


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

BRASIL Deutsch Welle

Brasil tem 21 das 50 cidades mais violentas do mundo

Estudo revela que as cidades brasileiras correspondem a quase a metade das relacionadas no ranking mundial, liderado pela capital venezuelana, Caracas. No Brasil, Fortaleza e Natal são as mais perigosas.
Symbolbild - Brasilien Razzia Slum Polizei 2
Um estudo anual realizado pela ONG mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e a Justiça Penal relaciona 21 cidades brasileiras entre as 50 mais violentas em todo o mundo em 2015.
No primeiro lugar do ranking, que analisa cidades com mais de 300 mil habitantes e foi divulgado nesta semana, está a capital venezuelana Caracas, com índice de 119,87 homicídios dolosos por cada 100 mil pessoas.
San Pedro Sula, em Honduras, que ocupava o primeiro lugar por quatro anos seguidos, conseguiu reduzir o número de homicídios e passou para o segundo lugar, com índice de 111,03. San Salvador, capital de El Salvador, ficou em terceiro (108,54), seguido de Acapulco, no México (104,73).
Além das 21 cidades brasileiras relacionadas no ranking, estão oito venezuelanas, cinco mexicanas, quatro sul-africanas, quatro americanas, três colombianas e duas hondurenhas. El Salvador, Guatemala e Jamaica aparecem com uma cidade cada.
Em comparação ao ranking do ano anterior, oito cidades deixaram de figurar entre as mais violentas, entre elas Belo Horizonte, a colombiana Medelín e a mexicana Juárez. O México, que chegou a ter 12 cidades relacionadas no estudo de 2011, aparece na relação de 2015 com cinco.
Entre as cidades que entraram na listagem do ano passado estão as brasileiras Campos dos Goytacazes, Feira de Santana e Vitória da Conquista, além da sul-africana Johanesburgo e outras quatro venezuelanas. A América Latina domina o ranking, com 41 cidades.
Entre as brasileiras, a primeira no ranking é Fortaleza, em 12º lugar, seguida de Natal, em 13º, Salvador e região metropolitana, em 14º, e João Pessoa (conurbação), em 16º.
Em seguida, aparecem Maceió (18º lugar), São Luís (21º), Cuiabá (22º), Manaus (23º), Belém (26º), Goiânia e Aparecida de Goiânia (29º), Teresina (30º), Vitória (31º), Recife (37º), Aracaju (38º), Campina Grande (40º), Porto Alegre (43º), Curitiba (44º) e Macapá (48º).
Somadas todas as 50 cidades, a média dos índices de assassinatos dolosos por cada 100 mil habitantes é de 53,08 (41.338 homicídios dolosos entre 77.878.896 habitantes). Apenas as primeiras 20 cidades relacionadas superam essa média.
Apesar de o Brasil superar a Venezuela em quantidade de cidades no ranking, o nível de violência no país vizinho é maior. O índice de homicídios no Brasil é de 46,31 por cada 100 mil habitantes, enquanto nas cidades venezuelanas é de 74,65.
Abaixo, a relação completa das cidades mais violentas em todo o mundo em 2015. Foram excluídos países que vivem “conflitos bélicos abertos”, como Síria e Iraque.
1° - Caracas (Venezuela) – 119,87 homicídios/100 mil habitantes
2° - San Pedro Sula (Honduras) – 111,03
3° - San Salvador (El Salvador) – 108,54
4° - Acapulco (México) – 104,73
5° - Maturín (Venezuela) – 86,45
6° - Distrito Central (Honduras) – 73,51
7° - Valencia (Venezuela) – 72,31
8° - Palmira (Colômbia) – 70,88
9° - Cidade do Cabo (África do Sul) – 65,53
10° - Cali (Colômbia) – 64,27
11° - Ciudad Guayana (Venezuela) – 62,33
12° - Fortaleza (Brasil) – 60,77
13° - Natal (Brasil) – 60,66
14° - Salvador e região metropolitana (Brasil) – 60,63
15° - St. Louis (Estados Unidos) – 59,23
16° - João Pessoa; conurbação (Brasil) – 58,40
17° - Culiacán (México) – 56,09
18° - Maceió (Brasil) – 55,63
19° - Baltimore (Estados Unidos) – 54,98
20° - Barquisimeto (Venezuela) – 54,96
21° - São Luís (Brasil) – 53,05
22° - Cuiabá (Brasil) – 48,52
23° - Manaus (Brasil) – 47,87

24° - Cumaná (Venezuela) – 47,77
25° - Guatemala (Guatemala) – 47,17
26° - Belém (Brasil) – 45,83
27° - Feira de Santana (Brasil) – 45,50

28° - Detroit (Estados Unidos) – 43,89
29° - Goiânia e Aparecida de Goiânia (Brasil) – 43,38
30° - Teresina (Brasil) – 42,64
31° - Vitória (Brasil) – 41,99

32° - Nova Orleans (Estados Unidos) – 41,44
33° - Kingston (Jamaica) – 41,14
34° - Gran Barcelona (Venezuela) – 40,08
35° - Tijuana (México) – 39,09
36° - Vitória da Conquista (Brasil) – 38,46
37° - Recife (Brasil) – 38,12
38° - Aracaju (Brasil) – 37,70
39° - Campos dos Goytacazes (Brasil) – 36,16
40° - Campina Grande (Brasil) – 36,04

41° - Durban (África do Sul) – 35,93
42° - Nelson Mandela Bay (África do Sul) – 35,85
43° - Porto Alegre (Brasil) – 34,73
44° - Curitiba (Brasil) – 34,71

45° - Pereira (Colômbia) – 32,58
46° - Victoria (México) – 30,50
47° - Johanesburgo (África do Sul) – 30,31
48° - Macapá (Brasil) – 30,25
49° - Maracaibo (Venezuela) – 28,85
50° - Obregón (México) – 28,29

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Crise política derruba Brasil para sua pior posição em ranking de qualidade democrática

  • Há 7 horas
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Foto: ThinkstockImage copyrightThinkstock
Image caption'Não me lembro de ter visto atmosfera tão pessimista no Brasil', diz autor do estudo

A crise política envolvendo o escândalo de corrupção na Petrobras e a tramitação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, bem como o pessimismo nacional com o cenário político, fizeram com que o Brasil caísse para sua pior posição em um ranking da Economist Intelligence Unit (EIU) sobre a "qualidade democrática" de 167 países.
A 10ª edição do estudo, publicado pela empresa de análise e consultoria pertencente ao grupo da revista The Economist, traz o Brasil em 51º lugar, sete postos abaixo de sua melhor posição, ocupada entre 2013 e 2015.
O Brasil se encaixou na categoria de "democracia falha" e ficou atrás de diversos vizinhos latino-americanos, de países africanos e mesmo do Timor Leste, nação asiática que se tornou independente da Indonésia há apenas 14 anos.
A nota dada pelo ranking à democracia brasileira caiu de 7,38 em 2014 para 6,96 (de um máximo de 10) no ano passado.
Além das análises de especialistas, houve pesquisas de opinião pública para medir os níveis de satisfação do público com a política. E, de acordo com Rodrigo Aguilera, analista de América Latina da EIU, as respostas dadas pelos entrevistados no Brasil foram marcadas pelo desânimo.
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'Fraqueza'

"Estou envolvido com o estudo há oito anos e não me lembro de ter visto uma atmosfera tão pessimista no Brasil. Os dados são muito ruins", disse Aguilera à BBC Brasil.
Sob o título de A Democracia em Tempos de Ansiedade, o estudo levou em conta um grupo de cinco fatores para determinar a classificação dos países: processo eleitoral e pluralismo, liberdades civis, funcionalidade governamental, participação política e cultura política.
Com base nos pontos em cada quesito, os países foram classificados como "democracias completas", "democracias falhas", "regimes híbridos" e "regimes autoritários".
"Democracias falhas" seriam países que, apesar de terem eleições livres e respeito às liberdades civis básicas, apresentam o que os autores do estudo classificam como "fraquezas significativas" em outros aspectos da democracia - problemas de governança e de cultura política, assim como baixos índices de participação política da população.
"O problema do Brasil não é uma questão de eleições livres e com credibilidade, mas sim um quadro em que as pessoas parecem ter perdido a fé no voto como forma de combater a corrupção. É isso que chamamos de uma democracia falha", diz Aguilera.

Pontuação

O Brasil recebeu sua pior nota justamente no quesito de cultura política (3,75 de um máximo de 10, uma pontuação influenciada por uma metodologia que desconta pontos de nações em que o voto é compulsório). A maior nota do país foi em processo eleitoral (9,75).
Mas ficou atrás, por exemplo, de Ilhas Maurício, Uruguai, Costa Rica, Botsuana, Chile, Taiwan e Argentina. O Uruguai foi a única nação sul-americana a aparecer na categoria de "democracia completa".
Diversos outros países apareceram como "democracias falhas": a classificação foi aplicada a nações que obtiveram menos que média 8 no ranking - no caso, os que ficaram colocados entre a 21ª (Itália) e 79ª (Montenegro) posições da lista.
O Brasil foi citado especificamente pela Economist Intelligence Unit por causa da crise política detonada pelo escândalo de corrupção da Petrobras e a abertura do pedido de impeachment de Dilma Rousseff.
O estudo alerta que as populações na América Latina historicamente toleraram níveis menores de democracia em troca de progresso econômico. "Mas como essa troca não é mais possível, as atitudes públicas contra os líderes políticos serão cada vez mais hostis", diz o texto.
Aguilera, porém, acredita que os recentes desdobramentos da operação Lava Jato, em especial a prisão de políticos e empresários, poderão restaurar um pouco da confiança da população. "O Brasil está fazendo um trabalho melhor que o México, por exemplo. E não creio que a situação possa ficar pior do que está".
De acordo com a classificação da EIU, mais de um terço da população mundial (2,6 bilhões de pessoas) vive sob algum tipo de ditadura e apenas 8,9% da população mundial vive em "democracias completas".
Os países com a melhor pontuação - e, portanto, as democracias consideradas mais completas - são os países nórdicos Noruega, Islândia e Suécia. Os piores colocados no ranking são Chade, Síria e Coreia do Norte.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Quebra quebra em Parelhas. Cantor temeu calote.

Fonte: blog de braganeto.com - Solânea/PB.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Cantor Amado Batista não aparece em Show porque não pagaram adiantado e público quebra tudo o que vê na frente dentro do Clube


Conforme matéria divulgada pelo Portal G1 e compartilhada pelo Focando a Notícia, um show do cantor Amado Batista que estava previsto para acontecer no último sábado dia (16), na cidade de Parelhas, no Rio Grande do Norte, foi cancelado e gerou um quebra-quebra da gota no Clube Acampar. 
De acordo com a diretora do clube, Rejane Assis, o público se revoltou quando foi anunciado que Amado Batista não se apresentaria. “Quebraram os banheiros, a entrada, lustres, roletas, tudo o que viam pela frente, além roubarem as mesas e cadeiras do clube”, disse ela. 
A matéria do G1 conta também que o motivo do fuzuê foi porque o cantor amado das mulheres, não recebeu o valor total do cachê.
Segundo Rejane, o clube foi locado para a empresa MA Entretenimento, ao custo de R$ 1.500. A casa tem capacidade para seis mil pessoas, mas, segundo ela, apenas 1.500 estavam no local na noite do sábado. 
Os shows de abertura de Marcílio Anderson e Forró dos Balas, também marcados para a mesma noite, aconteceram normalmente, mas Amado Batista, segundo Rejane, não se apresentou porque não recebeu o valor total do cachê. 
“O que a gente soube é que foi pago 50% do cachê e como não pagaram o restante o cantor não se apresentou. O show é responsabilidade da empresa que alugou o clube. Nós só fizemos a locação”, disse a diretora administrativa do local..

A rua da minha infância.

Por Augusto Coelho Leal*
Passo na rua da minha infância lembra-me do poeta. “Quando passo por aqui/ Saudade bate aqui dentro/ Momentos felizes que vivi/ Imagens perdidas pelo tempo.” Passo ligeiro, as recordações são grandes, existem lembranças tristes de pessoas amigas que moravam na rua ou adjacências. Lembro-me de mamãe, papai, minha irmã Niris, meu cunhado Raimundo Jovino, meus amigos Aldacir e Aldemir Vilar, João (Joca) e Eduardo Rodrigues, Duda e Mário Moura, Ivan Leite, Carlinhos Dumaresq, Marcio Marinho, Álcio Suassuna, João Bosco e outros que não recordo

A rua da minha infância, é a continuação da Rua Ulisses Caldas, começa na Av. Deodoro e termina na Av. Hermes da Fonseca, perpendicular a capela do colégio Maria Auxiliadora.
Quando chegamos lá para morar, a rua não era calçada nem pavimentada, piso do solo natural, areia e argila. No inverno tinham trechos que se formavam lagoas que a gente ia brincar soltando pequenos barcos, feitos de folhas de papel ou com os sapos, que fez por outra apareciam.
Jogava-se futebol no meio das ruas, e até mesmo depois de calçadas com paralelepípedos, ainda assim não abandonamos as peladas nas calçadas.

A Rua Moçoró era o ponto de encontro da “galera”. Nessa época dividida em turmas, então da Rua Otávio Lamartine até a Rua Assú e tendo como limite as Avenidas Deodoro e Hermes da Fonseca toda meninada/rapaziada que morava neste retângulo, ia para as reuniões na Rua Moçoró.

Lembro-me de alguns moradores ilustres, Seu Madruga, Aristófanes Fernandes, Senhor Rochinha, Dante de Melo Lima, Aderbal de França, Djalma Marinho, Eider Furtado, Aderson Eloy, José Barbosa de Farias, Cloro Leal, Olímpio Procópio, Iderval Medeiros, Paulo Sobral, Antonio Justino Bezerra, José Emerenciano, Francisco Maia, João Rodrigues, José Procópio, Alexis Reis, Paulo Brandão, Chico Lafayete e outros que a memória não ajuda no momento.

Coisas do passado, não havia quase veículos circulando pelas ruas, além do futebol jogado na rua, brincávamos de tica, bandeirinha, esconde esconde, pega ladrão, bolas de gude e muito outros. Na rua tinha tantos terrenos baldios que a noite a brincadeira era pegar vaga-lumes e colocar dentro de um pequeno depósito de vidro, para ver eles piscando a noite.

*Texto publicado em post da página do Jornal Zona Sul 



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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 1/17/2016 08:22:00 AM

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Foram alteradas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite. Também não será mais necessária a terceira dose da vacina de HPV.

Os postos de saúde de todo o país já estão com novo calendário de vacinação para 2016. Estão sendo alteradas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite e o número e doses da vacina de HPV, que não será mais necessária a terceira dose. As mulheres vivendo com HIV entre de 9 a 26 anos devem continuar recebendo o esquema de três doses. 

As mudanças, realizadas pelo Ministério da Saúde, começaram a valer a partir dessa segunda-feira (04). [Portal Saúde > Saiba mais]


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 1/07/2016 12:40:00 PM

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

O sistema financeiro merece impeachment já!


Por Ceci Juruá | Rio de Janeiro, dezembro de 2015

Em brilhante conferencia[1] apresentada durante o  3º. Encontro Nacional  da CNTU[2], em dezembro deste ano,  o prof. Ladislau Dowbor defendeu o ponto de vista que os intermediários financeiros são, na atualidade, meros atravessadores. A economia brasileira para, e está parando segundo Dowbor, porque o sistema de intermediação financeira trava os três motores da economia: a produção a cargo dos empresários, a demanda das famílias e os investimentos públicos.
Tais questões ficariam muito claras, explica Dowbor, se dispuséssemos no Brasil de um fluxo financeiro integrado. Como este fluxo não existe, tem sido difícil quantificar os efeitos da ação dos bancos sobre os distintos setores da economia real.  Valendo-se de alguns exercícios, a partir das estatísticas disponíveis, Dowbor afirma, por exemplo:
“Abstraindo a divida pública, os bancos se apropriam de uma carga de juros anuais de R$ 880 bilhões, 15,4% do PIB. Uma massa de recursos deste porte transforma a economia (…) esterilizando a dinamização da economia pelo lado da demanda (…)  a parte da renda familiar que vai para o pagamento das dívidas passou de 19,3% em 2005 para 46,5% em 2015.”
Além de travar a demanda das famílias, os juros extorsivos cobrados pelos bancos no Brasil impedem que os empresários privados recorram ao crédito. Em média, explica Dowbor, os juros são de 24% para capital de giro, 35% para desconto de duplicatas. Enquanto isto, “na zona euro o custo médio para pessoa jurídica é de 2,20% ao ano.”
Os resultados macroeconômicos fornecidos pelo IBGE[3] confirmam a percepção do ilustre professor da USP[4]. Em média, durante os últimos 20 anos, a repartição da renda interna bruta, gerada no processo econômico, privilegiou o capital, capaz de se apropriar de um percentual que oscila em torno de 40% desta renda. Outro tanto vai para os trabalhadores. O restante entre 15% e 20% fica com o governo, incluídos nesta parcela os benefícios da previdência social pública.
Em grandes linhas, os números da macroeconomia expõem o drama do subdesenvolvimento e da concentração de renda que o caracteriza: 5% da população, empresários e rentistas, absorvem parcela da renda nacional idêntica à que sustenta 95% da população brasileira. Além disso, estes mesmos 5%, privilegiados no processo produtivo, são capazes de um comportamento que pode ser visto como indigno,  pois transferem para seus clientes, empregados e fornecedores, impostos diretos que deveriam ser de sua responsabilidade, caso do IPTU e ITR, do IPVA dos veículos luxuosos que os servem em suas empresas e, geralmente, do próprio Imposto de Renda que incide sobre ganhos empresariais. Estes impostos, diretos, deveriam constituir instrumentos de redistribuição de renda à disposição dos governos. Aqui, no entanto, eles se prestam a um novo mecanismo de extorsão, não-legal, da renda das famílias.
Também é de conhecimento público que a classe empresarial brasileira, assumindo postura de cúmplice da financeirização e do rentismo, que privilegiam particularmente bancos e atores financeiros mas também as grandes empresas, ousam uma campanha sórdida contra os trabalhadores, quando afirmam que o orçamento fiscal não suporta a democracia. Querem na verdade reduzir salários e direitos dos trabalhadores, em particular as transferências que o Governo faz para extirpar a fome e a miséria, caso do Bolsa Família. Querem também liquidar a previdência pública e deixá-la a reboque de planos privados que sugam mais dinheiro da renda familiar e o transferem ao sistema bancário.
Lideram por isto uma campanha feroz contra a atual presidente da República e contra os partidos que, com erros e acertos, vem procurando mitigar os efeitos perversos do neoliberalismo aqui reinstalado na década de 1990.  Como oligarquia, a ação anti-democrática dos plutocratas dispõe de amplo apoio nas camadas mais bem pagas da burocracia, Judiciário e Legislativo. Apoio amplo, mas não generalizado. Ainda hoje, a maioria de juízes e magistrados, de políticos, prefeitos e governadores, não se curvou às exigências da minoria que gostaria de reintroduzir no Brasil a escravidão e o sistema de agregados da “casa grande”.
Por isto é necessário um golpe, um golpe de Estado que reponha no poder senhores e vassalos da financeirização e do rentismo. Em lugar de apontar a causa real da estagnação da economia brasileira, como o faz brilhantemente o prof. Ladislau Dowbor[5], seus intelectuais orgânicos apontam como inimigos da nação a Constituição Cidadã, os direitos sociais e trabalhistas e os governantes que os respeitam.
Não passarão! Mas é preciso que o povo nas ruas e nas tribunas democráticas imponha agora e já: IMPEACHMENT PARA O SISTEMA FINANCEIRO! DEVOLVAM ÀS FAMÍLIAS DOS TRABALHADORES BRASILEIROS OS RESULTADOS DE UMA PILHAGEM QUE JÁ DURA 25 ANOS!
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Ceci Juruá é economista, doutora em políticas públicas, membro do Forum 21, do Conselho Consultivo da CNTU e da diretoria do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos/IBEP.

[1] Ladislau Dowbor. Resgatando o potencial financeiro do Brasil.  Outubro de 2015.
[2] Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados
[3] Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
[4] Universidade Federal de São Paulo
[5] Seus livros e textos estão todos disponibilizados gratuitamente em seu blog.