quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


Dirceu defende o legado de Lula e da  Revolução de 30


É função  do PT defender o legado de Lula, mas também da Revolução de 30, dos movimentos progressistas da nossa história, o Tenentismo, os Revolucionários de 1924, a Era Vargas, os que lutaram pelas Reformas de Base, os que resistiram ao golpe ditatorial de 1964.” A função do PT é defender o Brasil e o povo brasileiro, sua história de luta, suas conquistas. E é por isso que estamos aqui defendendo o legado de Lula e toda esta trajetória. De cabeça erguida, de pé”.

Este foi um dos momentos mais  empolgantes do pronunciamento do ex-Ministro José Dirceu, em ato denominado “Em defesa do legado de Lula”, que abarrotou completamente o auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal, nesta terça-feira. Na mesa, o presidente da Câmara Distrital, Deputado Wasny De Roure, do PT,  o senador Suplicy e vários deputados federais, além do diretor da Cut, Jacy Afonso, e  do Chefe da Casa Civil do Governo Agnello, Swendenber Barbosa,  juntamente com outros secretários do GDF. Na platéia uma militância composta por petistas, sindicalistas, movimentos sociais como o  MST ,  profissionais de mídia   -   o evento foi aberto à imprensa  -  além dos Embaixadores Maximilien Alverlaiz, da Venezuela, do Samuel Pinheiro Guimarães, ex-ministro de Assuntos Estratégicos do Governo Lula. Na mesa também estava um membro da juventude do PT, que também fez uso da palavra, anunciando que foi protocolada uma representação na OEA contra o STF, “em razão da condenação  sem provas de cidadãos brasileiros”.  Pertencente à corrente interna O Trabalho, o jovem não fez qualquer crítica que culpasse a política de alianças  -  defendida por Lula e Dirceu  -   como a causa da crise apelidada de mensalão. Certamente, não seria uma crítica bem recebida, até porque Dirceu, um dos articuladores da política de alianças, lembrou e homenageou seguidas vezes o vice-presidente José Alencar, como prova do acerto desta política tática que viabilizou a chegada de Lula ao Palácio do Planalto;

Dirceu não  concentrou seu discurso em hostilizar o STF, ao contrário, fez um balanço das conquistas alcançadas pelo governo Lula, com destaque para os programas sociais, como o Bolsa Família, que reduziram a miséria, para a política de valorização do salário mínimo, a expansão do trabalho formal com milhões de novas contratações  e a ampliação do mercado interno. Falou ainda dos  investimentos em saúde e educação , que, conforme frisou, permitiram aos pobres e negros o ingresso na universidade e também o acesso ao tratamento dentário  como o programa Brasil Sorridente. Fez destaque também à política externa,  mencionando o fortalecimento do Mercosul com o ingresso da Venezuela e, proximamente, da Bolívia e do Equador.

Não somos continuidade de FHC

“Não tem o menor sentido  afirmar que o governo Lula é  uma continuidade do governo FHC porque teria usado os mesmos instrumentos “ ,  protestou, argumentando que desde o primeiro momento Lula, representando toda uma história de lutas do PT, colocou como prioridade  os interesses do povo.  “Hoje o povo brasileiro está do lado de dentro do Brasil, recuperou sua autoestima, tem orgulho de ser brasileiro. A diferença é que os pobres não apenas votam, como estão governando”, disse. Dirceu lembrou que FHC praticamente quebrou o país, multiplicando a dívida pública, entregando patrimônio conquistado ao longo da história pelo povo e “foi ao FMI de pires nas mãos, pois tinha torrado toda a reserva externa”, apontou,  lembrando que Lula, ao contrário,  fortaleceu os bancos públicos, colocou o BNDES como instrumento de financiamento da produção, e democratizou o crédito, assinalando que esta foi a resposta brasileira  à crise internacional.

Um movimento sólido

“Nós apenas iniciamos um processo de transformações sociais no Brasil e para dar continuidade é preciso um movimento de massas sólido, capaz de dar sustentação a essas mudanças, pois há ainda muito caminho a percorrer. “,disse ele,  lembrando que o PT ainda não tem maioria e ,em razão disso deve manter a política de alianças, até porque, como disse, por menor que sejam os partidos, eles representam alguma característica da sociedade brasileira, tão diversa e tão plural.   Ao elencar as  metas que ainda precisariam, segundo sua visão, ser alcançadas, mencionou, entre outras,  a eliminação do déficit habitacional, a redução da dependência tecnológica, a redução do custo de produção ,  o aumento da massa salarial para pelo menos 60 por cento da renda nacional.  O ex-Ministro de Lula também rejeitou as críticas constantes feitas pela oposição e pela mídia acusando os governos do PT de corrupção, lembrando que são exatamente os que falam de desvios nas campanhas eleitorais os que não querem a reforma política, muito menos o financiamento público exclusivo de campanhas eleitorais.

E preciso se preparar politicamente

Ele finalizou lembrando que todas as ações da oposição destinam-se a impedir a continuidade deste projeto de mudanças, e entre essas ações citou as campanhas midiáticas e a Ação Penal 470, julgada pelo STF. “Não são fatos isolados, a oposição quer impedir a continuidade de um rumo de mudanças que  está  percebido e apoiado pelo povo brasileiro”,  disse ele, convocando os militantes, os movimentos sociais e não apenas os petistas, para defender o rumo que o Brasil conquistou, com democracia e soberania, conforme destacou. Nesta altura, previu que outras ações da oposição serão realizadas e que é preciso estar politicamente preparado para elas, sinalizando que para sustentar este curso de transformações que deve continuar, representando o legado não apenas de Lula , mas de todos os movimentos de cunho progressista da história brasileira,  insistiu :” temos que ter um movimento de massas sólido, forte, amplo, que dê sustentação a essas transformações sociais  e garanta a sua continuidade em favor do povo brasileiro, eliminando a miséria e  assegurando a soberania do Brasil.”, concluiu.

Beto Almeida

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Jornalistas conhecerão as àreas mais secas do RN.


Expedição Retratos da Seca mobiliza Federação da Agricultura
 
Foto: Divulgação
Nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro, a Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern) irá promover uma caravana aos territórios mais afetados pela seca potiguar nesses últimos meses. A expedição intitulada “Retratos da Seca” percorrerá vários municípios e mostrará para jornalistas convidados a real situação dos produtores rurais.
 
De acordo com o presidente da Federação da Agricultura, José Álvares Vieira, a expedição começará pela zona rural da cidade de Lajes e terminará, no dia 24, com visitas a propriedades no município de Santo Antônio. “Iremos visitar diversas localidades e mostraremos aos repórteres a situação da seca em nosso estado. Serão três dias de muita estrada e conversas com produtores. Com isso, esperamos sensibilizar as nossas autoridades para o perigo real dessa seca”, explicou Vieira.
 
A programação está agendada para começar na manhã da sexta-feira (22), na cidade de Lajes. De lá, a caravana segue para a cidade de Ipanguaçu e logo depois para Assu. No segundo dia a expedição Retratos da Seca percorre a zona rural de Apodi e Pau dos Ferros.
 
Final do roteiro
 
No último dia (24), a caravana da Faern e jornalistas convidados seguem para os destinos finais da expedição: Caicó e Santo Antônio. “Com esse roteiro, conseguiremos mapear as regiões mais atingidas pela estiagem e dar a nossa contribuição para amenizar esse grave problema que afeta desde o pequeno agricultor aos números de nossa economia”, finalizou o presidente da Faern. [por Paulo Correia com a assessoria de imprensa do Sistema Faern/Senar]


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 2/05/2013 04:31:00 PM

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


Conquistas dos trabalhadores em perigo

(*) Rinaldo Barros
O Fórum Econômico Mundial promoveu sua 43ª reunião anual, agora em janeiro, na estação de esqui suíça de Davos reunindo líderes políticos e empresariais de todo o mundo, mas o Brasil esteve sub-representado no evento.
Dos mais de 2.500 participantes do fórum que constavam da lista oficial, apenas 09 nomes do Brasil - incluindo os de sete jornalistas brasileiros escalados para cobrir o encontro. Do governo, apenas 02 representantes: Luciano Coutinho do BNDES e Alexandre Tombini, presidente do Banco Central.
             A Índia compareceu com a delegação mais numerosa, com 109 nomes, incluindo os de quatro ministros. A China teve um pouco menos - 86 representantes, contando também os 24 participantes de Hong Kong. A Rússia com 82 nomes e África do Sul com 69 nomes. 
            Cito esses números apenas para que o caro leitor possa avaliar o interesse do governo federal no debate mundial das grandes questões econômico-sociais, num mundo globalizado e em plena crise envolvendo os EUA e a União Europeia.
            Em verdade, a conversa de hoje pretende alumiar a questão da proteção social, ou do Estado do Bem-estar ("Welfare state"), consolidado desde o início do século passado.
            Ou seja, diante do atual impasse europeu podemos estar assistindo ao limite de um sistema de proteção social que foi a base lógica e estrutural da busca de bem-estar humano no sistema internacional do século XX. A proteção social, levada a cabo por meio de políticas sociais e de direitos sociais, é analisada aqui em perspectiva de longa duração e sistêmica.
            O gasto social consolidou-se no século XX como um dos principais pilares da economia política dos Estados nacionais. Do ponto de vista político, a Revolução Francesa foi um marco na capacidade das massas gerarem demandas sociais crescentes, que passaram a ser atendidas por meio do gasto público.
Do ponto de vista econômico, o gasto público, de forma geral, se tornou parte fundamental do sistema capitalista. Infraestrutura e trabalhadores educados e saudáveis passaram a ser uma necessidade do capital. Criou-se uma tensão política, de certa forma virtuosa para o sistema, entre Estado, capital e trabalhadores.
Com a construção de sistemas de educação e saúde voltados para formação de trabalhadores e de novas tecnologias; de sistemas de previdência, que sustentaram o consumo interno; e da expansão na arena internacional, que garantiu mercados e matérias primas. Alguns países europeus conseguiram até mesmo se aproximar da universalização do bem estar social.
Todavia, a partir de 1980, muitos países foram pressionados a reduzir o padrão de vida, interrompendo um ciclo de expansão que durou décadas.
Outro sinal de estancamento do processo de universalização foi o aumento da informalidade no mercado de trabalho, após um longo período de incorporação de trabalhadores à formalidade – que significa para o indivíduo um novo patamar de direitos de cidadania. O desemprego aumentou e se tornou um grave problema socioeconômico.
Pior: não havia (ainda não há) políticas sociais para contornar o problema, que foi agravado pela adoção de políticas macroeconômicas contracionistas.
Mesmo na Europa, o desemprego tornou-se um problema constante desde a crise do petróleo.
Entre os principais desafios elencados em relação à pobreza e exclusão estão: 1) erradicar pobreza infantil; 2) promover inclusão social e no mercado de trabalho dos grupos mais vulneráveis; 3) prover moradia decente a todos; 4) reduzir a exclusão financeira e o endividamento excessivo das famílias.
Nos países do MERCOSUL, as políticas de proteção social predominam, mas todos usam transferência de renda. São políticas compensatórias, tipo Bolsa família.
Aqui no patropi, não há alternativas para enfrentar a informalidade, especialmente no ambiente urbano; e não há ainda políticas públicas para os que ficam de fora do mercado.
Resumo da ópera: os que vivem do seu próprio trabalho correm risco iminente de perder conquistas essenciais à dignidade do ser humano. Fator chave na estruturação de todas as experiências do “Estado de Bem-Estar”, o mundo do trabalho encontra-se em crise.
Crise que se configura, entre outras, do ponto de vista dos trabalhadores, pelo aumento do desemprego e da informalidade, com impactos negativos no aumento da violência e da criminalidade.

(*) Rinaldo Barros é professor – rb@opiniaopolitica.com


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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Ex-secretário de segurança do RN faleceu hoje.


O escritor e advogado Pedro Simões Neto, ex-pró reitor de planejamento da UFRN e ex-secretário de segurança pública do Rio Grande do Norte (governo Geraldo Melo), faleceu hoje e será sepultada às 8 horas de amanhã, 2, sábado, no cemitério de Ceará Mirim.







NOTA DE FALECIMENTO
A União Brasileira de Escritores do RN – UBE/RN comunica  o falecimento do Sócio Efetivo  Escritor PEDRO SIMÕES NETO ocorrido hoje  dia 01 de fevereiro, nesta cidade, lamentando a sua partida para a Casa do Pai, após uma longa enfermidade. Outrossim, informa que o corpo está sendo velado no centro de velório Morada da Paz da Rua São José, próximo ao Corpo de Bombeiros, e o sepultamento ocorrerá amanhã às 8h, no Cemitério de Ceará-Mirim.
Pedro Simões Neto era aquele modelo de intelectual  completo: grande leitor, escritor, editor e articulador  da Cultura. No seu dinamismo, fundou a Academia Cearamirinense de Letras e Artes – ACLA, apresentando ao Poder Público  municipal um Plano de Cultura e Turismo. A  UBE e o Rio Grande do Norte estão de luto, ao tempo em que se solidariza com a  viúva e os seus filhos.
Natal/RN, 1 de Fevereiro de 2013.
Diretoria
Presidente: Eduardo Antonio Gosson
1º Vice-Presidente: Jurandyr Navarro da Costa

2ª Vice-Presidente:
 Anna Maria Cascudo Barreto
Secretário-Geral: Manoel Marques da Silva Filho,
1º Secretário: Paulo Jorge Dumaresq Madureira
2º Secretário: Francisco Alves da Costa Sobrinho
1º Tesoureiro: Jania Maria Souza da Silva

2º Tesoureiro:
 Aluizio Matias dos Santos

Diretor de Divulgação: 
Lúcia Helena Pereira
Diretor de Representações Regionais: Joaquim Crispiniano Neto
Diretor Jurídico: Carlos Roberto de Miranda Gomes

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Na terra de Emanoel Néri.


Cidade do RN lança o dinheiro "gostoso" para bombar economia local

Carlos Madeiro
Do UOL, em Maceió
Os moradores do município de São Miguel do Gostoso (no litoral do Rio Grande do Norte, a 134 km de Natal) passaram a contar com uma nova moeda, que está circulando há um mês nas ruas da cidade. O gostoso é uma moeda social criada pelo banco comunitário e aceito em vários estabelecimentos da cidade.

A ideia de criar o banco comunitário veio das próprias associações do pequeno município no litoral potiguar. Com o dinheiro próprio, a meta é estimular o consumo e fortalecer a economia local.

Conheça as notas de gostoso, moeda social no RN

Foto 1 de 5 - O gostoso é uma moeda social criada por um banco comunitário de São Miguel do Gostoso (a 134 km de Natal) e aceito em vários estabelecimentos da cidade. Na imagem, reprodução da nota de 50 centavos da moeda Reprodução
O projeto foi realizado com a Incubadora Tecnológica de Economia Solidária (Ites), da Universidade Federal da Bahia.

Em setembro de 2011, técnicos do órgão participaram de uma reunião do Fórum de Políticas Públicas na cidade e apresentaram o projeto Rede Nordeste de Bancos Comunitários de Desenvolvimento. Os líderes locais gostaram da ideia e levaram o projeto à frente.

Antes de o novo dinheiro circular foram realizadas reuniões e oficinas para escolher, entre outros detalhes, o nome do banco e da moeda.

O Banco Solidário do Gostoso foi criado em homenagem ao nome da cidade. Ficou decidido que a gestão seria da Associação de Mulheres, Jovens e Produtores de Tabua (AMJPT), com integração de diversas outras entidades da cidade.

Empréstimos vão até 150 gostosos para pequenos projetos

Com a ideia e detalhes fechados, os responsáveis partiram em busca dos recursos para capitalizar o banco, já que, para cada gostoso emitido é necessário R$ 1 em caixa.

Com o banco, os moradores têm acesso a pequenos créditos de até 150 gostosos. O valor pode ser pago em até três vezes, sem nenhuma cobrança de juros.

Os recursos do banco ajudam a fomentar compras e pequenos investimentos. "Mas nem tudo é gostoso. Há também empréstimos em real, que podem ser feitos para quem vai comprar em outra cidade", diz Diogo Ferreira Rêgo, integrante da Ites e que apoiou a criação do banco social potiguar.

A capitalização inicial foi feita por doações de sindicatos, cooperativas e organizações parceiras. Uma rifa também foi organizada pelo conselho gestor para arrecadar fundos.

Segundo a AMJPT, 1.000 gostosos estão em circulação na cidade. Cada nota tem um símbolo municipal: o Boi de Reis (na nota de dez gostosos), o pescador na praia de Tourinhos (cinco gostosos), o pé de cajazeira (2 gostosos), a feira agroecológica (1 gostoso) e o cajueiro (50 centavos).

Moeda é aceita por estabelecimentos que assinaram convênio

Conforme as regras definidas no estatuto, cada gostoso vale R$ 1. A moeda é aceita por estabelecimentos que assinaram um convênio e passaram a receber  a moeda como forma de pagamento por compras e serviços.

As moedas sociais são reconhecidas pelo Banco Central como complementares ao real.

Brasil tem mais de 80 moedas sociais

Foto 1 de 13 - Os bancos comunitários criaram mais de 80 moedas alternativas ao real. Elas são reconhecidas pelo Banco Central como complementares ao real e usadas para estimular a economia local das comunidades. Na foto, Sabiá, moeda social usada pelo banco Sertanejo, no Ceará Mais Divulgação/ Instituto Palmas

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Carta da Europa 7 de Maria English.


Carta da Europa 7
Maria das Graças English *
O que vivenciei esta semana foi no mínimo diferente.Vamos ver o que foi e tentar fazer uma comparação entre o Brasil e a Inglaterra. Esta semana iniciei em Portsmouth um curso chamado “Desenvolvendo seu Inglês”. Havia 10 alunos na classe: três estrangeiros e 7 ingleses. Entre os sete ingleses, 3 eram razoavelmente alfabetizados e 4 eram, eram, o que? Eles eram um negócio difícil de um brasileiro entender: semi-analfabetos, com grande dificuldade de expressão, civilizados e ... pasmem, orgulhosos. Exatamente no dia que tive contato com estes senhores, recebi, via e-mail, um artigo escrito por um jornalista de Natal (Laurence Bittencourt) sobre o passado da Igreja Católica, as infâmias, a inquisição etc. O artigo era de bom nível e eu diria que era de um tipo pouco encontrado na imprensa britânica que é muito tímida ao atacar a Igreja Católica.  Posso fazer uma comparação entre estes dois países? Um está indo, o outro está voltando. A Inglaterra ainda não sabe conter esta marcha ré dos eventos. O caminho é, a meu ver, a reciclagem, a energia alternativa. No entanto, é preciso que eles sejam mais ágeis nisso, eles dormiram no ponto e tentam agora ser tão “verdes” quanto os alemães que estão na vanguarda da ecologia na Europa. Há algumas semanas atrás, a Prefeitura local iniciou um projeto piloto chamado “vizinhos verdes” para, entre outros, obter dos moradores voluntários o lixo de cozinha (restos de frutas e legumes) para ser compostado e usado como adubo nos “allotments” da cidade. “Allotment” é uma pequena parcela de terreno, onde os moradores registrados podem plantar suas frutas e legumes. Advinhe quantas pessoas se propuseram a ajudar neste projeto? Só uma. Eu. Por aí se vê o sufoco dos ingleses em conter a crise, têm de correr contra o tempo.
Vou falar agora sobre outra viagem. O inverno chegou e Robin, que morou tantos anos no Brasil, não suporta ficar em casa durante o frio. Fomos ao sul de Portugal exatamente no dia em que uma grande frente fria chegou em Portsmouth (12.1). Pegamos um vôo da easyJet direto para Faro, no Algarve, com duração de 2 ½ horas. A temperatura local era  13 gráus.O Algarve é uma destinação de verão, mas no inverno ainda consegue captar alguns turistas europeus do norte descontentes com a neve. Ficamos 8 dias na praia de Alvor, perto de Portimão, a 1 ½  hora  do aeroporto de Faro. Fizemos alguns passeios e visitamos alguns lugares de interesse, mas, no cômputo geral, o Algarve não é cheio de atrações. A tão famosa Sagres, na ponta sudoeste, não tem um edifício ou ruína chamada Escola de Sagres, só tem a ruína, muito arruinada mesmo, da fortaleza. Nada especial. Fomos ao ponto mais alto da costa em Fóia, perto de Monchique. A vista é fantástica. Visitamos um castelo mouro e um museu em Silves, perto de Portimão. O museu de Silves contém uma preciosidade. Em 1980 os arqueólogos descobriram uma cacimba desconhecida, cheia de entulho. Ao desentulharem a mesma, coletaram restos de objetos de cerâmica e outras relíquias que remontavam desde ao período mouro até a idade média. Foi uma dádiva para o setor de turismo do lugar. Restauraram a cacimba, que tem uma pequena edificação no tôpo, e a circundaram do edifício do museu. Nada mal. Fora isso, vale mencionar as deliciosas laranjas portuguesas que comemos na nossa estadia, compradas à beira da estrada a preço de banana. Foi a parte mais gostosa da viagem.
*Maria English, Portsmouth, Inglaterra, 26 de Janeiro de 2013.
* Natural de Natal/Rn.

Paçoca de Pilão aniversaria dia 1º, quinta-feira.


Foto: Divulgação
Um dos mais premiados e queridos restaurantes do Rio Grande do Norte, o Paçoca de Pilão, estabelecido há 23 anos na praia de Pirangi, vai completar mais um ano no próximo dia primeiro de fevereiro, a partir das 21h, com bolo, paçoca e música para alegrar sua clientela com Isaque Galvão e Banda. As mesas estão sendo reservadas pelo fone  (84) 3238-2088 (R$ 60,00).
 
O maior prêmio do Paçoca de Pilão é sua fiel clientela. O restaurante vem sendo premiado há 16 anos, seguidos, como um dos melhores do Brasil na lista do Guia Quatro Rodas da Editora Abril. [por assessoria de imprensa]


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 1/29/2013 06:30:00 PM

Hoje, Candelária começa a festa de sua padroeira.

Marcar com estrela
 

Festa traz como tema para este ano, "Maria: a alegria do Deus conosco", e será realizada com programação intensa durante os cinco dias de comemorações
 
Foto: Luiza Gualberto/Divulgação
O bairro de Candelária, zona sul de Natal está em festa. Entre os dias 29 de janeiro e 02 de fevereiro, a Paróquia de Nossa Senhora da Candelária promove a festa da padroeira, edição 2013. Este ano, a celebração traz como tema: “Maria: a alegria do Deus conosco”. Durante os cinco dias de festejos, uma intensa programação religiosa e cultural será realizada.
 
No dia 29, acontece a abertura oficial da festa da Nossa Senhora da Candelária, a partir das 17h, com hasteamento da bandeira e missa solene na Matriz. No período 30 de janeiro a 01 de fevereiro, será realizado o tradicional tríduo, com a seguinte programação:
 
06h caminhada (terço) + missa na Matriz, 12h - recitação do Ofício de Nossa Senhora, 18h - Terço Mariano, 19h – Celebração do tríduo e 20h30 – Quermesse no estacionamento da Matriz, com atrações musicais e barracas de comidas e refrigerantes.
 
E, no dia 02 de fevereiro, encerrando as festividades, acontece a procissão pelo bairro, com saída da paróquia às 17h, e, logo após, missa solene, que será presidida pelo arcebispo metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, oportunidade em que o pastor visita a paróquia pela primeira vez, após a posse como arcebispo. A programação completa pode ser acompanhada através do site: www.paroquiadecandelaria.com.br/.
 
SERVIÇO:
Festa de Nossa Senhora da Candelária
Período: 29 de janeiro a 02 de fevereiro
Local: Matriz de Nossa Senhora da Candelária – Rua Marechal Rondon, 1859 – Candelária
 
Luiza Gualberto
Equipe de Comunicação


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 1/28/2013