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O filme ANATÁLIA ALVES - Filha deste Solo pretende mostrar um pouco da vida de uma revolucionária que foi torturada e morta nas dependências do DOI-CODI, em Recife/PE, em Janeiro de 1973.
Através de depoimentos dos que conviveram com ela, o...Ver mais
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Emmanuel Vive - Retorno dos Restos Mortais de Emmanuel Bezerra dos Santos
http://youtu.be/dhTKZ7oXgvE- Ficha do DOPS/RN de José Silton Pinheiro.http://www.dhnet.org.br/verdade/rn/combatentes/silton/index.htm
- José Silton Pinheiro
Livro "Dos Filhos deste Solo"
DADOS PESSOAIS
Nasceu em 31 de maio de 1948 no sítio Pium de Cima, município de São José de Mipibu, Rio Grande do Norte, filho de Milton Gomes Pinheiro e Severina Gomes Pinheiro.
ATIVIDADES
Silton viveu até 06 anos de idade no sítio onde nasceu. Depois transferiu-se para a cidade de Monte Alegre, na qual ficou até completar 10 anos de idade. A partir daí radicou-se na capital, Natal. O curso primário foi concluído no Instituto Sagrada Família. Terminou o curso ginasial no Colégio Santo Antonio, dos Irmãos Maristas, em 1966. Iniciou o curso clássico no Colégio Estadual Padre Miguelinho, finalizando-o no Atheneu Norteriograndense. Em 1964, começa sua militância política no movimento estudantil, tendo sido eleito presidente do Diretório Marista de Natal, que logo depois do golpe militar passou a ser denominado Grêmio Marista de Natal. Jovem cheio de alegria, senso de humor e com grande facilidade de fazer amigos, tinha carinho especial pelas crianças. Em 1970, ingressa na Faculdade de Pedagogia da UFRN. Neste mesmo ano incorpora-se ao Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR ). Em função da perseguição política movida pela ditadura militar em 1972 é obrigado a entrar na clandestinidade. Silton é deslocado para Recife/PE e posteriormente para o Rio de Janeiro, onde continua sua atividade política dentro do partido.
CIRCUNSTÂNCIAS DA PRISÃO E MORTE
Foi morto, sob torturas, no dia 29 de dezembro de 1972, juntamente com os seus companheiros de partido: Fernando Augusto da Fonseca, Getúlio Oliveira Cabral e José Bartolomeu de Souza, no Rio de Janeiro. Foi montado pela repressão política um "teatrinho" para justificar a morte dos jovens revolucionários, como se tivesse ocorrida em tiroteio com os agentes da ditadura. Seu corpo foi encontrado totalmente carbonizado, num automóvel Volkswagem à rua Grajaú, no. 321. Obviamente os corpos estavam nesse estado com o fim de ocultar as marcas das sevícias a que foram submetidos. No verso de sua Certidão de Óbito firmada pelo legista da repressão Roberto Blanco dos Santos, foi colocada a frase: "Inimigo da pátria" (terrorista), revelando o ódio dos seus algozes para com ele. Seu corpo foi sepultado no cemitério de Ricardo Albuquerque, em 06 de fevereiro de 1973, na cova no. 22.706, quadra 21.
SITUAÇÃO ATUAL
Em 20 de março de 1978, seus restos mortais foram transferidos para um ossário geral e em 1980\1981 foram para uma vala clandestina, junto com 2.000 ossadas de indigentes. No contexto da Lei no. 9140\95, sua família está buscando o reconhecimento oficial da responsabilidade da União pela morte de José Silton Pinheiro. - Ficha do DOPS/RN de Eider Toscano de Moura. Mais dados emhttp://www.dhnet.org.br/verdade/rn/combatentes/eidermoura/index.htm
- Eider Toscano de Moura, ficha do DOPS/RN. Foi meu professor no curso de economia, em 1976. Tive contatos com ele através de uma grande amiga, a professora Lindalva Taveira Maciel, de Santos Reis
http://www.dhnet.org.br/verdade/rn/combatentes/eidermoura/index.htm
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Registros sobre dois mortos sob torturas: Anatália Alves e José Silton.
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